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Stanglit

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Libbs
Item-1 Princípio ativo: cloridrato de pioglitazona Item-3 Necessita de receita. Item-3 Branca comum.
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Indicações: Este medicamento está indicado como um coadjuvante de dieta e exercícios físicos para melhorar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tipo II (E11) (diabetes mellitus não insulino-dependente, DMNID). Stanglit está indicado em monoterapia e também para uso combinado com sulfonilureia, metformina, ou insulina, quando dieta e exercício associados a um agente único não resultam em controle adequado da glicemia. O acompanhamento de diabetes tipo II deverá também incluir aconselhamento nutricional, redução de peso quando indicado e exercícios. Estas medidas são importantes não só para tratamento primário do diabetes tipo II, mas também para manter a eficácia da tratamento medicamentoso.

Contra-Indicações: Este medicamento é contraindicado em pacientes com hipersensibilidade ao cloridrato de piglitazona ou a qualquer componente de sua formulação. É contraindicada a iniciação do medicamento em pacientes com insuficiência cardíaca estabelecidos nas classes III ou IV do New York Heart Association (NYHA).

Interação: As seguintes drogas foram estudadas em voluntários saudáveis com a coadministração de cloridrato de pioglitazona 45 mg, uma vez ao dia. Abaixo estão listados os resultados por potencial de significância clínica:
- Medicamentos com importante potencial de interação.
midazolam: a administração de pioglitazona por 15 dias seguindo de uma dose única de 7,5 mg de xarope de midazolam resultou em uma redução de 26% do Cmáx e ASC do midazolam.
cetoconazol: a coadministração de cloridrato de pioglitazona 45 mg uma vez ao dia e cetoconazol 200 mg administrado duas vezes por 7 dias resultou em aumento de 34% e 87%, respectivamente, no ASC e Cmin da pioglitazona inalterada, entretanto não houve alteração significativa do Cmáx. A relevância clínica da interação farmacocinética encontrada é desconhecida.
atorvastatina cálcica: a coadministração de cloridrato de pioglitazona 45 mg e atorvastatina cálcica 80 mg uma vez ao dia por 7 dias resultou na redução do Cmáx e da ASC da pioglitazona, em 31% e 24%, respectivamente, entretanto sem alteração significativa do Cmin. Para a atorvastatina inalterada, a Cmáx e a ASC apresentaram redução de aproximadamente 23% e 14%, respectivamente, sem alteração significativa do Cmin.
genfibrozila: A administração concomitante de genfibrozila, um inibidor de CYP2C8, (600 mg via oral duas vezes por dia), com pioglitazona (30 mg via oral) em 10 voluntários sadios previamente tratados com genfibrozila por 2 dias (600 mg via oral duas vezes ao dia) resultou em exposição da pioglitazona (ASC 0-24) presente em 226% na exposição pioglitazona em ausência de genfibrozila.
rifampicina: A administração concomitante de rifampicina, um indutor de CYP2C8, (600 mg via oral uma vez ao dia), com pioglitazona (30 mg via oral) em 10 voluntários sadios previamente tratados com rifampicina por 5 dias (600 mg via oral uma vez ao dia) resultou na diminuição de 54% da AUC de pioglitazona. A isoforma CYP3A4 do citocromo P450 é parcialmente responsável pelo metabolismo de pioglitazona. Estudos formais específicos de interação farmacocinética não foram conduzidos com pioglitazona e outras drogas metabolizadas com esta enzima como: eritromicina, astemizol, bloqueadores de canal de cálcio, cisaprida, corticosteroides, ciclosporina,acrolimus, trizolam e trimetrexato, assim como as drogas inibitórias e itraconazol.
A enzima inibidora de CYP2C8 (tal como genfibrozil) pode significativamente aumentar a AUC de pioglitazona e a enzima indutora de CYP2C8 (tal como rifampicina) pode significativamente diminuir a AUC de pioglitazona. Consequentemente, se um inibidor ou indutor de CYP2C8 é iniciado ou suspenso durante o tratamento com pioglitazona, mudanças no tratamento do diabetes podem ser necessárias baseadas na resposta clínica.

Posologia: Stanglit deve ser administrado uma vez ao dia, independentemente da alimentação. O controle do tratamento antidiabético deve ser individualizado.
Idealmente, a resposta ao tratamento deve ser avaliada usando-se a hemoglobina glicosilada (HbA1c), que é um melhor indicador do
controle glicêmico a longo prazo quando comparado com glicemia de jejum unicamente. HbA1c reflete a glicemia dos últimos 2 a 3 meses. No uso clínico, recomenda-se que o paciente seja tratado com Stanglit por um período de tempo adequado para se avaliar as alterações de HbA1c (3 meses), a não ser que o controle glicêmico se deteriore. Ao iniciar Stanglit ou após aumento da dose, os pacientes deverão ser cuidadosamente monitorados por causa da retenção de fluídos relatado nos eventos adversos. O medicamento deve ser administrado via oral.
Esquecimento de dose (dose omitida): no caso de esquecimento de uma dose, orientar o paciente a tomar assim que possível. Se estiver próximo ao horário da dose seguinte, a dose esquecida deve ser desprezada e deve-se voltar ao esquema normal. Não devem ser tomadas duas doses ao mesmo tempo.

Monoterapia
A monoterapia com Stanglit em pacientes sem controle adequado de dieta e exercícios pode ser iniciada com 15 mg ou 30 mg uma vez ao dia. Para pacientes que respondem inadequadamente à dose inicial, a dose pode ser aumentada para 45 mg, uma vez ao dia. Em pacientes que não respondem adequadamente a monoterapia, pode ser considerada uma terapia combinada. Terapia combinada Stanglit em combinação com outro medicamento, pode ser iniciado nas doses de 15 mg ou 30 mg, uma vez ao dia. A dose do outro medicamento em uso pode ser mantida com a introdução do tratamento com Stanglit.
sulfonilureia: se o paciente apresentar hipoglicemia, a dose da sulfonilureia deverá ser diminuída.
metformina: é improvável que seja necessário ajuste na dose de metformina devido a hipoglicemia durante a combinação com Stanglit.
insulina: nos pacientes que estejam recebendo Stanglit e insulina, a dose de insulina pode ser diminuída em torno de 10 a 25% se o paciente apresentar hipoglicemia, ou se as concentrações de glicose plasmática diminuírem para valores menores que 100 mg/dL em jejum. Maiores ajustes deverão ser individualizados, baseando-se na resposta de diminuição da glicose.
Dose máxima recomendada: as doses de Stanglit não devem exceder a 45 mg em monoterapia ou em combinação com sulfonilureia, metformina ou insulina.
Nenhum estudo clínico foi conduzido com doses maiores que 30 mg uma vez ao dia em terapia combinada.
Não é recomendado o ajuste de doses em pacientes com insuficiência renal. O tratamento com Stanglit não deve ser iniciado se o paciente mostrar evidência clínica de doença hepática ativa ou aumento de níveis de transaminase sérica (ALT > 2,5 vezes o limite da normalidade) no início do tratamento. Recomenda-se a monitoração de enzimas hepáticas em todos os pacientes que estejam iniciando a terapia com Stanglit, bem como periodicamente após o início.
Não existem dados sobre o uso de Stanglit em pacientes abaixo de 18 anos de idade, portanto o uso de pioglitazona em pacientes pediátricos não é recomendado.
Não há dados disponíveis sobre o uso de pioglitazona em combinação com outra tiazolidinediona.

Categoria: Diabetes

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