Bula do Forten

Forten a partir de R$41,65

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Para que serve o Forten

Este medicamento é indicado como tônico energizante e reconstituinte.

Como o Forten funciona?

Forten é uma associação dos principais aminoácidos e de hidroxocobalamina (vitamina B12), que fornece ao organismo substâncias biológicas necessárias para manter seu equilíbrio físico e mental.

Geralmente, o efeito do medicamento é observado após o uso contínuo do produto por 15 a 20 dias.

Contraindicação do Forten

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com histórico de reação alérgica aos componentes da fórmula.

Como usar o Forten

Uso oral.
Uso adulto e pediátrico.

Instruções para o preparo da solução

  1. Pressionando lateralmente com o polegar, forçar decididamente a lingueta da tampa;
  2. Puxar a lingueta que se encontra parcialmente desprendida até removê-la totalmente;
  3. Tirar a tampa que estará, então, totalmente solta;
  4. Forçar para baixo o botão vermelho até romper a sub-tampa e fazer descer, no líquido, o pó contido na mesma;
  5. Agitar bem;
  6. Retirar a sub-tampa branca;
  7. Beber a solução obtida pura ou misturada com água ou outros líquidos.

Posologia

Adultos:

1 ou 2 frascos por via oral, a cada 24 horas, de preferência em jejum, por 2 a 3 semanas.

Crianças:

1 frasco por via oral, a cada 24 horas, de preferência em jejum, por 2 a 3 semanas.

O limite máximo diário recomendado para adultos é 2 frascos e para crianças é 1 frasco de Forten.

Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure a orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.


O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Forten?

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico, pois os efeitos terapêuticos podem não ocorrer conforme o esperado.

Se você se esquecer de tomar uma dose do medicamento, tome-o tão logo quando se lembrar. Se estiver próximo da hora da próxima dose, pular a dose esquecida e esperar para tomar a próxima dose.

Em caso de dúvidas, procure a orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Precauções do Forten

Se você tiver histórico de ataque cardíaco, cirrose hepática (do fígado), aumento de ureia no sangue (uremia) ou insuficiência hepática e renal, você deve informar seu médico.

A arginina pode favorecer o surgimento de herpes simples, especialmente se os níveis de lisina estiverem baixos.

O componente triptofano tem sido associado à síndrome de eosinofilia-mialgia, portanto é recomendado cuidado ao administrar este produto em pacientes com todos ou somente alguns dos sintomas desta síndrome.

O metabolismo anormal de triptofano pode ocorrer em pacientes que apresentam deficiência em piridoxina. Nesse caso o triptofano deve ser administrado com suplementos de piridoxina.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após seu término. Informe ao médico se está amamentando. Ele avaliará a relação risco-benefício do uso de Forten no seu caso.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Reações Adversas do Forten

Não são conhecidas, até o momento, reações adversas ao uso do produto.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento

População Especial do Forten

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após seu término. Informe ao médico se está amamentando. Ele avaliará a relação risco-benefício do uso de Forten no seu caso.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Composição do Forten

Cada 10 mL da preparação após a mistura contém:

  • - Cloridrato de arginina - 100 mg
  • - Dexfosfosserina (fosfoserina) - 40 mg
  • - Fosfato de levotreonina (fosfotreonina) - 10 mg
  • - Glutamina - 60 mg
  • - Triptofano - 40 mg
  • - Cloridrato de hidroxocobalamina - 500 mcg
  • - Veículo aromatizado q.s.p. -10 mL

Excipientes: sorbitol, benzoato de sódio, essência de laranja, manitol e água purificada.

Superdosagem do Forten

Não foram registrados sintomas de superdose até o momento.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação Medicamentosa do Forten

Embora o triptofano seja administrado em pacientes em tratamento com inibidores da MAO, para uma melhor eficácia clínica, deve-se observar que ele pode potencializar os efeitos adversos desses medicamentos.
O uso de triptofano com medicamentos que inibem a recaptação de serotonina pode exacerbar os efeitos adversos destes e desencadear a síndrome de serotonina.

Foi relatada sensibilidade cruzada entre cianocobalamina e hidroxocobalamina.

O uso concomitante de arginina e diuréticos poupadores de potássio pode resultar em hiperpotassemia.

Ação da Substância Forten

Em estudo piloto realizado com sujeitos idosos sobre a suplementação oral de aminoácidos, concluiu-se que a ingestão diária deste medicamento melhora a capacidade vital e a força muscular isométrica máxima, sem afetar os parâmetros metabólicos. Portanto, a suplementação pode representar uma intervenção benéfica para a manutenção do bom estado físico em idosos.

Além disso, como este medicamento é um poliaminoácido, as ações isoladas de seus respectivos ativos, amplamente estudados e utilizados na prática médica, geram a essência de sua ação farmacológica. A seguir seguem comprovações científicas das ações de cada um de seus aminoácidos e vitamina.

L-Arginina:

A arginina é um aminoácido semi-essencial que é requerido durante os períodos de crescimento, stress severo e lesões. Este aminoácido é um substrato para a síntese proteica, mas também tem ação como regulador das funções bioquímicas celulares, agindo pela conversão de um grande número de compostos biológicos. A arginina é utilizada por uma grande variedade de vias metabólicas que produzem diversos compostos como óxido nítrico, fosfato de creatina, poliaminoácidos, ornitina, citrulina entre outros, e suas reservas são primariamente reguladas por duas enzimas: arginase (parte do ciclo da ureia) e óxido nítrico sintase.

Este aminoácido possui diversos efeitos no corpo, que incluem modulação do sistema imune, melhora da cicatrização, aumento da secreção de hormônios, melhora do tônus vascular e nas funções endoteliais. Suas ações são mediadas por vias dependentes e independentes de óxido nítrico. O óxido nítrico modula muitas funções celulares incluindo tonificação vascular, expressão de moléculas de adenosina, adesão de leucócitos e agregação plaquetária. Ele melhora o sistema imunológico em pacientes sadios e doentes e estimula a cicatrização, e, além disso, possui diversas atividades psicológicas e farmacológicas.

Uma das funções mais importantes da arginina é no sistema cardiovascular. A arginina é convertida a óxido nitroso e citrulina na presença da enzima NOS. O óxido nítrico, por sua vez, tem um papel importante como regulador do sistema vascular atuando como vasodilatador. Em relação a seu potencial antioxidante, apresentou seus efeitos diminuindo a liberação de peróxido pelas células endoteliais.

Como estimulador da insulina, glicólise e secreção de prolactina, a arginina tem um papel importante no metabolismo da glicose, proteínas e lipídios. Além disso, a arginina produz efeitos benéficos adicionais em relação ao sistema imune, particularmente reações ligadas às células T.

Dexfosfosserina (fosfoserina) e fosfato de levotreonina (fosfotreonina):

A dexfosfosserina (fosfoserina) e fosfato de levotreonina (fosfotreonina) melhoram a transmissão dos impulsos nervosos. Ambos apresentaram bons resultados em casos de sobrecarga intelectual e fadiga mental.

A serina e a treonina, nos seus radicais fosforilados, também são muito importantes para o metabolismo das células nervosas.

A dexfosfosserina (fosfoserina) e fosfato de levotreonina (fosfotreonina) são substratos para a síntese da enzima acetilcolinesterase (AChE). Sua ação de melhora da transmissão dos impulsos nervosos está intimamente ligada à esta síntese. Esta enzima liga-se à membrana basal na fenda sináptica das sinapses colinérgicas, onde sua função consiste em hidrolisar o transmissor liberado.

Glutamina:

A glutamina é o aminoácido mais abundante nos seres humanos e possui muitas funções no organismo. É o principal transportador de nitrogênio na forma amino entre as células e uma fonte de energia importante para a rápida multiplicação celular, como por exemplo, nas células do sistema imunológico e gastrointestinal. É importante na síntese dos ácidos nucleicos, de glutationa, citrulina, arginina, glutamina, ácido gama-aminobutírico (GABA) e glicose. Também tem ações sobre o crescimento, integridade gastrointestinal, homeostase ácido-base e melhora da função imune.

Porém, sua ação principal está ligada ao sistema nervoso central, uma vez que as funções cerebrais são particularmente mediadas por duas substâncias produzidas a partir da glutamina: glutamato, o principal neurotransmissor excitatório, e pelo ácido gama- aminobutírico (GABA), o principal neurotransmissor inibitório. 5 Além disso, a glutamina é um precursor de síntese de nucleotídeos como adenosina trifosfato (ATP), purinas, pirimidinas e outros aminoácidos. O ATP (fonte energética) é produzido através da respiração celular sendo fonte de energia para os mais diversos processos e atividades do corpo humano.

Em condições fisiológicas normais a concentração de glutamina plasmática é mantida em um nível constante. A homeostase da glutamina depende do balanço entre sua produção e sua utilização pelos diferentes tecidos e órgãos do corpo. A suplementação por glutamina fundamenta-se no aumento da síntese proteica (efeito anabólico) e/ou redução da proteólise (efeito anticatabólico), por ser substrato para gliconeogênese bem como combustível do sistema imunológico. Assim, a glutamina evita a imunossupressão após exercício intenso, por participar da ressíntese de glicogênio e da síntese de neurotransmissores e ainda diminui a acidose metabólica.

Outra importante função é que durante situações de stress, exercícios físicos extenuantes e convalescência, ocorrem grandes mudanças no fluxo de glutamina. A suplementação desse aminoácido melhora esses parâmetros.

Triptofano:

O triptofano é precursor da serotonina, que tem um papel importante na transmissão do impulso nervoso, exercendo uma forte ação sobre as células nervosas. Com doses menos elevadas que as utilizadas em psiquiatria, ele ajudaria a célula normal a vencer a fadiga devida ao esgotamento. Segundo Brodie e Costa, a serotonina coordenaria a atividade simpática com as atividades somatomotoras e determinaria o comportamento protetivo e o recuperativo. Além disso, possui um papel importante na regulação do sono.

A síntese da serotonina (5-hidroxitriptamina) ocorre por uma via de duas etapas a partir do aminoácido essencial triptofano. A primeira etapa ocorre através da triptofano hidroxilase, uma oxidase de função mista que necessita de oxigênio molecular, e a segunda através da redução do cofator pteridina. A captação ativa do triptofano é o primeiro passo na síntese de serotonina no cérebro. Ao contrário de tirosina hidroxilase, a enzima triptofano hidroxilase não é regulada pela inibição do produto final, apesar da regulação por fosforilação ser comum a ambas as enzimas. Triptofano hidroxilase no cérebro não está saturada com substrato, consequentemente, a quantidade de triptofano no cérebro influencia a síntese de serotonina. Este aminoácido é transportado ativamente para o cérebro através de um carregador que também transporta outros aminoácidos neutros de cadeias grandes; assim, os níveis de triptofano no cérebro são influenciados não apenas pela sua concentração no plasma, mas também pela presença de concentrações plasmáticas de outros aminoácidos, que completa a absorção para o cérebro através do carregador.

Cabe ressaltar que, em condições fisiológicas normais, 70-90% do triptofano que circula no sangue estão ligados à albumina plasmática, enquanto que 10-30% estão na forma livre. Os aminoácidos de cadeia ramificada (ou ACR – leucina, valina e isoleucina) competem com o triptofano livre pela ligação ao mesmo transportador de aminoácidos neutros na barreira hematoencefálica. Desse modo, a entrada de triptofano no sistema nervoso central (SNC) é regulada pela razão plasmática triptofano livre/ACR e favorecida pela diminuição da concentração de ACR no sangue, decorrente do aumento da sua taxa de oxidação. Sendo assim, a diminuição dos estoques de glicogênio, o aumento da oxidação de ACR e a elevação da concentração de ácidos graxos plasmáticos atuam como fatores relevantes no aumento da síntese do neurotransmissor serotonina no SNC, fato este dependente da disponibilidade de triptofano – precursor da serotonina – no SNC. Este neurotransmissor possui diversas funções fisiológicas, uma vez que atua no humor, letargia, comportamento individual, regulação do sono, da temperatura corporal e da pressão arterial, supressão do apetite e alterações na percepção de esforço físico.

Hidroxocobalamina (B12):

A vitamina B12 é hidrossolúvel e não é sintetizada pelo organismo humano, sendo encontrada em alimentos de origem animal. Sua deficiência é muito frequente entre idosos, vegetarianos e indivíduos que adotam baixa dieta proteica ou apresentam problemas de absorção gastrintestinal. A deficiência de vitamina B12 leva a transtornos hematológicos, neurológicos e cardiovasculares, principalmente, por interferir no metabolismo da homocisteína (Hcy) e nas reações de metilação do organismo. Muitas vezes a deficiência pode permanecer assintomática por longos períodos, desencadeando uma deficiência crônica que, se mantida, pode levar a manifestações neurológicas irreversíveis. As manifestações neurológicas devem-se a danos progressivos dos sistemas nervosos central e periférico, e tipicamente manifestam-se com polineurites, principalmente sensoriais, nas extremidades distais, ataxia e reflexo de Babinski. Além disso, são comuns relatos de déficits de memória, disfunções cognitivas, demência e transtornos depressivos.

Em um estudo realizado com um grupo de alunos deficientes mentais, todos mostrando o mesmo nível mental e todos na mesma classe diferencial, 15 indivíduos foram tratados com uma associação de aminoácidos essenciais e hidroxocobalamina por um mês e 15 foram utilizados como controle. Os efeitos sobre a memória e atenção foram avaliados. Em todos os casos tratados, houve melhora subjetiva da saúde geral e humor. Os resultados sobre o sistema nervoso central podem ser considerados interessantes levando-se em conta o curto período de tratamento e o padrão do experimento (grupo controle).

CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

Este medicamento é uma associação dos principais aminoácidos na forma levógira (biologicamente ativa) e hidroxocobalamina, que visa fornecer ao organismo substâncias biológicas necessárias para a normalização do metabolismo, principalmente do SNC e do sistema muscular.

A arginina é um dos aminoácidos participantes do ciclo de Krebs-Henseleit e, desta forma, constitui um fator de troca tanto dos processos proteoanabólicos, a partir dos carboidratos, quanto dos processos catabólicos, com eliminação dos radicais amoníacos, tóxicos para o organismo. Sendo um constituinte universal das proteínas, ela intervém na síntese dos albuminoides, das proteínas enzimáticas, das nucleoproteínas, da hemoglobina, das proteínas plasmáticas e de todas as demais proteínas. Sua metabolização se realiza segundo dois mecanismos essenciais e sempre complementares: a desaminação oxidativa, assegurando a conservação do radical guanídico e sua utilização na síntese da creatinina, e a hidrólise enzimática, pela ação de uma enzima específica, a arginase. A presença de taxas elevadas de arginases nos múltiplos tecidos e, em particular, naqueles cuja atividade celular é importante (fígado, rins, glândulas mamárias, testículos, etc.) torna possível sua utilização nas várias sínteses do anabolismo proteico. A arginina é o único vetor do grupamento guanídico indispensável à síntese da creatinina e, portanto, da fosfocreatinina, além de poder dar lugar ao ácido glutâmico após ter sido cindida pela arginase.

A dexfosfosserina (fosfoserina) e o fosfato de levotreonina (fosfotreonina) são dois aminoácidos fosforilados reconhecidos como indispensáveis para a formação da maior parte das fosfoproteínas cerebrais, intervindo ainda na síntese dos ácidos nucleicos. Ambos compostos apresentam importante função energética por participarem, através dos seus radicais fosfóricos, da síntese do ATP a partir do ADP. As ligações fosfóricas ricas em ATP são, provavelmente, as únicas fontes de energia que estão à disposição imediata das células. Desta forma, atribui-se aos fosfolipídios, entre eles a dexfosfosserina (fosfoserina) e o fosfato de levotreonina (fosfotreonina), a capacidade de normalizar a atividade enzimática das membranas, principalmente na ocorrência de hipóxia, e de melhorar as relações glicogênio/glicose e lactato/piruvato cerebrais, assim como a síntese catecolamínica. Administradas conjuntamente, elas potencializam reciprocamente seus efeitos.

A serina, liberada da dexfosfosserina (fosfoserina), intervém na síntese da colina que é em seguida acetilada pela acetilcoenzima-A para formar a acetilcolina, enquanto que a treonina, advinda do fosfato de levotreonina (fosfotreonina), pode conduzir à formação de glicogênio por intermédio do ácido propiônico.

A glutamina, metabólito fisiológico da célula nervosa, é facilmente absorvida pelo tubo digestivo e, ao contrário do ácido glutâmico, atravessa a barreira hematoencefálica, apresentando um tropismo importante para o sistema nervoso. Possui múltiplas funções no interior da célula nervosa, porque intervém na formação intermediária dos carboidratos (ciclo de Krebs) com formação de ATP; no equilíbrio eletrolítico das membranas, atuando especialmente sobre o potássio; e na formação da acetilcolina. Ali, também participa dos processos de transaminação, favorecendo a síntese de alguns aminoácidos e, assim, a síntese proteica; e do sistema ácido glutâmico/glutamina responsável pela neutralização e eliminação do amoníaco formado nos tecidos cerebrais, o qual pode provocar fenômenos convulsivos quando em excesso.

Recentemente ficou claro que a glutamina é o substrato energético preferencial dos enterócitos e atua como imunomodulador. A deficiência de glutamina afeta a estrutura e a função do trato gastrintestinal, favorece a translocação bacteriana e reduz a atividade dos linfócitos e macrófagos.

O triptofano é um aminoácido essencial que é indispensável à síntese de muitas proteínas e cujo metabolismo segue três vias principais: formação de 5-hidroxitriptamina ou serotonina, de ácido nicotínico ou vitamina PP e de ácido xanturênico. Como precursor da serotonina, que tem um papel importante na transmissão do influxo nervoso, o triptofano exerce uma ação antidepressiva, além de atuar na qualidade do sono. O triptofano ajuda ainda, a célula normal a vencer a fadiga devida ao esgotamento, uma vez que a serotonina coordena a atividade simpática com as atividades somatomotoras, determinando um comportamento protetivo e recuperativo.

A hidroxocobalamina é ativadora do metabolismo, pois a cobalamina parece estar envolvida, pelo menos indiretamente, em todos os sistemas metabólicos conhecidos no homem. Dos seus efeitos bioquímicos resulta um dos processos de regeneração dos tecidos ao nível dos epitélios. Ela participa, pelo controle do ácido fólico, na produção de bases pirimidínicas e púricas, constituintes indispensáveis à biossíntese dos ácidos nucleicos, além de facilitar a síntese dos complexos lipídicos, a utilização hepática dos ácidos graxos e de aumentar a tolerância aos glicídios.

O sorbitol é uma substância adoçante natural e que se transforma em frutose após a absorção pelo trato gastrintestinal. O sorbitol aumenta a absorção da vitamina B12 pela mucosa intestinal e, assim como os demais glicídios, favorece a utilização nitrogenada. Não está contraindicado para os diabéticos.

Devido a estas características, este medicamento possui ação destoxificante, energizante e reconstituinte. Geralmente, o efeito do medicamento é observado após o uso contínuo do produto por 15 a 20 dias.

Cuidados de Armazenamento do Forten

Conservar o medicamento em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C).

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Após preparo, ou seja, após misturar o líquido com o pó, utilizar imediatamente ou em até 24 horas.

O medicamento Forten, antes de sua mistura, possui duas formas separadas, um pó e um líquido. O líquido trata-se de uma solução incolor, com cheiro e sabor adocicados. O pó tem a coloração rósea e cheiro e sabor caracteristicamente doces. Após a mistura, geram uma solução de cor avermelhada e de sabor doce.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Mensagens de Alerta do Forten

FORTEN® É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA.

Dizeres Legais do Forten

Reg. M.S.: 1.0058.0014
Farm. Resp.: Dra. C. M. H. Nakazaki
CRF-SP nº 12.448
CHIESI Farmacêutica Ltda.
Uma empresa do Grupo Chiesi Farmaceutici S.p.A.
Rua Dr. Giacomo Chiesi nº 151 - Estrada dos Romeiros km 39,2 - Santana de Parnaíba - SP
CNPJ nº 61.363.032/0001-46 - ® Marca Registrada - Indústria Brasileira
SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor): 0800-114525
www.chiesi.com.br

Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.

Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 09/12/2013.


SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.