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Bula do Herpstal

- É indicado no tratamento de Herpes Simplex da pele e mucosas, Herpes Genital e Zoster.

- Durante a Gravidez e Lactação.
- Hipersensibilidade à fórmula.

Uso Oral

Adultos e Adolescentes

- Herpes Simplex: 500 mg, 2 vezes por dia, durante 10 dias.

- Herpes Zoster: 1,000 mg, 3 vezes por dia, durante 7 dias.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO Principalmente em pacientes idosos, o médico deve ter o cuidado de assegurar uma ingestão adequada de líquidos e evitar o risco de desidratação A dose de Herpstal deve ser reduzida em pacientes com problemas nos rins Como a diminuição da função dos rins também é comum em idosos, pode ser necessário reduzir a dose nesses pacientes Nesse caso, seu médico deverá fazer o ajuste adequado da dose Deve-se ter cautela ao administrar altas doses de cloridrato de valaciclovir a indivíduos com doença do fígado Cloridrato de valaciclovir não cura o herpes genital ou elimina completamente o risco de transmissão Além da terapia com cloridrato de valaciclovir , recomenda-se a prática de sexo seguro Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas O médico deve considerar o estado clínico do paciente e os eventos adversos de cloridrato de valaciclovir ao avaliar a habilidade do paciente de dirigir veículos ou operar máquinas durante o tratamento Não houve nenhum estudo para investigar o efeito de cloridrato de valaciclovir no desempenho destas atividades Fertilidade Estudos em animais mostraram que o cloridrato de valaciclovir não afeta a fertilidade No entanto, altas doses parenterais de aciclovir resultaram em efeitos testiculares em ratos e cães Não foram realizados estudos sobre a fertilidade em seres humanos com cloridrato de valaciclovir, mas nenhuma alteração na contagem de esperma, na motilidade e na morfologia foi reportada após 6 meses de tratamento diário com 400 mg a 1 g de aciclovir em 20 pacientes Gravidez e lactação Se ocorrer gravidez ou se você decidir amamentar durante o tratamento com Herpstal ou após o término, informe seu médico Herpstal só deve ser usado durante a gravidez e a amamentação se o benefício para a mãe e/ ou o feto justificar o possível risco para o feto ou recém-nascido Existem dados limitados sobre a utilização de cloridrato de valaciclovir na gravidez Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas ou que estejam amamentando sem orientação médica ou do cirurgião dentista

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR Dados dos estudos clínicos Reações comuns (ocorrem em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor de cabeça, náuseas (enjoo) Dados pós-comercialização Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): falta de ar, erupções na pele, inclusive por sensibilidade aumentada à luz Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): vertigem (tontura), confusão, alucinação; redução da consciência; desconforto abdominal; vômito, diarreia; coceira; problemas nos rins Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): diminuição dos glóbulos brancos do sangue (leucócitos), que são as células de defesa do organismo, principalmente em pacientes que apresentam o sistema de defesa comprometido; diminuição do número de plaquetas do sangue, que são responsáveis pela coagulação; reação alérgica grave; distúrbios neurológicos e psiquiátricos como: agitação, tremor, falta de coordenação dos movimentos, dificuldade de articular as palavras e coordenar a fala, sintomas psicóticos, convulsões, coma; aumento reversível nos testes de enzimas do fígado (ocasionalmente descritos como hepatite); urticária (erupção na pele com manchas/placas vermelhas e coceira); angioedema (inchaço localizado por baixo da pele); insuficiência aguda dos rins e dor nos rins Outros distúrbios Houve relatos em estudos clínicos de insuficiência dos rins, anemia hemolítica microangiopática e diminuição do número de plaquetas do sangue (algumas vezes esses distúrbios se combinavam) em pacientes com o sistema de defesa gravemente comprometido, particularmente aqueles com doença avançada por HIV que recebiam altas doses (8 g/dia) de valaciclovir por períodos prolongados Isso foi observado em pacientes não tratados com valaciclovir que têm as mesmas condições subjacentes ou concomitantes Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento 9 O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO Ocorreram relatos de alguns sintomas em pacientes que receberam grande quantidade de valaciclovir: deficiência aguda dos rins e sintomas neurológicos como confusão, alucinações, agitação, redução da consciência e coma Também podem ocorrer náuseas e vômitos É necessário cautela para prevenir a

COMPOSIÇÃO: Cada comprimido revestido de 500 mg contém: Cloridrato de valaciclovir* 556,3 mg excipiente* q s p 1 com rev *equivalente a 500mg de valaciclovir ** hiprolose, crospovidona, celulose microcristalina, estearato de magnésio, álcool polivinílico + dióxido de titânio + macrogol + talco II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE 1

superdosagem (altas doses do medicamento) Muitos dos casos relatados envolveram pacientes idosos e com problemas nos rins, que receberam doses repetidas, por falta da avaliação da necessidade de redução apropriada da dosagem Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações

Não foi identificada nenhuma interação clinicamente significativa.

O aciclovir é eliminado primariamente inalterado na urina, através da secreção tubular renal ativa.

Quaisquer drogas administradas concomitantemente que venham a competir com esse mecanismo podem aumentar as concentrações plasmáticas do aciclovir após o uso do Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa).

Com a administração de 1g do Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa), a cimetidina e a probenecida aumentam a ASC do aciclovir por esse mecanismo e reduzem seu clearance renal. No entanto, em virtude do amplo índice terapêutico do aciclovir, não é necessário ajuste de dosagem.

Em pacientes que recebem altas doses do Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) (4 g/dia ou mais), é necessário ter cautela ao coadministrar drogas que competem com aciclovir pela eliminação, pois há possibilidade de aumento dos níveis plasmáticos de uma ou ambas as drogas ou seus metabólitos. Após uso concomitante do Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) com micofenolato de mofetila (agente imunossupressor usado em pacientes transplantados), observou-se aumento da ASC plasmática do aciclovir e do metabólito inativo do micofenolato de mofetila.

Também, é necessário ter cautela (e fazer o monitoramento das alterações da função renal) ao administrar Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) em altas doses (4 g/dia ou mais) com drogas que afetam outros aspectos da fisiologia renal (caso da ciclosporina e do tacrolimo, por exemplo).

Resultados de eficácia

O uso de Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) em duas tomadas diárias foi igual ou superior ao uso do aciclovir em 5 tomadas diárias tanto para o tratamento da primoinfecção sintomática pelo herpes quanto para o tratamento dos episódios posteriores. O uso de 500mg de Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) duas vezes ao dia, por 5 dias, reduziu a média de duração dos episódios e a média do tempo necessário para cura das lesões em dois dias, comparado com o placebo. O Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) também foi superior em tempo de cura e em tempo de resolução do episódio em 75% dos pacientes, além de abortar o surgimento de lesões em 31% dos pacientes. A média de tempo de liberação de partículas virais no grupo Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) foi 50% menor que a do grupo placebo.

A eficácia de Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) 500 mg duas vezes ao dia por 3 dias para o tratamento episódico de herpes está bem estabelecida. Em um estudo com 1170 pacientes, avaliou-se a eficácia de um esquema de 500mg de Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) duas vezes ao dia por três dias comparado a um esquema de posologia semelhante por 5 dias, concluindo-se que o esquema posológico de três dias é tão eficaz quanto o de cinco.

O uso de Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) 500mg em dose única diária demonstrou ausência de recorrência em 69% dos pacientes contra apenas 9,5% dos pacientes em uso de placebo, ou seja, o uso de Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) foi capaz de impedir a recorrência em um número 7,3 vezes maior de pacientes que o placebo (69% no grupo Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) e apenas 9,5% no grupo placebo).

O tratamento de episódios de herpes simples em pacientes imunocomprometidos com Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) 1g duas vezes ao dia se mostrou tão eficaz quanto aciclovir 200mg cinco vezes ao dia, porém, Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) apresenta melhor esquema posológico. Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) 500mg duas vezes ao dia também se mostrou eficaz na supressão da recorrência do herpes simples em pacientes imunocomprometidos.

Com relação ao tratamento de herpes-zoster, Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) mostrou eficácia superior em vários desfechos clínicos quando comparado ao uso do aciclovir: resolução mais rápida da dor associada (dor aguda), menor duração e incidência de pacientes com dor pós-herpética, menor incidência de dor persistente por mais de 6 meses após o episódio.

Quando utilizada a dose de 1g ao dia para supressão do herpes genital em pacientes recentemente infectados (< d1 ano de infecção), Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) reduziu a liberação de partículas virais em pacientes assintomáticos ou sintomáticos em 78% quando comparado ao placebo, além de uma redução de 66% em recidivas.

Em um estudo de supressão do shedding viral durante períodos assintomáticos, Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) suprimiu a liberação de partículas virais em 84% dos pacientes, contra 54% do grupo placebo.

Em pacientes transplantados de medula óssea, os níveis séricos de Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) oral foram iguais aos atingidos pelo aciclovir venoso e o uso de Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) reduziu em quase 50% o número de pacientes com infecção por Citomegalovírus, além de prolongar o tempo até o surgimento da infecção, em dias, em 51% ( de 28,5 dias no grupo placebo para 43 dias no grupo Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa)). Neste estudo, nenhum paciente em uso do Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) desenvolveu nenhuma doença por CMV.

Em um estudo de profilaxia de infecção e doença por CMV, os grupos Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) e ganciclovir demonstraram eficácia semelhante, porém, o uso profilático de Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) foi superior ao ganciclovir, ao reduzir o risco de rejeição aguda. Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) também demonstrou reduzir a mortalidade por todas as causas nos pacientes transplantados de órgãos sólidos.


Características farmacológicas

Propriedades farmacodinâmicas

O antiviral Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) é o éster L-valina do aciclovir, um nucleosídeo análogo da guanina.

No homem, o Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) é rápida e quase completamente convertido em aciclovir e valina, provavelmente, pela enzima Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) hidrolase. O aciclovir é um inibidor específico do herpes-vírus e possui atividade in vitro contra os vírus do herpes simples (VHS) tipo 1 e tipo 2, o vírus da varicela-zóster (VVZ), o citomegalovírus (CMV), o vírus de Epstein-Barr (VEB) e o herpes-vírus humano tipo 6 (HVH-6). O aciclovir, uma vez fosforilado na forma ativa de trifosfato, inibe a síntese de DNA dos herpes-vírus.

A primeira fase da fosforilação requer a atividade de uma enzima específica do vírus. No caso do VHS, do VVZ e do VEB, essa enzima é a timidina quinase (TQ), que está presente apenas em células infectadas pelo vírus. A seletividade é mantida no CMV com a fosforilação mediada, pelo menos em parte, por uma fosfotransferase, que é produto do gene UL97. Essa necessidade de ativação do aciclovir por uma enzima específica do vírus explica em grande parte sua seletividade.

O processo de fosforilação é completado com a conversão de monofosfato a trifosfato por quinases celulares. O trifosfato de aciclovir inibe competitivamente a DNA polimerase do vírus e a incorporação desse análogo de nucleosídeo resulta no término obrigatório da cadeia, interrompendo assim a síntese de DNA do vírus e impedindo a replicação viral.

O acompanhamento em longo prazo de casos clínicos de isolados de VHS e VVZ em pacientes que recebiam terapia ou profilaxia com o aciclovir revelou que a ocorrência de vírus com sensibilidade reduzida a essa droga é extremamente rara em imunocompetentes e de pouca frequência em indivíduos com comprometimento imune grave (por exemplo, os submetidos a transplante de órgão ou de medula óssea, os que estão sob quimioterapia para doenças malignas e infectados com o vírus da imunodeficiência humana, HIV).

A resistência deve-se normalmente a uma deficiência fenotípica da TQ que resulta em um vírus com profunda desvantagem no hospedeiro natural. É rara a descrição de redução de sensibilidade ao aciclovir como resultado de alterações sutis, tanto na timidina quinase como na DNA polimerase do vírus. A virulência desses variantes assemelha-se à de um vírus selvagem.

Propriedades farmacocinéticas

Após administração oral, o Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) é bem absorvido e rápida e quase completamente convertido em aciclovir e valina. Essa conversão é provavelmente mediada pela Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) hidrolase, uma enzima isolada do fígado humano. A biodisponibilidade do aciclovir a partir de 1.000 mg do Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) oral é de 54% e não é reduzida por alimentos. O pico médio das concentrações plasmáticas do aciclovir é de 10 a 37 μM (2,2 a 8,3 mcg/mL) após dose única de 250 a 2.000 mg do Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) em indivíduos sadios com função renal normal e ocorre em um tempo médio de 1 a 2 horas após a dose.

As concentrações plasmáticas máximas do Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) ficam em apenas 4% das observadas com o aciclovir e ocorrem em um tempo médio de 30 a 100 minutos após a administração, não sendo quantificáveis 3 horas pós-dosagem. O perfil farmacocinético, após dose única de Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) ou aciclovir, é semelhante ao observado após dose repetida. A ligação do aciclovir às proteínas plasmáticas é muito baixa (15%).

Em pacientes com função renal normal, a meia-vida plasmática de eliminação do aciclovir após dosagens únicas ou múltiplas de Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) é de aproximadamente 3 horas. Em pacientes com doença renal em estágio terminal, a meia-vida de eliminação média do aciclovir após a administração do Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) é de aproximadamente 14 horas. Menos de 1% da dose administrada do Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) é recuperado na urina como droga inalterada. O Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) é eliminado na urina principalmente sob a forma de aciclovir (mais de 80% da dose recuperada) e de seu metabólito conhecido, a 9-carboximetoximetilguanina (CMMG).

O herpes-zóster e o herpes simples não alteram significativamente a farmacocinética do Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) e do aciclovir após a administração oral do cloridrato de Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa).

Em um estudo de farmacocinética de Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) e aciclovir durante o período final de gravidez, a ASC (área sob a curva de concentração plasmática versus tempo) do aciclovir diário, no estado de equilíbrio, após a administração de 1.000 mg do Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa), foi aproximadamente 2 vezes superior à observada após a administração diária de 1.200 mg do aciclovir por via oral.

Em pacientes com infecção por HIV, a disposição e as características farmacocinéticas do aciclovir após administração oral de dose única ou doses múltiplas de 1.000 ou 2.000 mg do Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) permanecem inalteradas em comparação às de indivíduos normais.

Em pacientes submetidos a transplante tratados com Cloridrato de Valaciclovir (substância ativa) 2.000 mg 4 vezes ao dia, as concentrações máximas do aciclovir são similares ou superiores às observadas em voluntários sadios que receberam a mesma dose. As ASCs diárias estimadas são sensivelmente superiores.

III - DIZERES LEGAIS Reg MS: nº 1 3569 0508 Farm Resp : Dr Adriano Pinheiro Coelho CRF-SP nº 22 883 Registrado por: EMS SIGMA PHARMA LTDA Rod Jornalista F A Proença, km 08 Bairro Chácara Assay / Hortolândia - SP CEP: 13 186-901- CNPJ: 00 923 140/0001-31 Indústria Brasileira Comercializado por: GERMED FARMACÊUTICA LTDA Hortolândia - SP Fabricado por: EMS S/A Hortolândia – SP VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA SAC 0800-191222 www ems com br Histórico de alteração para a bula Data do Expediente No do Expediente Assunto N° do Expediente Assunto Data de aprovação Itens de bula Versões (VP/VPS)

Informações Profissionais

Fabricante

EMS Sigma Pharma

Tipo do Medicamento

Intercambiável

Necessita de Receita

Sim, Branca Comum

Categoria do Medicamento

Herpes

Classe Terapêutica

Antivirais para Herpes

Especialidades

Infectologia, Ginecologia, Urologia


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