Espironolactona

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Informações do Espironolactona

Descrição

Princípio ativo utilizado principalmente contra insuficiência cardíaca.
Medicamento encontrado em comprimido.

Indicação

Edema e ascite em condições de hiperaldosteronismo secundário, insuficiência cardíaca congestiva grave, diagnóstico e tratamento de hiperaldosteronismo primário, hipertensão arterial sistêmica, efeito corretivo de hipocalemia induzida por diuréticos espoliadores de potássio.

Contra-indicação

Hipersensibilidade ao mesmo, doença de Addison, hiponatremia, hipercalemia,
anúria e insuficiência renal grave.

Tipo de receita

Branca Comum

Posologia

Idosos
Todas as indicações
- Via oral, fracionada ou em dose única (depois café da manhã e almoço): 25 mg ao dia. Se for preciso, aumentar a dose em 5 dias.

Adultos
Insuficiência cardíaca congestiva grave (classes III e IV)
- Via oral (dose única): 25 mg/dia, em combinação com IECA e outros diuréticos.

Hipertensão arterial sistêmica
- Via oral (dose única): 25 mg/dia, em associação com diurético tiazídico.

Edema e ascite (originados por condições em que há hiperaldosteronismo secundário)
- Dose inicial (via oral, dose única): 100 mg/dia.
- Via oral (dose única ou fracionada) Dose de manutenção: 25 a 200 mg/dia.

Diagnóstico de hiperaldosteronismo primário
- Via oral (por 4 dias): 400 mg/dia (teste de curto prazo).

Tratamento de hiperaldosteronismo primário
- Via oral (preparação para cirurgia): 100 a 400 mg/dia; utilizar o medicamento como terapia de manutenção para pacientes não aptos para a cirurgia. Deve ser utilizada a menor dose possível.

Efeito corretivo de hipocalemia
- 25 mg ao dia.

Crianças
Hipertensão arterial sistêmica; diagnóstico e tratamento de hiperaldosteronismo
primário
- Recém-nascidos (fracionada em 2 doses ou em dose única): 1 a 2 mg/kg, até
7 mg/kg ao dia em ascite resistente.
- Crianças (1 mês a 12 anos): 1 a 3 mg/kg, fracionada em 2 doses ou em dose única; até 9 mg/kg/dia em ascite resistente.
- Crianças de 12 a 18 anos (fracionada em 2 doses ou em dose única): 50 a 100 mg. Máximo de 400 mg/dia em ascite resistente.

Reações

Dor de cabeça, confusão mental, vômitos, sonolência, diarréia, dor estomacal, irregularidades menstruais, náusea.

Riscos

Hepatotoxicidade, hiperpotassemia, osteomalacia, agranulocitose.

Interação medicamentosa

- Em ação com digitoxina pode haver mudanças na eliminação da digitoxina.
- Com lítio há o aumento nas concentrações plasmáticas de lítio e toxicidade.
- Antiinflamatórios não-esteróides e ácido acetilsalicílico provocam a minimização da eficácia de espironolactona.
- Ocorre a diminuição do efeito anticoagulante com varfarina.
- Em ação com digoxina potencializa a toxicidade da mesma
- As chances de risco de hipercalemia são maiores, quando em ação com: Amilorida, eplerenona, triantereno e inibidores da ECA.

Cuidados/orientações

- Devem ter cautela pacientes com insuficiência hepática, renal leve e moderada, gestantes, idosos, portadores de diabetes e nefropatia diabética.
- Não é recomendado para pacientes com porfiria.
- Há um risco maior de hipercalemia quando espironolactona é usada concomitantemente com inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA) ou diuréticos poupadores de potássio.
- Para não haver hiponatremia, hiperpotassemia, hipocloremia, é necessário haver monitoramento de eletrólitos sanguíneos.
- Não ingerir bebidas alcoólicas durante tratamento.
- Evitar alimentos com potássio.

Doenças relacionadas

hipertensão arterial

insuficiêncêia cardíaca grave

hipocalemia

Especialidades médicas

Cardiologia

Nomes comerciais

Spiroctan.

CDB (Denominação Comum Brasileira)

03561.