O que é Osteoporose, sintomas, tratamento, causas, tem cura?

Publicado na categoria Problemas de Saúde em 17 de Novembro de 2016 | Por Rafaela

O que é Osteoporose?

A Osteoporose é a perda acelerada de massa óssea, que ocorre durante o envelhecimento, provocando a diminuição da absorção de minerais e de cálcio, isto provoca a fragilização dos ossos e aumenta o risco de fraturas. A Organização Mundial de Saúde (OMS) define osteoporose como sinônimo de Densidade Mineral Óssea (DMO) diminuída.

É um problema comum nas mulheres após a menopausa, pois consiste na redução da massa dos ossos, com alterações em sua microestrutura. A osteoporose torna mais frágil a estrutura óssea da paciente, aumentando a probabilidade de ocorrerem fraturas, que podem ter graves consequências.

Contudo, é uma doença silenciosa e, na maioria das vezes, evolui de forma assintomática. É preciso ter acompanhamento médico regular, assim é possível identificá-la e iniciar o tratamento o quanto antes.

A fragilidade dos ossos nas mulheres é causada pela ausência de estrogênio (hormônio feminino), que torna os ossos porosos como uma esponja e é a maior causa de fraturas e quedas dos idosos.

A coluna, o pulso e o colo do fêmur são os mais afetados pela osteoporose, sendo no fêmur o mais perigoso. É considerada o segundo maior problema de saúde mundial, ‘perdendo’ apenas para as doenças cardiovasculares.

Entre os homens, a osteoporose é mais comum depois dos 65 anos, entre casados ou viúvos e sedentários. Cerca de 2 mil brasileiros morrem anualmente em consequência de complicações de fraturas desta doença.

Estima-se que 1 em cada 3 mulheres e 1 em cada 5 homens acima da idade dos 50 desenvolvem osteoporose no mundo. Em 2006, a prevalência da osteoporose entre os brasileiros era de 4,4% entre os maiores de 18 anos. Entre as mulheres é mais comum depois dos 45 anos, entre não solteiras e ex-fumantes.

Leia mais: Doença Cardiovascular (DCV): Sintomas, Fatores de Risco, Preveção, Tratamento, Tipos e mais

Índice – neste artigo você encontrará as seguintes informações:

  1. O que é Osteoporose?
  2. As causas da Osteoporose
  3. Tipos
  4. Sintomas da Osteoporose
  5. Qual profissional devo procurar? E qual o diagnóstico?
  6. A Osteoporose tem cura? Qual é o tratamento?
  7. Grupos e fatores de risco
  8. Complicações e Prognóstico
  9. Convivendo
  10. Tem prevenção?

As causas da Osteoporose

A osteoporose é causada pelo desequilíbrio entre as células que produzem a substância óssea (formação) e as células que destroem a substância óssea (reabsorção). Isto quer dizer que as células envolvidas no ciclo normal são responsáveis pela renovação (remodelação) do osso.

A perda de substância óssea fica tão acentuada que mesmo as atividades do dia a dia que precisem de um esforço mínimo sobre os ossos podem provocar fraturas. Tem causa multifatorial, podendo classificar-se em primária e secundária.

Vejamos outras causas da osteoporose:

Deficiência de cálcio

Ele é um mineral essencial à formação normal dos ossos, quando o metabolismo ósseo está em equilíbrio, ele retira e repõe o cálcio sem comprometer a estrutura. Os nutrientes são obtidos por meio da alimentação, e devido a isso, se a ingestão de cálcio não for suficiente, a produção de ossos e tecidos ósseos pode ser afetada.

Envelhecimento e menopausa

80% dos pacientes com a doença tem ela associada ao envelhecimento ou à menopausa. Quanto a primeira associação, é preciso entender que os ossos crescem somente até os 20 anos, e sua densidade aumenta até os 35 anos, quando começa a se desgastar.

Se o paciente então não possui uma densidade óssea suficiente para suprir esse aumento gradativo da reabsorção, os ossos vão ficando mais frágeis e quebradiços, podendo levar à osteoporose.

Enquanto a mulher está em período fértil (menstruando) existe a produção acentuada do hormônio estrogênio. Quando abundante no corpo da mulher, o estrogênio retarda a reabsorção do osso, reduzindo a perda, além de ser responsável pela fixação do cálcio nos ossos, contribuindo para o fortalecimento do esqueleto. Em contrapartida, a mulher durante e após a menopausa tem uma produção muito reduzida de estrogênio, uma vez que ele não é mais necessário para o ciclo menstrual. O hipoestrogenismo irá contribuir para a perda de massa óssea mais acelerada, principalmente nos primeiros anos da pós-menopausa. Dessa forma, a menopausa pode ser um gatilho para a osteoporose.

Em homens, baixos níveis de testosterona (hipogonadismo) também podem favorecer a osteoporose, uma vez que este hormônio entra na formação do tecido ósseo.

Doenças ou medicamentos

Outras condições podem levar ao surgimento da osteoporose, sendo responsável por 20% dos casos totais da doença, sendo entretanto muito comuns em pessoas mais jovens e sem outros fatores de risco:

  • - Síndrome de Cushing;
  • - Hiperparatireoidismo primário ou terciário;
  • - Hipertireoidismo;
  • - Acromegalia;
  • - Mieloma múltiplo;
  • - Doenças renais;
  • - Doenças inflamatórias intestinais;
  • - Doença celíaca;
  • - Pós-gastrectomia;
  • - Homocistinúria;
  • - Hemocromatose;
  • - Doenças reumáticas;
  • - Uso de medicamentos a base de glicocorticóides, hormônios tireoidianos, heparina, warfarina, antiepilépticos (fenobarbital, fenitoína, carbamazepina), lítio, metotrexato e ciclosporina.

Tipos

A osteoporose, basicamente se divide entre primária e secundária, vejamos:

Osteoporose primária

Este tipo tem como causa principal a deficiência de estrogênios (hormonas femininas). Na osteoporose pós-menopáusica, a perda óssea acelerada ocorre por causa da deficiência de estrogênios perto da fase de menopausa e é agravada pela idade, afetando então todo o esqueleto.

Em mulheres na fase pós-menopáusica, a reabsorção óssea predomina, e a perda da massa óssea fica evidente, o que leva à osteoporose e a fraturas.

Já na menopausa, os ovários deixam de produzir o estrogênio e a diminuição deles promove a perda acelerada de osso das seguintes formas:

  • - Aumento da reabsorção óssea.
  • - Diminuição da formação de osso.

A perda de massa óssea é mais acentuada entre 3 a 6 anos após a menopausa e após a perda acelerada inicial, diminuindo de forma lenta e gradual, até aos valores verificados antes da menopausa. É possível verificar essa perda nos primeiros anos após a menopausa, pois tem maior repercussão ao nível do osso trabecular que existe predominantemente nas vértebras e punhos.

As primeiras fraturas na mulher ocorrem geralmente nas vértebras ou nos punhos e, como a ocorrência da fratura vertebral está associada a um aumento significativo do risco de novas fraturas e da morbilidade, é bastante importante a intervenção precoce para prevenção da primeira fratura.

Osteoporose secundária

Quando a osteoporose e o aumento do risco das fraturas podem ocorrer como consequência de diversas situações clínicas, seja em homens ou mulheres, que são:

  • - Doenças genéticas.
  • Hipogonadismo (défice de hormonas sexuais).
  • - Doenças endócrinas (hormonais).
  • - Doenças gastrointestinais.
  • - Doenças hematológicas (doenças do sangue).
  • - Doenças auto-imunes (como a artrite reumatóide).
  • - Deficiências nutricionais.
  • - Distúrbios alimentares.
  • - Alcoolismo.
  • - Doenças crônicas sistêmicas, como doença renal grave.

Classificação da osteoporose

A osteoporose pode atingir as seguintes partes do corpo humano:

  • - Coluna vertebral: as pessoas idosas fraturam as vértebras da coluna com frequência, isso chama-se de “corcunda de viúva”, que é uma deformação comum e pode até levar à diminuição de tamanho do doente.
  • - Punho: ponto de apoio, é uma área na qual as fraturas acontecem normalmente. São os ossos mais sensíveis e têm pouca estrutura para sustentar o peso do corpo quando cai.
  • - Quadril/anca: as fraturas de pele são difíceis de cicatrizar e podem levar à invalidez. Pesquisas demonstram que cerca de 50% dos idosos que fraturam o quadril não conseguem mais andar sozinhos.
  • - Fêmur: bastante comum entre os que desenvolvem a doença. É frequente tanto em homens quanto em mulheres, principalmente depois dos 65 anos. A recuperação costuma demorar muito.

Sintomas da Osteoporose

A osteoporose pode provocar e facilitar as fraturas nos ossos e quedas, bem como a perda de massa óssea, causando os seguintes sintomas:

  • - Dor crônica.
  • - Deformidades.
  • - Perda de qualidade de vida e/ou desenvolvimento de outras doenças, como pneumonia.
  • - Encolhimento.
  • - Fraturas nas vértebras, provocando problemas gastrintestinais e respiratórios.

As fraturas de quadril podem levar o paciente à imobilização, e isto requer cuidados de enfermagem por um longo período.

Leia mais: Pneumonia: sintomas, formas de tratamento e diagnóstico

Qual profissional devo procurar? E qual o diagnóstico?

O médico especialista por diagnosticar e tratar o paciente com osteoporose é o reumatologista. A osteoporose costuma ser diagnosticada após a ocorrência da primeira queda, pois os sintomas não são perceptíveis. Para fazer o diagnóstico, o médico poderá solicitar os seguintes exames e avaliações:

  • - Exames laboratoriais e radiografias convencionais: ajuda a estabelecer o diagnóstico ou excluir causas secundárias da perda óssea. As radiografias convencionais podem identificar ou confirmar a existência de fraturas em mulheres com suspeita de fraturas osteoporóticas. Porém, ainda é pouco viável na avaliação da densidade óssea.
  • - Histórico clínico: investiga-se o histórico pessoal e familiar do doente e identifica-se os fatores de risco subjacentes. Os pacientes devem ser identificados e educados o mais precocemente possível para que possam tomar medidas preventivas. Geralmente, os pacientes se queixam de:
  1. Dor crônica ou frequente na coluna vertebral (raquialgias), causada pela ocorrência de fracturas vertebrais ou pelas alterações posturais que delas decorrem.
  2. Dificuldade em alcançar objetos situados a uma altura que antes alcançava sem dificuldade.
  • - Exame físico: identifica eventuais sinais da existência de osteoporose. Por exemplo, fraturas vertebrais que também podem originar deformidades visíveis da coluna, como a gibosidade (corcunda) na região dorsal superior. A medição da altura poderá detectar uma diminuição significativa em relação à altura que o indivíduo tinha na juventude.
  • - Densitometria óssea: um exame que mede a densidade mineral do osso da coluna lombar e no fêmur. O resultado divide-se em três classificações: normal, osteopenia e osteoporose e é fornecido através da comparação com a densidade óssea de pessoas jovens (T-score ou desvio padrão). O critério para osteoporose, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é um T-score menor que -2.5 na densitometria óssea.

Como é feita a densitometria de massa óssea?

É um exame de referência para o diagnóstico da osteoporose. A medida da massa óssea permite determinar o risco do paciente de ter fraturas futuras, auxiliando a identificação da necessidade de tratamento.

Também possibilita avaliar as mudanças na massa óssea com o tempo. O exame é realizado pela técnica de DEXA: absorciometria por raio X com dupla energia. Para fazer o diagnóstico da osteoporose também avalia-se os antecedentes do paciente, assim como a avaliação da densidade da coluna lombar e do fêmur proximal, colo femoral e/ou fêmur total e antebraço, segundo proposto pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Este exame vai refletir a situação atual do paciente, podendo ser necessário fazer comparações com exames anteriores para identificar o ganho ou a perda de massa óssea, e depois identificar a evolução da doença ou a eficácia do tratamento.

Há intervalos entre os exames, que são definidos pelo próprio médico, o qual deverá levar em consideração diversos critérios, como sexo e idade do paciente, a precisão da tecnologia empregada, etc. Mas geralmente, recomenda-se exames com intervalo mínimo de 1 a 2 anos.

Os resultados da densitometria são divididos em três:

  1. Densidade óssea normal = T-score entre 0 e -1.
  2. Osteopenia = T-score entre -1 e -2,5.
  3. Osteoporose = T-score menor que -2,5.

Quanto mais baixo for o T-score, maior será a gravidade da osteoporose e os riscos de fraturas.

As sociedades americanas National Osteoporosis Foundation (NOF) e North American Menopause Society (NAMS) recomendam a realização da densitometria óssea para os seguintes perfis:

  • - Todas as mulheres com 65 anos ou mais, e nas que tenham doenças que causam perdas ósseas.
  • - Mulheres na menopausa ou em transição, com 50 anos ou mais, que tiverem pelo menos um dos seguintes problemas:
  1. Fratura após a menopausa ou após os 50 anos (exceto no crânio, face, tornozelo ou dedos).
  2. Magreza ou IMC ≤ 21 kg/m².
  3. Pais com história de fratura no quadril.
  4. Artrite reumatoide.
  5. Fumantes atuais.
  6. Ingestão excessiva de álcool (≥ três doses por dia).

A Osteoporose tem cura? Qual é o tratamento?

Não há cura para a osteoporose, mas há tratamento. Os atuais tratamentos não revertem a perda óssea completamente. Como a doença é diagnosticada com frequência, somente após o seu diagnóstico, considera-se que uma das melhores estratégias seja medidas preventivas que retardem ou evitem o desenvolvimento da doença.

Medicamentos

Durante a vida é preciso melhorar o pico de massa óssea, reduzindo as perdas e evitando as quedas, de modo a prevenir uma osteoporose futura. Quanto aos medicamentos que podem ser usados, o médico poderá indicar:

  • - Reposição de cálcio e Vitamina D.
  • - Bifosfonatos (alendronato, risedronato, ácido zoledrônico) ou Ácido zoledrônico: esses são os mais utilizados no tratamento e prevenção da osteoporose. São vendidos na forma de comprimidos e devem ser tomados em jejum com água. O paciente não deve se deitar por pelo menos 1 hora, por causa do grave risco de refluxo e esofagite. É também administrado via intravenosa e deve ser administrado de 6 a 12 meses.
  • Raloxifeno: modelador seletivo do receptor de estrogênio. Age como o estrogênio, mas não é hormônio, tem os mesmos benefícios do estrogênio, sem os seus efeitos colaterais.
  • - Estrogênios e reposição hormonal: usado para tratar osteoporose até um passado recente, a reposição hormonal apesar de apresentar excelentes resultados traz consigo um aumento do risco de doenças cardiovasculares, trombose e câncer de mama. Por isso, não é mais indicado como tratamento de primeira linha para osteoporose e só deve ser usado em casos selecionados.
  • - Teriparatide (análogo do PTH, hormônio produzido pela paratireoide e responsável pelo controle do cálcio e do fósforo nos ossos): é um dos medicamentos mais promissores no tratamento, além de ser único, até o momento, que reverte parte das lesões já existentes. Ainda não há estudos completos sobre o seu perfil de segurança à longo prazo e o seu uso ainda está limitado a no máximo 2 anos.
  • Denosumabe (Prolia ou Xgeva): é um medicamento novo, age reduzindo a absorção óssea e aumentando a formação de osso, o que resulta em uma maior densidade óssea e um risco reduzido de fraturas. é administrado apenas uma vez, de forma subcutânea a cada 6 meses. Contudo, é mais caro que os bifosfonatos.

Atenção! 

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas nesse site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica. 

Leia mais: Câncer de Mama: sintomas, tipos, cura, o que é, prevenção e mais

Terapias

  • - Reposição de estrogênio.
  • - Suplementação de cálcio e vitamina D.

Cirurgias

  • - Vertebroplastia.
  • - Cifoplastia: procedimento ambulatorial usado para tratar fraturas por compressão dolorosa na coluna vertebral.

Grupos e fatores de risco

Entre os principais grupos e fatores de risco de desenvolvimento estão:

  • - Pele branca (caucasianos e asiáticos).
  • - Histórico familiar de osteoporose.
  • - Vida sedentária.
  • - Baixa ingestão de cálcio e/ou vitamina D (baixa exposição solar).
  • - Tabagismo.
  • - Sedentarismo.
  • - Sexo feminino (cerca de 70% dos casos).
  • - Consumo excessivo de álcool.
  • - Certos medicamentos, como:
  1. Anticonvulsivantes, hormônio tireoideano, glocorticoides e heparina.
  2. Glicocorticoides (cortisona).
  3. Fenitoína.
  4. Carbamazepina.
  5. L-Tiroxina (hormônio tireoidiano).
  6. Varfarina.
  7. Antidepressivos.
  8. Metrotrexate.
  9. Furosemida.
  • - Doenças de base, como: artrite reumatoide, diabetes, leucemia, linfoma.
  • - Baixa estatura e baixo peso.
  • - Menopausa.
  • - Nunca ter engravidado.

As doenças associadas à osteoporose são:

Complicações e Prognóstico

Pacientes da osteoporose têm grandes riscos em ter fraturas adicionais. As fraturas no quadril podem levar a uma dificuldade na movimentação e risco aumentado de trombose venosa profunda ou embolismo pulmonar.

Já as fraturas das vértebras podem levar a dor crônica severa de origem neurogênica, difícil de ser controlada, bem como uma deformidade. É de aproximadamente 20% a taxa de mortalidade em um ano que segue a fratura de quadril.

Mesmo sendo raras, as fraturas múltiplas de vértebras podem ocasionar a cifose severa (corcunda), esta pressão resultante nos órgãos internos pode incapacitar a pessoa a respirar de forma adequada. Pacientes da osteoporose têm alta taxa de mortalidade por causa das complicações da fratura.

Convivendo

O paciente com osteoporose deve tomar alguns cuidados para viver tranquilamente, entre essas precauções estão:

  • - Manter o peso ideal: com uma boa alimentação, que deve ser recomendada pelo médico, bem como exercícios físicos, que vão variar para cada caso.
  • - Nutrientes diários: na dieta é sempre bom incluir os mais importantes para o combate da osteoporose: cálcio e vitamina D, o nutricionista pode auxiliar na alimentação mais adequada para o paciente. Os alimentos mais recomendados para esses pacientes são:
  1. Laticínios, produtos lácteos (iogurte, queijo, leite, etc.).
  2. Vegetais: espinafre, brócolis.
  3. Peixes: sardinha e salmão.
  4. Tofu.
  • - Parar de fumar e não ingerir bebidas alcoólicas.
  • - Fazer adaptações em casa de forma que ela fique mais segura para o paciente, como instalação de corrimãos, luzes próximas à cama, tapetes só antiderrapantes e, cuidar para que os objetos não fiquem espalhados pela casa.
  • - Fazer regularmente o exame de desintometria óssea.

Tem prevenção?

É possível prevenir a osteoporose, adotando hábitos saudáveis ao longo da vida e, também, redobrando a atenção após a menopausa.

Já que a queda dos níveis do hormônio estrogênio acelera o processo de perda de densidade óssea, o que faz precisar de maiores cuidados para prevenir a doença.

Estima-se que cerca de 1/3 das mulheres brasileiras na pós-menopausa desenvolvem a osteoporose e, mesmo assim, 80% delas em idade adulta no país desconhecem a relação entre a menopausa e o aumento dos índices da doença.

Isto pode causar fraturas e diminuir muito a qualidade de vida da paciente, por isso é preciso sempre se informar para poder se precaver. Entre os principais modos de prevenção estão:

  • - Cuidar da saúde ao longo da vida.
  • - Ajustar os hábitos nos momentos em que o corpo pedir maiores cautelas.
  • - Praticar exercícios físicos regularmente, quanto mais cedo iniciar, mais chances de alcançar o pico de massa óssea.
  • - Exercícios como caminhada, atividades aeróbicas e também com carga contribuem para aumentar esse índice, que se mantém com a continuidade das atividades.
  • - Cuidar da alimentação também pode fazer a diferença na prevenção da osteoporose.
  • - Exposição à luz solar nos horários adequados: manhã e ao final da tarde, pode fazer a diferença na produção da vitamina, que também pode ser encontrada em alguns alimentos e suplementos vitamínicos.

Agora que você já sabe sobre os riscos da osteoporose e como se prevenir deles, compartilhe este artigo com mais pessoas para que elas também sejam informadas!

Referências

http://www.gineco.com.br/saude-feminina/doencas-femininas/osteoporose/
http://www.endocrino.org.br/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-osteoporose/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Osteoporose
http://www.osteoprotecao.com.br/editorial/123/osteoporose/conceituacao
http://www.roche.pt/sites-tematicos/osteoporose/oquee/
http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/osteoporose-causas-sintomas-tratamento-2/
http://www.herniadedisco.com.br/doencas-da-coluna/osteopenia-e-osteoporose/
http://www.mdsaude.com/2009/09/osteoporose.html

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