Anador

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500mg, caixa com 120 blísteres com 4 comprimidos

EAN 7896026300704
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Indicado como analgésico e antitérmico.

- Recomenda-se que os comprimidos sejam deglutidos sem mastigar e com líquido suficiente (aproximadamente 1⁄2 a 1 copo).
- Anador não deve ser administrado em altas doses, ou por períodos prolongados, sem controle médico.
- O tratamento pode ser interrompido a qualquer instante sem provocar danos, inerentes à medicação, ao paciente.
- Adultos e adolescentes acima de 15 anos: 1 a 2 comprimidos, até 4 vezes ao dia. Doses maiores, somente a critério médico.

- Hipersensibilidade à dipirona ou a qualquer um dos componentes da fórmula ou, ainda, com intolerância conhecida aos derivados pirazolônicos (ex.: isopropilaminofenazona, fenazona, propifenazona, fenilbutazona, oxifembutazona) incluindo caso anterior de agranulocitose em relação a um destes medicamentos;
- Determinadas doenças metabólicas, como porfiria hepática aguda intermitente (risco de indução de crises de porfiria) e deficiência congênita da glicose-6-fosfato-desidrogenase (risco de hemólise);
- Função da medula óssea insuficiente (ex: após tratamento citostático) ou doenças do sistema hematopoiético;
- Asma analgésica ou intolerância analgésica do tipo urticária- angioedema, ou seja, em pacientes com desenvolvimento anterior de broncoespasmo ou outras reações anafilactóides (ex.: urticária, rinite, angioedema) provocadas por salicilatos, paracetamol ou outros anti- inflamatórios não esteroidais (ex.: diclofenaco, ibuprofeno, indometacina, naproxeno);
- Crianças menores de 3 meses de idade ou pesando menos de 5 kg;
- Durante os três primeiros e três últimos meses de gravidez.

- Gravidez e lactação:
Recomenda-se não utilizar Anador durante os primeiros 3 meses da gravidez. Durante o segundo trimestre, o uso de Anador somente deve ocorrer após cuidadosa avaliação do potencial risco/benefício pelo médico. Anador não deve ser utilizado durante os 3 últimos meses da gravidez, uma vez que, embora a dipirona seja uma fraca inibidora da síntese de prostaglandinas, não se pode excluir a possibilidade de fechamento prematuro do ducto arterial e de complicações perinatais devido ao prejuízo da agregação plaquetária da mãe e do recém-nascido.

- Pacientes idosos:
Em pacientes idosos deve-se considerar a possibilidade de desenvolvimento de insuficiência hepática e renal.

As reações anafiláticas / anafilactoides leves manifestam-se tipicamente na forma de sintomas cutâneos ou nas mucosas (tais como: prurido, ardor, rubor, urticária, inchaço), dispneia e, menos frequentemente, sintomas gastrintestinais.
Estas reações leves podem progredir para formas graves com urticária generalizada, angioedema grave (até mesmo envolvendo a laringe), broncospasmo grave, arritmias cardíacas, queda da pressão sanguínea (algumas vezes precedida por aumento da pressão sanguínea) e choque circulatório.
Além das manifestações cutâneas e de mucosas de reações anafiláticas / anafilactoides mencionadas acima, podem ocorrer ocasionalmente erupções fixadas por medicamentos; raramente, exantema; e, em casos isolados, reações cutâneas bolhosas graves ou até com risco de vida, geralmente com comprometimento da mucosa (síndrome de Stevens-Johnson ou síndrome de Lyell). No evento de tais reações cutâneas, deve-se suspender o tratamento imediatamente e consultar o médico.
Reações hipotensivas isoladas
Em pacientes com febre alta, podem ocorrer ocasionalmente após a administração, reações hipotensivas transitórias isoladas (possivelmente por mediação farmacológica e não acompanhadas por outros sinais de reações anafiláticas/anafilactoides); em casos raros, estas reações apresentam-se sob a forma de queda crítica da pressão sanguínea dependente da dose e sem sinais de hipersensibilidade.

Reações hematológicas
Podem desenvolver-se raramente leucopenia e, em casos muito raros, agranulocitose ou trombocitopenia. Estas reações são consideradas imunológicas e podem ocorrer mesmo após ANADOR ter sido utilizado previamente em muitas ocasiões, sem complicações. Agranulocitose pode representar risco de vida.
Sinais típicos de agranulocitose incluem lesões inflamatórias na mucosa (ex.: nasal, orofaríngea, anorretal, genital), inflamação na garganta, febre alta (mesmo inesperadamente persistente ou recorrente), calafrio, dor de garganta, dificuldade de engolir. Na ocorrência desses sintomas, o tratamento deve ser imediatamente descontinuado. Entretanto, os sinais típicos de agranulocitose podem ser mínimos em pacientes recebendo antibioticoterapia. A taxa de sedimentação eritrocitária é extensivamente aumentada, enquanto que o aumento de nódulos linfáticos é tipicamente leve ou ausente.
Sinais típicos de trombopenia incluem uma maior tendência para sangramento e aparecimento de petéquias na pele e membranas mucosas.

Outras reações adversas
Em casos muito raros, especialmente em pacientes com história de doença renal, pode ocorrer piora aguda da função renal (insuficiência renal aguda), em alguns casos com oligúria, anúria ou proteinúria. Em casos isolados, pode ocorrer nefrite intersticial aguda, principalmente em pacientes volume- depletados ou em caso de superdose.

Os seguintes pacientes apresentam risco especial para reações anafilactoides graves possivelmente relacionadas à dipirona:
- Pacientes com asma analgésica ou intolerância analgésica do tipo urticária- angioedema;
- Pacientes com asma brônquica, particularmente aqueles com rinosinusite poliposa concomitante;
- Pacientes com urticária crônica;
- Pacientes com intolerância ao álcool, ou seja, pacientes que reagem até mesmo a pequenas quantidades de certas bebidas alcoólicas, apresentando sintomas como espirros, lacrimejamento e rubor pronunciado da face. A intolerância ao álcool pode ser um indício de síndrome de asma analgésica prévia não diagnosticada;

Após superdose aguda registraram-se reações como: náuseas, vômito, dor abdominal, deficiência da função renal/insuficiência renal aguda (ex.: devido à nefrite intersticial) e, mais raramente, sintomas do sistema nervoso central (vertigem, sonolência, coma, convulsões) e queda da pressão sanguínea (algumas vezes progredindo para choque), bem como arritmias cardíacas (taquicardia). Após a administração de doses muito elevadas, a excreção de um metabólito inofensivo (ácido rubazônico) pode provocar coloração avermelhada na urina.
Em caso de superdose acidental, deve-se suspender a medicação, guardar repouso, preferencialmente deitado com as pernas elevadas, e procurar imediatamente atendimento médico de emergência.

Não existe antídoto específico conhecido para dipirona. Em caso de administração recente, deve-se limitar a absorção sistêmica adicional do princípio ativo por meio de procedimentos primários de desintoxicação, como lavagem gástrica ou aqueles que reduzem a absorção (ex.: carvão vegetal ativado). O principal metabólito da dipirona (4-N-metilaminoantipirina) pode ser eliminado por hemodiálise, hemofiltração, hemoperfusão ou filtração plasmática.
Recomenda-se monitorização cuidadosa das funções vitais com terapêutica de suporte, quando necessário.

A administração de dipirona pode causar reações hipotensivas isoladas, possivelmente dose-dependentes. Além disso, o risco de reações hipotensivas graves desse tipo é aumentado em pacientes que apresentam hipotensão preexistente, pacientes com depleção volumétrica ou desidratação, instabilidade circulatória ou insuficiência circulatória incipiente, bem como em pacientes com febre excepcionalmente alta (hiperpirexia). Portanto, cuidados especiais são necessários em pacientes com pressão sanguínea abaixo de 100 mmHg ou com condições circulatórias instáveis (ex.: deficiência circulatória incipiente associada a infarto do miocárdio, lesões múltiplas ou choque recente).
Nestes pacientes, a dipirona deve ser indicada com extrema cautela e a administração de Anador em tais circunstâncias deve ser realizada sob supervisão médica. Podem ser necessárias medidas preventivas (como estabilização da circulação) para reduzir o risco de reação de hipotensão. Recomenda-se supervisão médica quando se administra em crianças com mais de 3 meses e crianças pequenas.

Em pacientes com insuficiência renal ou hepática, desaconselha-se o uso de altas doses de dipirona, visto que a taxa de eliminação é reduzida nestes pacientes. Entretanto, para tratamento em curto prazo não é necessária redução da dose. Não existe experiência com o uso de dipirona em longo prazo em pacientes com insuficiência renal ou hepática.
Deve-se considerar a possibilidade de desenvolvimento de insuficiência hepática e renal em pacientes idosos e pacientes debilitados.

Medicamento-medicamento: a dipirona pode causar redução dos níveis plasmáticos de ciclosporina. As concentrações da ciclosporina devem, portanto, ser monitoradas quando a dipirona é administrada concomitantemente.
A administração concomitante da dipirona com metotrexato pode aumentar a hematotoxicidade do metotrexato particularmente em pacientes idosos. Portanto, esta combinação deve ser evitada.
A dipirona pode reduzir o efeito do ácido acetilsalicílico na agregação plaquetária, quando administrados concomitantemente. Portanto, essa combinação deve ser usada com precaução em pacientes que tomam baixa dose de ácido acetilsalicílico para cardioproteção.
A dipirona pode causar a redução na concentração sanguínea de bupropiona. Portanto, recomenda-se cautela quando a dipirona e a bupropiona são administradas concomitantemente.

Medicamento-alimentos: não há dados disponíveis até o momento sobre a interação entre alimentos e dipirona.

Dímitra Apostolopoulou CRF-SP 08828

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO Mantenha em temperatura ambiente (15°C a 30°C), protegido da luz e umidade Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem Não use medicamento com o prazo de validade vencido Guarde-o em sua embalagem original ANADOR é uma solução límpida, amarela e com odor quase imperceptível Antes de usar, observe o aspecto do medicamento Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto do medicamento, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças 6

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO Mantenha em temperatura ambiente (15°C a 30°C), protegido da luz e umidade Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem Não use medicamento com o prazo de validade vencido Guarde-o em sua embalagem original O comprimido de ANADOR é amarelo-esverdeado claro a amarelo claro, sem odor, redondo, liso, brilhante, apresentando o logotipo da Boehringer Ingelheim e a palavra ANADOR na face superior e ranhura central na face inferior Antes de usar, observe o aspecto do medicamento Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto do medicamento, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças 6

COMPOSIÇÃO Cada mL (20 gotas) contém 500 mg de dipirona sódica monoidratada, correspondentes a 443,03 mg de dipirona Cada gota contém 25 mg de dipirona sódica monoidratada Excipientes: álcool etílico, sacarina sódica di-hidratada, metabissulfito de sódio, sorbitol, glicerol, edetato dissódico di-hidratado, essência de tangerina e água purificada Teor alcoólico: 0,0002% 1

sorbitol em sua composição (vide “4

COMPOSIÇÃO 4 O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO 6

COMPOSIÇÃO 5

COMPOSIÇÃO Cada comprimido contém 500 mg de dipirona sódica monoidratada, correspondentes a 443,03 mg de dipirona Excipientes: hipromelose, povidona, dióxido de silício, sacarose, amarelo de quinolina, amido, talco, estearato de magnésio, álcool etílico, água purificada 1

sacarose em sua composição (vide “4

Informações Profissionais

  • FABRICANTE

    Boehringer

  • TIPO DO MEDICAMENTO

    Similar

  • NECESSITA DE RECEITA

    Não, Isento de Prescrição Médica

  • PRINCÍPIO ATIVO

    Dipirona Sódica

  • CATEGORIAS DO MEDICAMENTO

    Analgésico e Antitérmico

  • CLASSE TERAPÊUTICA

    Analgésicos Não Narcóticos E Antipiréticos

  • ESPECIALIDADES

    Clínica Médica

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