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Caldê Mag

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Caldê Mag

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Bula do Caldê Mag

Caldê Mag é um suplemento composto por cálcio na forma de cálcio citrato malato, mineral orgânico de alta biodisponibilidade, associado à vitamina D e ao magnésio.

Caldê Mag apresenta formulação inovadora com a adição de magnésio.

Para melhor aproveitamento dos minerais de Caldê Mag é necessário que o cálcio e o magnésio estejam na proporção recomendada em um suplemento de 2:1, respectivamente.

Caldê Mag contém cálcio na forma de cálcio citrato malato, uma fonte que proporciona maior absorção de cálcio e menor interação com outros alimentos. Por isso, pode ser administrado com ou sem alimentos.

Caldê Mag também contém 100% da Ingestão Diária Recomendada (IDR) de vitamina D.

Como Caldê Magnésio funciona?

Cálcio

O cálcio é um elemento fundamental ao organismo, e sua importância está relacionada às funções que desempenha, principalmente na saúde óssea, desde aformação, manutenção da estrutura e rigidez dos ossos.

Vitamina D

Esta vitamina participa da manutenção adequada dos níveis de cálcio e fósforo no organismo humano, ambos importantes para a mineralização e fortifi cação óssea.

A defi ciência da vitamina D prejudica a formação e a estrutura dos ossos e pode levar ao raquitismo em crianças e à osteoporose na idade avançada, o que torna, os ossos mais fracos e leva a fraturas.

Magnésio

O magnésio é um mineral envolvido em diversas funções do organismo, dentre elas o metabolismo ósseo. Está relacionado ao metabolismo da vitamina D e é indispensável à fi xação de cálcio nos ossos. Sua defi ciência pode agravar estados de baixa densidade óssea e difi cultar a calcifi cação correta dos ossos.

Cálcio Citrato Malato (substância ativa) é contraindicado em pacientes com hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da formulação, e em pacientes com hipercalcemia primária ou secundária, hipercalciúria, cálculos renais de cálcio, hipervitaminose D, osteodistrofia renal com hiperfosfastemia, insuficiência renal grave, sarcoidose, mieloma, metástase óssea, imobilização durante longos períodos por fraturas osteoporóticas e nefrocalcinose.

De acordo com a categoria de risco de fármacos destinados às mulheres grávidas, este medicamento apresenta a categoria de risco B.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Ingerir 2 comprimidos uma vez ao dia ou conforme orientação do médico e/ou nutricionista.

Preferencialmente, a ingestão dos comprimidos deve ser acompanhada de um copo de água.

Gestantes, nutrizes e crianças até 3 (três) anos, somente devem consumir este produto sob orientação de nutricionista ou médico.

Distúrbios Gastrintestinais

Flatulência, constipação, refluxo ácido.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal. 

Cada porção de 2,6 g (2 comprimidos) contém:

Quantidade por porção   % VD(*)
Vitamina D (colecalciferol) 5,0 μg 100
Cálcio 250 μg 25
Magnésio 125 mg 48

Não contém quantidades significativas de Valor energético, Carboidratos, Proteínas, Gorduras totais, Gorduras saturadas, Gorduras trans, Fibra alimentar e Sódio.

(*) % Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8.400 kJ. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.

Interação medicamento – medicamento

A hipercalcemia ocasionada por altas doses de vitamina D aumenta o risco de arritmias cardíacas fatais com digoxina, pode reduzir a efetividade de verapamil e diltiazem na fibrilação arterial. Diuréticos tiazídicos podem causar hipercalcemia quando associados à suplementação de vitamina D por diminuírem a excreção urinária de cálcio.

O metabolismo da vitamina D poderá estar aumentado quando houver tratamento concomitante com carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, fosfenitoína e rifampicina. O consumo de vitamina D pode melhorar os níveis de magnésio em pessoas com baixos níveis de vitamina D e alumínio.

As tetraciclinas e quinolonas podem ter sua absorção reduzida quando administradas junto com cálcio. O mesmo pode ocorrer com os bisfosfonatos e a levotiroxina. A eficácia do tratamento com levotiroxina para pacientes com hipotireoidismo também pode ser prejudicado pelo carbonato de cálcio. Para evitar estas interações recomenda-se intervalo de 2 a 4 horas entre as administrações.

O estrogênio aumenta a absorção do cálcio em mulheres na pós-menopausa; por outro lado sua absorção pode ser reduzida quando administrado concomitantemente com: anticonvulsivantes, corticosteroides e inibidores de bomba de próton, sendo este último por alteração do pH gástrico. A excreção renal deste cátion estará reduzida na presença de diuréticos tiazídicos e aumentada na presença de sais de alumínio e corticosteroides.

Colestiramina, óleos minerais e laxativos reduzem a absorção tanto do cálcio quanto da vitamina D, importante para a absorção intestinal do cálcio.

Interações medicamento – suplemento

A absorção do magnésio pode estar prejudicada em pacientes com níveis alterados de magnésio que administrem doses de cálcio equivalentes ou superiores a 2600 mg/dia. Já a vitamina D aumenta a absorção do cálcio e auxilia a absorção do magnésio pelo intestino.

Interações medicamento – exames laboratoriais

Íons de cálcio podem falsamente reduzir os resultados de testes quando a medição de lipase estiver abaixo de 5 mmol/L usando o método de Teitz. O carbonato de cálcio pode aumentar as concentrações de gastrina e o resultado dos testes entre 30 e 75 minutos após a ingestão deste composto.

Interações medicamento – doenças

A vitamina D pode aumentar os níveis de cálcio em pacientes com hiperparatireoidismo, linfoma, histoplasmose, sarcoidose, tuberculose, e doenças renais além de piorar a hipercalcemia. A hipercalcemia pode contribuir para arteriosclerose, particularmente com doenças renais. A suplementação de vitamina D deve ser cautelosa nesses casos.

Hiperparatireoidismo primário pode aumentar a absorção do cálcio. Pacientes com níveis elevados de fosfato devem administrar estes suplementos com cautela para evitar a precipitação de fosfato de cálcio nos tecidos moles, assim como pacientes com hipofosfatemia que podem ter seu quadro piorado. A suplementação com carbonato de cálcio aumenta o risco de hipercalcemia e alcalose.

A absorção de cálcio pode estar diminuída em pacientes com acloridria.

Alta ingestão de cafeína aumenta a excreção urinária de cálcio. Alguns constituintes da fibra podem inibir a absorção do cálcio, portanto a administração de suplementos de cálcio e a ingestão de alimentos ricos em fibras deve apresentar intervalo de aproximadamente 2 horas.

Suplementos de cálcio podem interferir na absorção de ferro, zinco e magnésio provenientes da dieta em pacientes com baixas quantidades destes elementos. Altas doses de sódio aumentam a excreção renal de cálcio.

Resultados de eficácia

Uma metanálise que avaliou 29 estudos com pacientes acima 50 anos concluiu que as evidências apresentadas suportam o uso do cálcio ou a associação de cálcio e vitamina D na prevenção de fraturas e perda de massa óssea. Outra metanálise concluiu que a redução do risco de fraturas osteoporóticas é maior quando há suplementação combinada de cálcio e vitamina D. A melhora da densidade óssea com esta associação em mulheres na menopausa também foi observada por Di Daniele e colaboradores.


Características farmacológicas

O cálcio é um eletrólito essencial para o funcionamento dos sistemas nervoso, muscular e esquelético e encontra-se em maior quantidade estocado nos ossos. Diversos fatores influenciam o balanço do cálcio: dieta, etnia, idade, fatores hormonais e ambientais. Quando há desequilíbrio neste balanço, os níveis de calcemia diminuem e o cálcio presente nos ossos é mobilizado. Portanto, a mineralização normal dos ossos está intimamente relacionada aos distúrbios no metabolismo do cálcio.

A vitamina D tem função importante na absorção e deposição ósseas, além de regular os níveis de cálcio e fósforo, melhorando a absorção intestinal destes elementos. A deficiência de vitamina D poderá acarretar na deficiência de cálcio e consequente perda de massa óssea, que poderá levar a quadros de osteoporose.

Farmacocinética

Normalmente, os íons divalentes são mal absorvidos pelos intestinos. A absorção do cálcio é dependente de fatores dietéticos, do pH e da presença de vitamina D. Na deficiência de cálcio no organismo, a absorção é aumentada. Cerca de 40% do cálcio plasmático está ligado a proteínas plasmáticas, o restante é combinado com ânions e, portanto, não são filtrados pelos capilares glomerulares. A excreção ocorre principalmente nas fezes e em menor grau na urina – cerca de 10% do cálcio ingerido é excretado na urina.

O processo para a obtenção da forma ativa da vitamina D (1,25-dihidroxicolecalciferol) envolve a pele, fígado e rins. A vitamina D é absorvida no trato gastrintestinal, convertida a 25-hidroxicolecalciferol no fígado e posteriormente nos rins hidroxilada para 1,25-dihidroxicolecalciferol.

Consumir este produto conforme a recomendação de ingestão diária constante da embalagem.

Fabricado por:
Blisfarma Indústria Alimentícia Ltda.
Rua Vicente Feola, 35
Jardim Mafalda • Diadema / SP
CEP 09961-030
CNPJ nº 01.831.385/0001-00

Embalado e Distribuído por:
Marjan Indústria e Comércio Ltda.
Rua Vigário Taques Bittencourt, 188
Santo Amaro • São Paulo / SP
CEP 04755-060
CNPJ nº 60.726.692/0001-81

Sac: 0800 55 455 45

Informações Profissionais

Fabricante

Marjan Farma

Tipo do Medicamento

Referência

Necessita de Receita

Não, Isento de Prescrição Médica

Categoria do Medicamento

Menopausa

Especialidades

Nutrologia, Clínica Médica


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