Ritalina LA

Ofertas a partir de R$197,45em 2 farmácias

2 ofertas

30mg, caixa com 30 cápsulas

EAN 7896261006867
PMC/SP R$ 263,27
Ordenar por
Lojas que entregam em: Chácara Maria Trindade, São Paulo - SP
Carregando ofertas...

Buscar por tipo

Relacionados ao medicamento Ritalina LA

1 oferta

40mg, caixa com 30 cápsulas

EAN 7896261006874
PMC/SP R$ 276,40
Ordenar por
Lojas que entregam em: Chácara Maria Trindade, São Paulo - SP
Carregando ofertas...

Sem ofertas

10mg, caixa com 30 cápsulas revestidos

EAN 7896261017177
PMC/SP R$ 94,06
Carregando ofertas...

No momento nenhuma farmácia está ofertando a apresentação deste medicamento.

Deixe seu e-mail para ser notificado quando houver ofertas desta apresentação.

Sem ofertas

20mg, caixa com 30 cápsulas

EAN 7896261006850
PMC/SP R$ 250,74
Carregando ofertas...

No momento nenhuma farmácia está ofertando a apresentação deste medicamento.

Deixe seu e-mail para ser notificado quando houver ofertas desta apresentação.

Bula

Ritalina LA é utilizada para o tratamento do Transtorno de deficit de atenção/hiperatividade.
O Transtorno de deficit de atenção/hiperatividade (TDAH) ou Transtorno hipercinético é um distúrbio de comportamento em crianças, adolescentes e adultos. Cerca de 3% das crianças sofrem deste transtorno, o que as torna incapazes de ficarem paradas e/ou se concentrar em tarefas por um determinado período de tempo. As crianças com esse transtorno podem ter dificuldades para aprender e fazer tarefas escolares. Elas podem frequentemente se tornar difícil de lidar, tanto na escola quanto em casa. Adultos com TDAH frequentemente têm dificuldade de se concentrar.
Costumam se sentir inquietos, impacientes, desatentos e ficam entediados com facilidade. Podem ter dificuldades em organizar sua vida pessoal e trabalho.

Se o paciente é uma criança ou se você for um adolescente, o médico prescreveu Ritalina LA como parte de um programa de tratamento de TDAH, o qual incluirá também usualmente terapia psicológica, educacional e social.

Se você tem alguma dúvida sobre como funciona a Ritalina LA ou porque este medicamento foi receitado para você, pergunte ao seu médico.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Ritalina LA tem como substância ativa o cloridrato de metilfenidato. Este medicamento é um estimulante do sistema nervoso central.
A Ritalina LA age melhorando as atividades de certas partes do cérebro que são pouco ativas. A Ritalina LA melhora a atenção e a concentração, além de reduzir comportamento impulsivo.
Uma cápsula de Ritalina LA fornece uma liberação inicial da substância ativa e uma segunda liberação aproximadamente 4 horas depois.

O médico irá decidir a dose mais adequada de acordo com a necessidade individual do paciente e da resposta. Siga cuidadosamente as instruções do seu médico. Não exceda a dose recomendada.

Quando e como tomar Ritalina LA
Tome Ritalina LA uma vez ao dia pela manhã, com ou sem alimento. Engula as cápsulas inteiras com água. Não triture, mastigue ou divida.
Se você é incapaz de engolir a cápsula Ritalina LA, você pode espalhar o conteúdo em uma pequena quantidade de alimento, da seguinte forma:
- abra cuidadosamente a cápsula e espalhe as partes sobre uma pequena quantidade de alimentos leves (por exemplo, suco de maçã).
- a comida não deve ser quente, porque isso poderia afetar as propriedades especiais do conteúdo.
- coma imediatamente toda a mistura de medicamento/alimento.
- não guarde a mistura de medicamento/alimento para uso futuro.
Uma cápsula de Ritalina LA fornece uma liberação inicial da substância ativa e uma segunda liberação em aproximadamente 4 horas após. É por isso que a Ritalina® LA pode ser tomado pela manhã, em casa, sem a necessidade de outra dose ao meio-dia.
As cápsulas de Ritalina LA tomadas uma vez por dia são comparáveis aos comprimidos de Ritalina tomados duas vezes ao dia. O médico irá aconselhá-lo a tomar a cápsula de Ritalina LA especialmente se você tomava anteriormente o comprimido de Ritalina.
Em alguns pacientes a Ritalina LA pode causar insônia. Para evitar dificuldade em adormecer, a última dose de Ritalina LA deve ser tomada antes das 18 horas, a menos que o seu médico tenha recomendado diferente.

Quanto tomar
Não altere a dose sem falar com o seu médico.
Se você tem a impressão de que o efeito da Ritalina LA é muito forte ou muito fraco, fale com o seu médico.

Crianças
O médico irá dizer-lhe quantas cápsulas de Ritalina LA dar para a criança. O médico irá iniciar o tratamento com uma dose baixa e aumentá-la gradualmente, conforme necessário.
A dose diária máxima recomendada é de 60 mg.

Adultos
A dose usual é de 20 a 30 mg, mas alguns pacientes precisam de uma dose maior.
A dose diária máxima recomendada é de 80 mg para o tratamento de TDAH.

Por quanto tempo tomar
Utilize este medicamento exatamente como indicado pelo seu médico.
Não o use mais, com mais frequência e por mais tempo do que o recomendado pelo seu médico. Se usado de forma inadequada, este medicamento pode causar dependência.
O tratamento para TDAH varia na duração de paciente para paciente. Ele pode ser interrompido durante ou depois da puberdade.
O médico pode descontinuar a Ritalina LA periodicamente para ver se ela ainda é necessária.
Para abrir o frasco, siga as seguintes instruções:
1) Pressione a tampa para baixo, apoiando o frasco em uma base (ex.: mesa, pia, etc);
2) Mantendo a tampa pressionada, gire-a no sentido indicado. Se ouvir um estalo é sinal que a tampa não está devidamente pressionada;
3) Após o uso, feche bem o frasco.

Se você parar de tomar a Ritalina LA
Não pare de tomar Ritalina sem falar com o seu médico. Pode ser necessário reduzir a dose diária gradativamente antes de parar completamente. Você vai precisar de supervisão médica após interromper o tratamento.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser aberto ou mastigado.

Não tome Ritalina LA se você:
- é alérgico (hipersensível) ao metilfenidato ou a qualquer outro componente de Ritalina® LA listado no início desta bula. Se você achar que pode ser alérgico, peça orientação ao seu médico;
- sofre de ansiedade, tensão ou agitação;
- tem algum problema da tireoide;
- tem problemas cardíacos, como ataque cardíaco, batimento cardíaco irregular, dor no peito (angina), insuficiência cardíaca, doença cardíaca ou se nasceu com problema do coração;
- tem pressão sanguínea muito alta (hipertensão) ou estreitamento dos vasos sanguíneos (doença arterial oclusiva que pode causar dor nos braços e pernas);
- estiver tomando um medicamento chamado “inibidor da monoamino oxidase” (IMAO), utilizado no
tratamento da depressão ou tiver tomado IMAO nas últimas duas semanas.
- tem pressão ocular aumentada (glaucoma);
- tem um tumor da glândula adrenal chamado feocromocitoma;
- tem fala e movimentos corpóreos incontroláveis (síndrome de Tourette) ou se qualquer outro membro da família for portador desta síndrome.
Se você acha que algum dos casos acima aplica-se a você, informe ao seu médico sem tomar Ritalina LA.

Tem como substância ativa o cloridrato de metilfenidato, que atua como um estimulante no sistema nervoso central. Cloridrato de Metilfenidato LA é indicada para o tratamento do Transtorno de Deficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH), em crianças a partir de 6 anos de idade e deve ser administrada uma vez ao dia pela manhã.

Crianças e adolescentes
Ritalina LA não é recomendada para crianças com menos de 6 anos de idade.

Dirigir e operar máquinas
Ritalina LA pode causar tonturas, sonolência, visão embaçada, alucinações ou outras reações adversas do sistema nervoso central, que podem afetar a concentração. Se você sentir estes sintomas, não deve dirigir veículos ou operar máquinas, ou envolver-se em qualquer outra atividade em que precisa estar atento.

Gravidez e lactação:
- Gravidez
Informe ao seu médico se você está grávida ou achar que pode estar grávida.
A Ritalina LA não deve ser usada durante a gravidez, a não ser que seja especificamente prescrita pelo seu médico.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
- Amamentação
Informe ao seu médico se você esta amamentando. Não amamente durante o tratamento com Ritalina LA. A substância ativa da Ritalina LA pode passar para o leite humano.

Assim como outros medicamentos, a Ritalina LA pode causar alguns efeitos indesejáveis, embora nem todas as pessoas os apresentem. Estes efeitos são, normalmente, leves a moderados e, geralmente, transitórios.
Algumas reações adversas podem ser sérias:
Informe seu medico imediatamente se você apresentar:
- inchaço dos lábios ou língua, ou dificuldade de respirar (sinais de reação alérgica grave);
- febre alta repentina, pressão arterial muito elevada e convulsões graves (Síndrome Neuroléptica Maligna);
- dor de cabeça grave ou confusão, fraqueza ou paralisia dos membros ou face, dificuldade de falar (sinais de distúrbio dos vasos sanguíneos cerebrais);
- batimento cardíaco acelerado, dor no peito, movimentos bruscos e incontroláveis (sinal de discinesia);
- equimose (sinal de púrpura trombocitopênica);
- espasmos musculares ou tiques;
- garganta inflamada e febre ou resfriado (sinais de baixa contagem de células brancas do sangue);
- movimentos contorcidos incontroláveis do membro, face e/ou tronco (movimentos coreatetoides);
- ver ou sentir coisas que não existem na realidade (alucinações);
- desmaios (convulsões, epilepsia ou crises epilépticas);
- bolhas na pele ou coceiras (sinal de dermatite esfoliativa);
- manchas vermelhas sobre a pele (sinal de eritema multiforme).

Algumas reações adversas são muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- dor de garganta e coriza;
- diminuição do apetite;
- nervosismo;
- dificuldade em adormecer;
- náusea, boca seca.

Algumas reações adversas são comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- angústia emocional excessiva , inquietação, distúrbios do sono, excitação emocional, agitação;
- dor de cabeça, tonturas, sonolência;
- movimentos involuntários do corpo (sinais de tremor);
- alterações na pressão arterial (geralmente aumento), ritmo cardíaco anormal, palpitações;
- tosse;
- vômitos, dor de estômago, indisposição estomacal; indigestão; dor de dente;
- alteração cutânea, alteração cutânea associada a coceira (urticária), febre, perda de cabelo;
- transpiração excessiva;
- dor nas articulações;
- diminuição do peso;
- sentir-se nervoso.

Algumas reações adversas são raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- desaceleração do crescimento (peso e altura) durante o uso prolongado em crianças;
- visão turva.

Algumas reações adversas são muito raras (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- baixa contagem de glóbulos vermelhos (anemia), baixa contagem de plaquetas (trombocitopenia);
- atividade anormal, humor deprimido;
- fala e movimentos corporais descontrolados (síndrome de Tourette);
- função hepática anormal, incluindo coma hepático;
- câimbras musculares.

Outras reações adversas que ocorreram com outros medicamentos contendo a mesma substância ativa de Ritalina LA:
- Distúrbios do sangue: diminuição do número de células do sangue (glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas);
- Distúrbios do sistema imunológico: inchaço das orelhas (um sintoma de reação alérgica);
- Distúrbios psiquiátricos: irritação, agressividade, alterações de humor, comportamento e pensamentos anormais, raiva, pensamentos ou tentativas de suicídio (incluindo suicídio), atenção excessiva ao ambiente, sentimento excepcionalmente animado, atividade aumentada e desinibida (mania), sentimento desorientado, alterações no desejo sexual, falta de sentimento ou emoção, fazer as coisas repetidamente, obsessão por alguma coisa, confusão, vício;
- Distúrbios do sistema nervoso: fraqueza muscular temporária, perda da sensibilidade da pele ou outras funções do corpo devido a uma falta temporária de suprimento sanguíneo no cérebro (deficit neurológico isquêmico reversível), enxaqueca;
- Distúrbios oculares: visão dupla, pupilas dilatadas, dificuldade para enxergar;
- Distúrbios cardíacos: parada de batimento cardíaco, ataque cardíaco;
- Distúrbios vasculares: dormência dos dedos, formigamento e mudança de cor (do branco ao azul, depois vermelho) no frio (“fenômeno de Raynaud”);
- Distúrbios respiratórios: garganta inflamada, falta de ar;
- Distúrbios gastrintestinais: diarreia, constipação;
- Distúrbios da pele: inchaço da face e da garganta, vermelhidão da pele, grandes manchas vermelhas na pele que aparecem algumas horas após tomar o medicamento;
- Distúrbios musculoesqueléticos: dores musculares, espasmos musculares;
- Distúrbios renais e urinários: sangue na urina;
- Distúrbios do sistema reprodutor e da mama: inchaço das mamas em homens;
- Distúrbios gerais: dor no peito, cansaço, morte súbita;
- Laboratorial: sons anormais do coração.

Se um desses efeitos ocorrerem, o médico deve ser avisado.

Se você perceber alguma outra reação adversa não mencionada nesta bula, por favor informe ao seu médico ou farmacêutico.

Gravidez e lactação: Gestantes não devem tomar Cloridrato de Metilfenidato, a menos que o benefício potencial supere o risco potencial ao feto. Não amamente durante o tratamento com Cloridrato de Metilfenidato. A substância ativa da Cloridrato de Metilfenidato não pode passar para o leite humano.
Antes de iniciar o tratamento com Cloridrato de Metilfenidato, converse com seu médico caso esteja grávida ou com planos de engravidar. Informe seu médico sobre a ocorrência de gravidez ou lactação na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se está amamentando.

Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Para abrir o frasco, siga as seguintes instruções:
1) Pressione a tampa para baixo, apoiando o frasco em uma base (ex. mesa, pia, etc).
2) Mantendo a tampa pressionada, gire-a no sentido indicado. Se ouvir um estalo é sinal que a tampa não está devidamente pressionada.
3) Após o uso, feche bem o frasco.
Cloridrato de Metilfenidato deve ser tomada diariamente pela manhã, com ou sem alimento. As cápsulas devem ser engolidas inteiras com água. O seu conteúdo não deve ser triturado, mastigado ou dividido. Se o medicamento for administrado no final do dia, os pacientes com dificuldade para dormir devem tomar a última dose antes das 18 horas.

Se o paciente esquecer de tomar uma dose de Cloridrato de Metilfenidato, ele deve tomá-la assim que se lembrar. Não devem ser tomadas doses dobradas de Cloridrato de Metilfenidato para compensar a dose esquecida. Em caso de dúvidas, o médico deve ser consultado.
Interrupção do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Ao ser retirado o medicamento, poderá aflorar um quadro depressivo que estava mascarado pelo uso da droga.

Se muitas cápsulas de Ritalina® LA forem acidentalmente tomados, vá imediatamente ao médico ou à emergência do hospital mais próximo. Informe ao médico em que momento foram tomadas as cápsulas. Você pode necessitar de assistência médica.
Os sintomas de superdose são vômitos, agitação, dor de cabeça, tremores, espasmos musculares, batimento cardíaco irregular, rubor, febre, sudorese, dilatação das pupilas, dificuldade em respirar, confusão e convulsões.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

A Ritalina LA só poderá ser prescrita por um médico.
Siga todas as instruções do seu médico cuidadosamente, mesmo que sejam diferentes da informação geral contida nesta bula.

Ritalina LA deve ser utilizada com cuidado se você:
- tem histórico de abuso de álcool ou droga;
- tem desmaios (epilepsia, convulsões, crises epilépticas);
- tem pressão sanguínea alta (hipertensão);
- tem qualquer anormalidade cardíaca (por exemplo, anormalidade cardíaca estrutural);
- tem qualquer outro problema cardíaco corrente ou passado;
- tenha ou teve qualquer distúrbio nos vasos sanguíneos cerebrais, por exemplo enfraquecimento da parede dos vasos sanguíneos (aneurisma), acidente vascular cerebral, inflamação dos vasos sanguíneos (vasculites);
- tem distúrbios mentais agudos que causam pensamentos e percepções anormais (psicose), ou excitação anormal, atividade aumentada e desinibida (mania aguda) – seu médico dirá se você apresenta estas doenças;
- tem sintomas psicóticos como ver ou sentir coisas que não estão presentes (alucinações);
- tem comportamento agressivo;
- tem pensamentos ou comportamentos suicidas;
- tem tiques motores ou se qualquer outro membro da família tenha tiques. Os sinais de tiques são difíceis de controlar, ocorre repetida contração em todas as partes do corpo ou repetição de sons e palavras.
Caso qualquer uma destas condições se aplicar a você, informe ao seu médico. O médico decidirá se você pode começar ou continuar a tomar Ritalina LA.

Algumas crianças tomando Ritalina LA por um período longo podem ter um crescimento mais lento que o normal, mas elas geralmente o recuperam quando o tratamento é interrompido.

Não há evidências que pacientes com TDAH fiquem viciados em Ritalina® LA, ou que eles tendam a abusar de drogas durante a vida. A Ritalina LA, como todos os medicamentos que contêm estimulantes do sistema nervoso central, será prescrita a você apenas sob supervisão médica próxima e após diagnóstico adequado.

Monitoramento durante o tratamento com Ritalina LA
Para verificar se o uso de Ritalina LA está associado a qualquer efeito indesejado, o médico irá verificar periodicamente as condições de saúde do paciente (por exemplo, pressão sanguínea, frequência cardíaca) e também vai acompanhar o crescimento de crianças que tomam a Ritalina® LA. Os testes de sangue serão realizados para monitorar a quantidade de células sanguíneas (glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas) caso o paciente tome a Ritalina LA por um longo período.

Se você for ser submetido a uma cirurgia

Se você for submetido a uma operação, informe ao médico que você está em tratamento com Ritalina LA. Você não deve tomar Ritalina LA no dia de sua operação, se um determinado tipo de anestésico for usado. Isso ocorre porque há possibilidade de aumento súbito da pressão arterial durante a operação.

Teste para drogas
A Ritalina LA pode dar resultado falso positivo em testes para o uso de drogas. Isto inclui testes utilizados no esporte.

Ingestão concomitante com outras substâncias: Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento. Não tome bebida alcoólica, enquanto estiver usando Cloridrato de Metilfenidato. O álcool pode piorar as reações adversas de Cloridrato de Metilfenidato. Lembre-se que alguns alimentos e medicamentos contém álcool.
Não tome Cloridrato de Metilfenidato se estiver tomando um medicamento chamado “inibidor da monoaminooxidase” (IMAO, utilizado no tratamento da depressão) ou tiver tomado IMAO no prazo de duas semanas. Tomar um IMAO e Cloridrato de Metilfenidato pode causar um aumento súbito da pressão sanguínea (veja “Contraindicações e precauções”).

O médico pode achar necessário alterar a dose ou, em alguns casos, interromper a administração de um dos medicamentos. Por isso, é particularmente importante avisar o médico se o paciente estiver tomando algum dos seguintes medicamentos:
- aqueles que aumentam a pressão sanguínea; 

- antidepressivos tricíclicos (utilizados no tratamento da depressão); 

- agonistas alfa-2 como a clonidina (utilizada no tratamento da pressão alta); 

- anticoagulantes orais (usados na prevenção de coágulos no sangue); 

- alguns anticonvulsivantes (usados no tratamento de crises convulsivas); 

- fenilbutazona (usado para tratar dor ou febre); 

- medicamentos que influenciam o sistema dopaminérgico (usados para o tratamento da Doença de Parkinson ou psicoses).

Cloridrato de Metilfenidato pode ser administrada com ou sem alimento. Não houve diferenças na biodisponibilidade de Cloridrato de Metilfenidato quando administrada com o café da manhã leve ou rico em gorduras, em comparação com a administração em jejum. Não há evidências de flutuação de dose na presença ou ausência de alimento.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

MS – 1.0068.0080
Farm. Resp.: Flavia Regina Pegorer – CRF-SP 18.150
Importado por:
Novartis Biociências S.A.
Av. Prof. Vicente Rao, 90
São Paulo - SP
CNPJ: 56.994.502/0001-30
Indústria Brasileira

O produto deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC). Proteger da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas:
Ritalina LA 10 mg: cápsula gelatinosa dura, tampa marrom opaca e corpo branco.
Ritalina LA 20 mg: cápsula gelatinosa dura, branca opaca.
Ritalina LA 30 mg: cápsula gelatinosa dura, amarela opaca.
Ritalina LA 40 mg: cápsula gelatinosa dura, marrom opaca.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Cada cápsula de Ritalina LA contém 10, 20, 30 ou 40 mg de cloridrato de metilfenidato.
Excipientes:
- cápsula de 10 mg: esferas de sacarose, copolímero de metacrilato de amônio, copolímero de ácido metacrílico, talco, citrato de trietila, macrogol, gelatina, dióxido de titânio, óxido férrico preto, óxido férrico vermelho, óxido férrico amarelo.

- cápsula de 20 mg: esferas de sacarose, copolímero de metacrilato de amônio, copolímero de ácido metacrílico, talco, citrato de trietila, macrogol, gelatina e dióxido de titânio.

- cápsula de 30 mg: esferas de sacarose, copolímero de metacrilato de amônio, copolímero de ácido metacrílico, talco, citrato de trietila, macrogol, gelatina, dióxido de titânio e óxido férrico amarelo.

- cápsula de 40 mg: esferas de sacarose, copolímero de metacrilato de amônio, copolímero de ácido metacrílico, talco, citrato de trietila, macrogol, gelatina, dióxido de titânio, óxido férrico amarelo, óxido férrico preto e óxido férrico vermelho.

Vale Mais Saúde

Vale mais sau%cc%81de novartis card vitrine

O Vale Mais Saúde (VMS) é um programa desenvolvido para ajudar você a seguir adequadamente o tratamento prescrito pelo médico. Isso significa facilitar seu acesso aos medicamentos indicados, trazer informações sobre sua patologia e estimular suas mudanças de hábito apoiando suas escolhas em relação à dieta e a rotina de exercícios físicos.

Para isso, o VMS oferece descontos diferenciados na compra de seus remédios (hoje, conta com mais de 20 mil farmácias credenciadas), serviçosespecíficos (publicação semanal de matérias sobre saúde e qualidade de vida, como receitas leves para incrementar sua rotina – sem sair da linha – e a disponibilização de ferramentas de nutrição – plano alimentar, tabela de cálculo de calorias, pirâmide alimentar, diário alimentar entre outras) e atividade física (plano de caminhadas, cálculo de medidas e tabela de atividades). Veja mais detalhes no ícone Serviços, no portal VMS.

O programa VMS existe desde 2004. Hoje, contempla mais de 40 medicamentos e também possibilita o acesso dos pacientes cadastrados a medicamentos inovadores.

Para fazer parte do VMS, basta cadastrar-se. Não é à toa que mais de 65 mil médicos participam do programa. Vale a pena contar com serviços ebenefícios que ajudam a aumentar a adesão do paciente ao tratamento – o que confere maior tranquilidade ao controle de doenças crônicas evitando complicações indesejadas.

Três milhões de pessoas já são beneficiadas pelo VMS. Seja o próximo.

Você sabe o que são Doenças Crônicas?

Doenças crônicas são aquelas geralmente de desenvolvimento lento, de longa duração e, por isso, levam um tempo mais longo para serem percebidas pelos pacientes, diagnosticadas e tratadas - em alguns casos, elas não têm cura. A maioria das doenças crônicas estão relacionadas ao avanço da idade e ao estilo de vida – hábitos alimentares, sedentarismo e estresse – característico das sociedades contemporâneas.1

SAIBA MAIS

De acordo com o Ministério da Saúde, as doenças crônicas, em geral, estão relacionadas a causas múltiplas, são caracterizadas por início gradual, de prognóstico usualmente incerto, com longa ou indefinida duração. Apresentam curso clinico que muda ao longo do tempo, com possíveis períodos de agudização, podendo gerar incapacidades. Requerem intervenções com o uso de tecnologias leves, leve-duras e duras, associadas a mudanças de estilo de vida, em um processo de cuidado contínuo que nem sempre leva à cura.2

Atualmente, as doenças crônicas são a principal causa de mortalidade no mundo, representando 60% das mortes. No Brasil, essa realidade não é diferente: estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que cerca de 75% das pessoas com mais de 60 anos têm alguma doença crônica e, para o Ministério da Saúde, esta é a principal causa de óbito e incapacidade prematura no país.2 Se nada for feito para gerenciar as doenças crônicas, em 10 anos, as mortes em decorrência delas aumentarão 17%.2

Apesar da realidade descrita acima, a maioria das doenças crônicas podem ser prevenidas ou controladas, possibilitando ao paciente viver com qualidade. Para isso, o primeiro passo é compreender a doença. Uma vez assimiladas essas informações, o segundo passo é seguir tratamento recomendado pelo médico, que muitas vezes inclui, além de tomar a medicação, adotar algumas mudanças no estilo de vida, como adoção de dieta e hábitos saudáveis e prática de exercícios físicos.2

As doenças crônicas, em geral, acometem em maior número idosos do que crianças. Algumas das principais doenças crônicas do tipo não-transmissível são: asma; bexiga hiperativa; degeneração macular relacionada à idade (DMRI); diabetes tipo 2; doença de Alzheimer; doença de Parkinson; doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC); epilepsia, esquizofrenia; hipertensão; osteoporose; transtorno bipolar; transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).2

Além disso, há doenças crônicas que podem ser transmissíveis, como a hepatite e o HIV, por exemplo.


Referências
1.Site da Novartis Brasil. 2.Site do Ministério da Saúde.

Novartis nas Redes Sociais

Importância da adesão ao tratamento

3075

A adesão ao tratamento é de fundamental importância para um eficaz gerenciamento de uma doença crônica. É preciso seguir corretamente as instruções médicas para que seja possível controlá-la de modo efetivo e duradouro.

Além de prescrições de medicamentos, os médicos e demais profissionais de saúde envolvidos podem orientar o paciente a mudar hábitos alimentares, praticar atividades físicas, deixar de fumar e ingerir bebidas alcoólicas e outras drogas.

Mas, por que seguir a adesão ao tratamento é tão importante? 
- Com a adesão ao tratamento, o paciente passa a ter a sua condição controlada, podendo, na maioria das vezes, manter uma vida normal e economicamente ativa!
- A família pode se dedicar a outras atividades e deixar de lado seu papel de cuidadora.
- Há menores chances de ser necessário recorrer a internações emergenciais e intervenções cirúrgicas.1

Portanto, tomar medicamentos conforme orientação médica, atentando-se aos horários e às quantidades prescritas, é fundamental para o alcance dos resultados esperados. Entretanto, além disso, o paciente deve: 
- seguir uma dieta balanceada e, em determinados casos, como o da diabetes tipo 2, restritiva;
- exercitar-se, seguindo uma rotina de atividades compatíveis com as limitações que algumas doenças crônicas podem impor, como por exemplo, osteoporose, dores nas costas, entre outras doenças. As atividades físicas devem ser recomendadas pelo médico e acompanhadas por outros profissionais de saúde;
- evitar o consumo de tabaco, álcool ou outras drogas que podem ter efeitos adversos, dentre eles a ineficácia do medicamento prescrito. É importante observar, também, reações adversas resultantes da ingestão de outros medicamentos, que podem inclusive cortar o efeito do tratamento.

Sendo assim, é sempre importante consultar um médico, informando-o sobre o tratamento que já realiza, antes de tomar qualquer outro tipo de medicação que venha a ser necessário.

Farmácias Próximas

Inf. Profissionais

VEJA MAIS NO CR PRO