Nitazoxanida

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Informações do Nitazoxanida

Indicação

- Tratamento das gastroenterites virais causadas por Rotavírus e Norovírus.
- Contra nematódeos, cestódeos e trematódeos, indicado no tratamento de helmintíases causadas por Enterobius vermicularis, Ascaris lumbricoides,
Strongyloides stercolaris, Ancylostoma duodenale, Necator americanus, Trichuris trichiura, Taenia sp e Hymenolepis nana.
- Diarreia causada por amebíase intestinal aguda ou disenteria amebiana causada pelo complexo Entamoeba histolytica/díspar.
- Diarreia causada por Giardia lamblia ou Giardia intestinalis.
- Diarreia causada por Cryptosporidium parvum.
- Tratamento de parasitoses causadas por Blastocistis hominis, Balantidium coli e Isospora belli

Contra-indicação

- Diabetes, doenças hepáticas ou doença renal;
- Hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula.
- Menores de 12 anos.

Tipo de receita

Branca Comum

Posologia

7,5mg/kg a cada 12 horas, por 3 dias.

O número de dia do tratamento só altera em casos de criptosporidíase em pacientes imumodeprimidos se a contagem de CD4 for superior a 50 células/mm³.

Reações

Diarreia, náusea, vômito, dor de cabeça, dor abdominal, tontura, taquicardia, flatulência, febre, prurido, rinite, anemia, aumento dos níveis sanguíneos de transaminase glutâmica pirúvica, aumento do apetite, aumento da creatinina no sangue e hiperidrose.

Interação medicamentosa

A nitazoxanida não tem efeitos significativos na inibição do citocromo P450 e, portanto, não são esperadas interações medicamentosas. No entanto, a nitazoxanida possui alta taxa de ligação às proteínas plasmáticas e, por isso, deve-se ter cautela no caso de coadministração com outros fármacos com elevada taxa de ligação proteica, como os anticoagulantes cumarínicos (ex. varfarina) e o anticonvulsivante fenitoína.

Cuidados/orientações

Idosos: não há estudos com pacientes acima de 65 anos. Ao indicar o medicamento, deve-se considerar a capacidade renal, hepática e cardíaca, a presença de outras doenças e a utilização concomitante de outras drogas.

Gravidez e lactação: os estudos de reprodução em ratos e coelhos com doses de 200 e 201 vezes à dose usual em humanos, respectivamente, não mostraram evidências de risco de toxicidade ou mutação do embrião ou feto. O emprego deste medicamento no período de gravidez e lactação será avaliado pelo médico, que deve considerar o risco x benefício.

Categoria B de risco na gravidez: os estudos em animais não demonstraram o risco fetal, mas também não há estudos controlados em mulheres grávidas, ou então, os estudos em animais revelaram riscos, mas que não foram confirmados em estudos controlados em mulheres grávidas.

CDB (Denominação Comum Brasileira)

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