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Dipropionato De Betametasona

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Informações do Dipropionato De Betametasona

Descrição

É um princípio antirreumático e antiinflamatório esteróide e imunossupressor. Atua também em casos de alergias. Uso oral e injetável.

Indicação

Doenças reumáticas, bursite, asma brônquica, enfisema pulmonar, fibrose pulmonar, doença inflamatória ocular, síndrome adrenogenital, lúpus eritematoso disseminado.

Contra-indicação

- Histórico de sensibilidade aos componentes da fórmula.
- Contraindicado em infecções cutâneas causadas por vírus ou fungos e tuberculose de pele e em pacientes com infecções cutâneas causadas por bactérias que não estejam recebendo tratamento concomitante apropriado.

Tipo de receita

Branca Comum

Posologia

Uso oral

Doença reumática – Ingerir de 6 até 8 mg/dia. Após alcançar resposta favorável, diminuir em 0,25 até 0,5 mg ao dia, quando a dose de manutenção satisfatória for alcançada, deve ser mantida por 4 até 8 semanas.

Bursite – Dividir em 3 ou 4 doses de 1 até 2,5 mg/dia. Assim que alcançar o resultado, reduzir o uso até não usar mais.

Estado de mal asmático – Máximo de 4,5 e mínimo de 3,5 mg/dia, até aliviar a crise. Após isso, reduzir a dose em 0,25 até 0,5 mg/dia, até não ser mais necessário.

Enfisema pulmonar ou fibrose – Ingerir doses de 6 a 8 horas de intervalo com 2 até 3,5 mg/dia, até obter melhora. Depois diminuir gradualmente, até alcançar entre 1 até 2,5 mg/dia.

Asma crônica de difícil tratamento – 3,5 mg/dia. Depois de obter resultado, diminuir a dose entre 0,25 e 0,5 por dia, até obter uma dose de manutenção satisfatória.

Afecções dermatológicas – 2,5 até 4,5 mg/dia, até obter um controle satisfatório. Depois reduzir 0,25 até 0,5 mg a cada 2 ou 3 dias, até que seja determinada a dose satisfatória.

Doença inflamatória ocular – Dividir em 3 ou 4 doses, 2,5 até 4,5 mg/dia até obter controle satisfatório. Reduzir então a dose em 0,5 mg/dia até atingir a dose de manutenção.

Lúpus eritematoso disseminado – dividir 3 vezes ao dia, doses de 1 até 1,5 mg. Reduzir a quantidade de medicamento até atingir a manutenção adequada (1,5 até 3,0 por dia).

Síndrome adrenogenital – Ingerir de 1 até 1,5 mg/dia.

Uso injetável:
Crianças (via intramuscular) - 0,02 até 0,125 mg/kg por dia.
Adultos (via intramuscular) – 0,25 até 8 mg/ dia nas nádegas.
Adultos (via intravenosa direta) – edema cerebral: 2 até 4 mg dose média total e estado de coma: 2 até 4 mg. 4 vezes ao dia.

Reações

Dermatológica - Inflamação avermelhada no rosto, crescimento de pelos em mulheres, diminuição da pigmentação na pele, pequenos pontos de sangramento na pele, diminuição da cicatrização.

Gastrintestinal – Aumento de apetite, indigestão, soluço, inflamação do pâncreas, úlcera no esôfago e estômago, distensão abdominal.

Cardiovascular – Inchaço, pressão baixa ou alta, insuficiência do coração.

Endócrino-metabólico – Aumento da glicose no sangue, ausência de menstruação, diabetes, problema hormonal, retenção de água, inchaço, diminuição do potássio no sangue.

Sistema nervoso central – Tontura, insônia, pressão intracraniana, convulsão, vertigem, falso tumor cerebral, nervosismo, sensação de queda iminente.

Oftalmológico – Aumento da pressão no olho, catarata.

Musculoesquelético – Fratura, fraqueza muscular, problema nos ossos, necrose óssea, dor nas juntas.

Local da injeção – Abscesso.

Outros – Suor, reação alérgica grave.

Interação medicamentosa

- Com ritodrina pode causar edema pulmonar em gestantes.
- Pode dificultar a ação de suplemento de potássio.
- Alteração do metabolismo com mitotano podem ocorrer.
- Pode diminuir a ação de crescimento (se utilizado em longo prazo) de: somatropina, somatrem.
- O risco de reações adversas de vacina de vírus vivos ou outra imunização é maior.
- Diminui a ação de diurético.
- Os níveis de glicose podem ser aumentados, podendo exigir acertos de doses de: insulina, antidiabético oral.
- Pode agravar a queda de potássio no sangue com: Anfotericina B, inibidor da anidrase carbônica.
- Pode ter sua ação diminuída por: indutor de enzimas hepáticas.

Cuidados/orientações

Uso em idosos: em pacientes idosos, devido à camada córnea cutânea ser mais delgada que a dos pacientes mais jovens, o medicamento pode acentuar a atrofia da pele ou púrpura. Além disso, a depuração de fármacos pela pele é mais lenta em idosos, o que potencializa seus efeitos.

Uso durante a gravidez e amamentação: a segurança do uso de corticosteroides tópicos durante a gravidez não foi estabelecida. Portanto fármacos pertencentes a esta categoria devem ser utilizados em gestantes unicamente se os benefícios potenciais justificarem os riscos potenciais para o feto. Assim, o medicamento não devem ser usado em grandes quantidades ou por período prolongado de tempo em gestantes.

Categoria de risco no primeiro trimestre da gravidez –D: o fármaco demonstrou evidências positivas de risco fetal humano, no entanto os benefícios potenciais para a mulher podem, eventualmente, justificar o risco, como por exemplo, em casos de doenças graves ou que ameaçam a vida e para as quais não existam outras drogas mais seguras.

Categoria de risco no segundo e terceiro trimestre de gravidez – C: Não foram realizados estudos em animais e nem em mulheres grávidas; ou então, os estudos em animais reveleram risco, mas não existem estudos disponíveis realizados em mulheres grávidas.

Doenças relacionadas

Asma Brônquica

enfisema pulmonar

fibrose pulmonar

Especialidades médicas

Pneumologia

Nomes comerciais

Beclonato, Beta Long, Betameson Maduran, Betaprospan, Betaspan, Betatrinta, Betnovate, Betrospan, Biproslan, Celestone, Celestone Soluspan, Cortifar, Diprobeta, Diprosone, Duoflam, Koide

CDB (Denominação Comum Brasileira)

01213.