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Item-1 Princípio ativo: cetorolaco de trometamol Item-3 Necessita de receita. Item-3 Branca comum.
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Indicações: Analgésico, antiinfiamatório e antipirético. Pode ser utilizado no tratamento da dor pós-operatória, pós-parto e cirurgias menores.

É um antiinflamatório com uma potente ação analgésica.

Contra-Indicações: é contra-indicado em pacientes durante o uso de lentes de contato gelatinosas e em pacientes com hipersensibilidade anteriormente demonstrada a qualquer dos ingredientes da fórmula.

Interação: Cetorolaco se liga em grande parte à proteína plasmática humana (99,2%) independentemente da concentração. Como o cetorolaco é uma droga altamente potente e se apresenta no plasma em baixas concentrações, não seria de se esperar que desloque outras drogas ligadas às proteínas significativamente. Concentrações terapêuticas de digoxina, warfarina, acetaminofen, fenitoína e tolbutamida não alteram aligação protêica de cetorolaco.

Aumenta o risco de hemorragia quando usado concomitantemente com heparina ou anticoagulantes orais. O tempo de protrombina deve ser cuidadosamente monitorizado. Estudos "in-vitro" indicaram que concentrações terapêuticas de salicilatos (300 Jlg/ml ), a ligação de cetorolaco foi reduzida de 99,2% para 97,5% representando um potencial 2 vezes maior do nível de cetorolaco livre no plasma. Não há evidência em estudos em animal ou humano que o cetorolaco induz ou inibe as enzimas hepáticas capazes de metabolizar o próprio cetorolaco ou outras drogas, portanto não seria esperado alterar a farmacocinética de outras drogas devido ao mecanismo de indução ou inibição enzlrnátíca.

É contra-indicado o uso de cetorolaco com probenecide por este aumentar significativamente o nível de cetorolaco no plasma e a meia-vida. cetorolaco reduz a resposta diurética dafurosemida em aproximadamente 20%.

Reações adversas:

Reações adversas observadas com uma incidência igual ou maior que 1% e com uma relação causa-efeito provável:

• Sistêmicas: edema.

• Sistema nervoso central: sonolência, vertigem, cefaléia (17%) e sudorese.

• Cardiovasculares: hipertensão

• Gastrointestinais: náusea (12%), dispepsia ( 12%), dor gastrointestinal ( 13%), constipação, diarréia, flatulência, sensação de plenitude gastrointestínal, vômito eestomatite.

• Hemáticas elinfáticas: púrpura.

• Dermatológicas: "rush" e prurido.

Reações observadas com uma incidência de menos de 1% e com uma relação causa-efeito provável:

• Sistêmicas: reações de hipersensibilidade tais como anafilaxia, broncoespasmo, edema laríngeo, edema de língua, hipotensão, rubor, ganho de peso efebre.

• Sistema nervoso: convulsões, vertigem, tremor, transtornos do sono, alucinações e euforia.

• Cardiovasculares: rubor, palpitação, palidez, hipotensão e síncope.

• Respiratórias: dispnéia, asma e edema pulmonar.

• Gastrointestinais: úlcera péptica, hemorragia gastrointestinal, perfuração gastrointestinal, vômito negro, sangramento retal, gastrite, gases, anorexia, aumento de apetite.

• Hepáticas: hepatite, insuficiência hepática e icterícía colestática.

• Hemáticas e linfáticas: hemorragia no local da cirurgia que raras vezes requer transfusão, trombocitopenia, epistase eanemia.

• Dermatológicas: sindrome de Lyell, sindrome de Stevens-Johnson, dermatite esfoliativa, "rush" máculo papular e urticária.

• Urogenitais: insuficiência renal aguda, dor nos flancos com ou sem hematúria e/ou azotemia, oligúria enefrite.

Reações observadas cuja relação causa-efeito com ocetorolaco nãofoi demonstrada:

• Sistêmicas: astenia.

• Sistema nervoso central: parestesia, depressão, insônia, nervosismo, hipersinesia, estupor, delfrio, sede exerostomia.

• Respiratórios: rinite, tosse e dispnéia.

• Gastrointestinais: pancreatite.

• Hemáticas e linfáticas: leucopenia e eosinofilia.

• Urogenital: poliúria.

• Alterações dos órgãos dos sentidos: alterações da visão, visão turva, tinido.

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Há potencial para sensibilidade cruzada com o ácido acetilsalicílico, derivados do ácido fenilacético e outros agentes antiinflamatórios não-esteróides. Portanto, deve-se ter cautela ao tratar indivíduos com sensibilidade anteriormente exibida a esses fármacos. Com algumas drogas antiinflamatórias não-esteróides, há o potencial para aumento do tempo de sangramento devido à interferência com a agregação de trombócitos. Têm havido relatos de que drogas antiinflamatórias não-esteróides de aplicação ocular podem causar sangramento aumentado dos tecidos oculares (incluindo hifemas) em conjunção com cirurgia ocular.

Posologia: A dose usual é de 1 comprimido (10 mg) cada 4 a 6 horas, devendo ser ajustada de acordo com a severidade da dor e a resposta do paciente, não excedendo 90 mg/24 horas.

A duração máxima do tratamento não deve ser superior a 5dias. Tratamentos mais prolongados tem sido associados com o aumento da incidência de reações adversas, algumas delas graves. Para pacientes com menos de 50 Kg, acima de 65 anos e com dores menos severas, uma dose menor é recomendada por ser efetiva nestes casos, não devendo exceder a 60 mg/24 h.

Uso em Pacientes Idosos:

Por ser o cetorolaco eliminado um tanto mais lentamente em idosos que também são mais sensíveis aos efeitos gastrointestinal e renal dos anti-inflamatórios, recomenda-se uma atenção extra euma dose menor efetiva deve ser usada, não devendo exceder a 60 mg/24 h.

Classe Terapêutica: Antinflamatórios

Categorias: Dor e Contusão, Antiinflamatórios

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