Osmolac

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EAN 7898549754248
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Bula do Osmolac

Tratamento e prevenção da encefalopatia hepática. Pré-coma hepático. Tratamento sintomático da extase intestinal.

Obstipação:

- Adultos, via oral, 10g a 20g ao dia, administrados em uma só tomada. Dose máxima: 30g ao dia.

- Crianças: via oral, 0,25g/kg de peso ao dia.

Encefalopatia hepática:

- Adultos e crianças: via oral, 0,5g/kg a 0,7g/kg ao dia, divididos em três tomadas.

Hipersensibilidade ao fármaco, galactosemia e naqueles pacientes cujo trânsito intestinal esteja interrompido por oclusão intestinal, ileostomia ou colostomia.

O lactitol é um dissacarídeo constituído de galactose e sorbitol, que não é hidrolisado pelas dissacaridases intestinais. O lactitol passa pelo intestino delgado com uma absorção mínima e chega ao cólon na forma de substância inalterada, onde é então metabolizado pela flora intestinal, principalmente bacteróides e lactobacilos, dando origem a ácidos lático, acético, propiônico e butírico. A acidificação que então se produz na mucosa do cólon diminui a absorção de amoníaco, causando diminuição dos níveis de amoniemia.

Além disto, a transformação de lactitol em ácidos orgânicos de cadeia curta aumenta a pressão osmótica no cólon, o que causa aumento na retenção de água e no volume do bolo fecal; este fato explica o efeito regulador do lactitol sobre a extase intestinal.Não é irritante nem causa hábito, tendo sido demonstrada sua eficácia no tratamento e na prevenção da encefalopatia hepática, tanto nas crises agudas como em sua forma crônica.

O lactitol é aborvido em quantidades mínimas pelo trato gastrintestinal, encontrando-se apenas cerca de 2% da substância inalterada na urina.

As reações adversas principais compreendem flatulência, náuseas, dores abdominais e diarréia; neste último caso, recomenda-se reduzir as doses. Em geral, os efeitos secundários tendem a desaparecer após alguns dias de tratamento.

Caso seja administrado a pacientes idosos, o nível de eletrólitos no sangue deverá ser monitorado, especialmente nos tratamentos prolongados. Durante o primeiro trimestre da gestação recomenda-se não administrar lactitol, exceto quando os benefícios para a mãe superem os possíveis riscos para o feto. Sua presença no leite materno não foi estudada, porém em razão de sua absorção ser muito reduzida, não parece provável que possa alcançar nível significativo a ponto de influir na amamentação natural.

Não deve ser administrado juntamente com antiácidos nem neomicina, pois estes fármacos neutralizam o efeito acidificante do lactitol sobre as fezes. Não obstante, ambos os fármacos não afetam regulador sobre a extase intestinal em pacientes cuja patologia é a obstipação. Recomenda-se administrar com precaução a pacientes sob tratamento com diuréticos tiazídicos, corticosteróides, anfotericina B e carbenoxolona, pois o lactitol aumenta a perda de potássio causada por esses fármacos. O lactitol pode potencializar os efeitos dos digitálicos em função da perda de potássio que podem provocar. Deve evitar-se sua administração juntamente com opióides, analgésicos ou sedativos em pacientes com encefalopatia hepática.

Informações Profissionais

  • FABRICANTE

    Biolab

  • TIPO DO MEDICAMENTO

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  • NECESSITA DE RECEITA

    Não, Isento de Prescrição Médica

  • PRINCÍPIO ATIVO

    Lactitol

  • CATEGORIAS DO MEDICAMENTO

    Laxante

  • CLASSE TERAPÊUTICA

  • ESPECIALIDADES

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