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Ritalina (A3)

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Novartis
Item-1 Princípio ativo: metilfenidato Item-3 Necessita de receita. Item-3 Receita retida. Item-3 A3 Amarela.
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Indicações: Transtorno de deficit de atenção/hiperatividade (TDAH).

(Leia a bula)

Contra-Indicações: Ritalina é contraindicada para pacientes com:

Hipersensibilidade ao metilfenidato ou a qualquer excipiente.

* Ansiedade, tensão.

* Agitação.

* Hipertireoidismo.

* Distúrbios cardiovasculares pré-existentes incluindo hipertensão grave, angina, doença arterial oclusiva, insuficiência cardíaca, doença cardíaca congênita hemodinamicamente significativa, cardiomiopatias, infarto do miocárdio, arritmias que potencialmente ameaçam a vida e canalopatias (distúrbios causados por disfunção dos canais iônicos).

* Durante tratamento com inibidores não seletivos e irreversíveis de monoamino oxidase (MAO), ou dentro de no mínimo 2 semanas de descontinuação do tratamento, devido ao risco de crises hipertensivas (veja “Interações medicamentosas”).

* Glaucoma.

* Feocromocitoma.

* Diagnóstico ou história familiar de síndrome de Tourette.

Interação: * Drogas anti-hipertensivas

Ritalina pode diminuir a efetividade do medicamento utilizado para o tratamento da hipertensão.

* Uso com drogas que elevam a pressão sanguínea

Ritalina deve ser utilizada com cautela em pacientes tratados com medicamentos que aumentam a pressão sanguínea (Leia a Bula).

Devido a possibilidade de crises hipertensivas Ritalina é contraindicada em pacientes tratados (atualmente ou que já fazem uso há 2 semanas) com inibidores irreversíveis e não seletivos da MAO (veja “Contraindicações”).

* Uso com álcool

O álcool pode exacerbar os efeitos adversos de fármacos psicoativos no SNC, inclusive de Ritalina. É portanto, recomendável que os pacientes abstenham-se de álcool durante o tratamento.

* Uso com anestésicos halogenados

Há o risco de aumento repentino na pressão sanguínea durante cirurgias. Se uma cirurgia está planejada, Ritalina não deve ser tomada no dia da cirurgia.

* Uso com agonistas alfa-2 de ação central (ex. clonidina)

Eventos adversos sérios incluindo morte súbita foram relatados no uso concomitante com clonidina, apesar de não haver relações causais com a combinação. Uso com drogas dopaminérgicas.

Como um inibidor da recaptação da dopamina, Ritalina® pode estar associada com interações farmacodinâmicas quando coadministrado com agonistas dopaminérgicos direto e indireto (incluindo DOPA e antidepressivos tricíclicos) assim como os antagonistas dopaminérgicos (antipsicóticos, por ex., haloperidol). A coadministração de Ritalina com antipsicóticos não é recomendada devido ao mecanismo de ação contrário.

Interações farmacocinéticas

A Ritalina não é metabolizada pelo citocromo P450 em extensão clinicamente relevante. Não se espera que indutores ou inibidores do citocromo P450 tenham qualquer impacto importante na farmacocinética da Ritalina. Inversamente, o d- e l- enantiômero do metilfenidato na RITALINA não inibe de forma relevante o citocromo P450 1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 ou 3A.

A coadministração de Ritalina não aumenta a concentração plasmática do substrato da desipramina CYP2D6.

Estudos de caso sugerem um potencial de interação de Ritalina com anticoagulantes cumarínicos, alguns anticonvulsivantes (ex. fenobarbital, fenitoína, primidona), fenilbutazona e antidepressivos tricíclicos, mas as interações farmacocinéticas não foram confirmadas quando maiores quantidades de amostras foram analisadas. Pode ser necessária a redução da dosagem dessas drogas.

Uma interação com o anticoagulante etilbiscoumacetato em 4 pacientes não foi confirmado em um estudo subsequente com uma amostra maior (n=12).

Não foram realizados outros estudos de interações específicas droga-droga com Ritalina in vivo.

Posologia: Posologia

A dose de Ritalina deve ser individualizada de acordo com as necessidades e respostas clínicas dos pacientes.

No tratamento do TDAH, procura-se adaptar a administração do medicamento aos períodos
de maiores dificuldades escolares, comportamentais e sociais para o paciente.

A Ritalina deve ser iniciada com doses menores, com incrementos em intervalos semanais.

Doses diárias acima de 60 mg não são recomendadas.

Se não for observada melhoria dos sintomas posterior à titulação da dose e após o período de um mês, o medicamento deve ser descontinuado.

Se os sintomas se agravarem ou ocorrerem outras reações adversas, a dosagem deverá ser reduzida ou, se necessário, pode-se descontinuar o medicamento.

Se o efeito do medicamento se dissipar muito cedo ao cair a noite, poderá ocorrer um retorno dos distúrbios comportamentais e/ou dificuldade para dormir. Uma pequena dose do comprimido convencional de Ritalina, ao anoitecer, poderá ajudar a resolver o problema.

Ritalina deve ser periodicamente descontinuada a fim de se avaliar a criança. A melhora pode ser mantida, quando o fármaco é descontinuado temporária ou permanentemente.

O tratamento medicamentoso não pode e não precisa ser indefinido. Pode, geralmente, ser descontinuado durante ou após a puberdade. Entretanto, o TDAH pode estender-se até a fase adulta e nestes casos, o tratamento com Ritalina pode ser continuado para beneficiar estes pacientes, mesmo após a puberdade.

* Crianças e adolescentes (6 anos de idade ou acima):

Iniciar com 5 mg, 1 ou 2 vezes ao dia (por ex: no café da manhã e no almoço), com incrementos semanais de 5 a 10 mg. A dosagem diária total deve ser administrada em doses divididas.

* Adultos:

A dose média diária é de 20-30 mg, administrada em 2 a 3 doses.

Alguns pacientes podem necessitar de 40-60 mg diários, enquanto para outros, 10-15 mg diários serão adequados. Em pacientes com dificuldade para dormir, se a medicação for administrada ao final do dia, devem tomar a última dose antes das 18 horas.

Categorias: Sistema Nervoso, Outros

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Todas as informações contidas neste site têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

SE PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.

PROCURE UM MÉDICO E O FARMACEUTICO. LEIA A BULA.