0 MEDICAMENTOS COM

Glicazida

0 Ofertas de R$ até R$
Apenas com Ofertas
Ordenar:

Oi, ficamos felizes que você esteja navegando pelo nosso portal, mas nesse momento estamos cadastrando os itens desta categoria.

Em breve tudo estará pronto. Esperamos vê-lo de volta!

Informações do Glicazida

Descrição

Antidiabético indicado para tratamento de diabetes melito do tipo 2. Seus medicamentos podem ser encontrados em comprimido.

Indicação do Glicazida

Tratamento de diabetes melitus tipo 2.

Contra-indicação do Glicazida

Cetoacidose, insuficiência hepática e renal grave, diabetes melito tipo 1, porfiria, lactantes, gestantes e/ou com hipersensibilidade a gliclazida e outras sulfoniluréias.

Tipo de receita

Branca Comum

Posologia do Glicazida

- Começar no café da manhã com 40 a 80 mg/dia; depois a dose deve ser ajustada segundo a resposta do paciente. Dose máxima: 320 mg/dia. Quando as doses forem maiores que 160 mg podem ser necessárias 2 administrações.

Reações adversas do Glicazida

Distúrbios hepáticos e reações de hipersensibilidade, reações cutâneas, prurido.

Riscos

Hipoglicemia, distúrbios gastrintestinais.

Interação medicamentosa do Glicazida

- Pode ocorrer síndrome tipo dissulfiram quando em ação com etanol.
- O efeito hipoglicemiante de gliclazida pode ser minimizado por: Etanol, betabloqueadores, diuréticos, rifampicina, corticosteróides.
- Em ação com varfarina e ciclosporina pode aumentar o efeito das mesmas.
- Com salicilatos, sulfonamidas, inibidores da ECA, antiácidos, esteróides anabolizantes, há o aumento do efeito hipoglicemiante de gliclazida.
- 
Associações com barbitúricos podem reduzir a ação de Gliclazida.
- 
Associações com corticoides, diuréticos e estropro-gestativos podem causar hiperglicemia.

Cuidados e orientações do Glicazida

- Deve ser tomado com a primeira refeição do dia.
- O medicamento deve ser armazenado em temperatura ambiente, entre 15º a 30º C.
- É importante ingerir uma pequena quantidade de mel ou açúcar (colocar entre gengiva e bochecha) caso haja sinais como tontura, suor excessivo, palpitações, sudorese, fome, confusão mental. Se este procedimento for feito e não apresentar melhoras, ajuda médica deve ser procurada.
- Devem ter cautela pacientes idosos e obesos.
- Caso alguma dose seja esquecida, esta deve ser tomada o quanto antes, porém não pode ser ingerida próximo do horário da dose seguinte.

Ações da substância do Glicazida

Gliclazida é um hipoglicemiante resultante da ligação endocíclica de um anel heterocíclico nitrogenado ao grupamento sulfonilureia, diferente portanto das outras sulfonilureias conhecidas.



Gliclazida estimula a secreção de insulina e potencializa o efeito insulino-secretor da glicose.



Gliclazida corrige a inércia pancreática restaurando o pico precoce da secreção da insulina, restabelecendo, assim, a resposta fisiológica de insulina ao estímulo alimentar. Deste modo, ele evita os picos de hiperglicemia pós-prandial e a hipoglicemia reacional. Isto foi confirmado pela dosagem da glicemia pós-prandial, registros de ciclos glicêmicos contínuos e da glicemia de 24 horas.



A ação metabólica de Gliclazida se faz então sem a ocorrência de hiperinsulinismo, diminuindo o risco de hipoglicemia e aterosclerose. A ação hipoglicemiante progressiva de Gliclazida e sua meia-vida biológica de cerca de 12 horas contribuem para sua segurança de uso.



Gliclazida é rapidamente absorvido a partir do trato gastrintestinal e a concentração sanguínea é máxima entre a 2a e a 6a hora. A fixação às proteínas é de 94,2% no homem. A meia-vida biológica da gliclazida é de 12 horas no homem e, portanto, Gliclazida pode ser administrado em duas tomadas diárias para se obter uma maior eficácia.



A gliclazida é intensivamente metabolizada e seu principal metabólito sanguíneo, que representa 2 a 3 % da dose total, é desprovido de atividade hipoglicemiante mas mantém propriedades hemobiológicas.


A eliminação ocorre essencialmente por via urinária e menos de 1 % da dose ingerida é reencontrada na urina sob forma inalterada. Estudos com animais mostraram que Gliclazida diminui de forma altamente significativa a adesão das plaquetas à parede vascular e evita a formação do coágulo plaquetário, estado inicial da formação do trombo; aumenta a fibrinólise parietal, dificultando a persistência anormal de fibrina sobre a parede do vaso; normaliza a sensibilidade dos vasos à adrenalina, opondo-se à agressão desta que é particularmente nociva para os vasos do diabético. Dessa forma, Gliclazida opõe-se a microtrombose experimental, retardando o aparecimento do trombo parietal e a evolução do mesmo para a obliteração total do vaso, diminuindo consideravelmente a duração da trombose e acelerando a velocidade de desaparecimento do trombo. No homem foi confirmado que o uso de Gliclazida em pacientes diabéticos insulino e não insulino-dependentes promove diminuição da adesividade e da agregação plaquetárias, lentificação do turn-over das plaquetas e normalização da atividade fibrinolítica endotelial.



Estudos controlados sugeriram que Gliclazida retarda a evolução da retinopatia diabética no estado não-proliferativo e não modifica a função renal que permanece normal ou estacionária e é acompanhada de uma diminuição significativa da proteinúria, paralelamente a um controle da pressão arterial e da glicemia.

Doenças relacionadas

Diabetes

Especialidades médicas

Endocrinologia

CDB (Denominação Comum Brasileira)

04474.