Zoloft

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Bula

Zoloft (cloridrato de sertralina) é indicado no caso de:
- depressão acompanhada por sintomas de ansiedade e em pacientes com ou sem história de mania (estado de excitação que alterna com acessos depressivos);

- TOC - Transtorno Obsessivo Compulsivo em pacientes adultos e pediátricos (caracterizado por idéias obsessivas ou comportamento compulsivo);

- Transtorno do Pânico (ataque grave de ansiedade que ocorre de forma imprevisível) acompanhado ou não de agorafobia;

- TEPT - Transtorno do Estresse Pós-Traumático (resposta retardada a uma situação nociva de natureza ameaçadora);

- Fobia Social ou Transtorno da Ansiedade Social (retraimento com relação a estranhos e medo em situações novas);

- STPM - Síndrome da Tensão Pré-Menstrual e/ou TDPM - Transtorno Disfórico Pré- Menstrual.

Após uma resposta satisfatória, continuar o tratamento com Zoloft é eficaz para prevenir recaídas no episódio inicial de fobia social e depressão e na recorrência de outros episódios depressivos.

Zoloft (cloridrato de sertralina) 50 mg tem sabor e odor característicos e apresenta-se na forma de comprimido revestido em formato oval de cor branca, com um sulco em um dos lados do comprimido.

Zoloft 100 mg tem sabor e o odor característicos e apresenta-se na forma de comprimido revestido em formato oval de cor branca, com um sulco em um dos lados do comprimido.

Você deve tomar Zoloft, por via oral, em dose única diária pela manhã ou à noite, com ou sem alimentos, no mesmo horário todos os dias.

Posologia
A dose máxima recomendada de Zoloft é de 200 mg/dia.

Tratamento Inicial
Depressão e TOC:

Uma dose de 50 mg/dia de Zoloft.

Transtorno do Pânico e Transtorno do Estresse Pós-Traumático (TEPT) e Fobia Social:
O tratamento deve ser iniciado com uma dose de 25 mg/dia e aumentado para 50 mg/dia após uma semana a critério do médico. Esta dosagem reduziu a freqüência de efeitos colaterais surgidos no início do tratamento, característicos do transtorno do pânico.

Síndrome da Tensão Pré-Menstrual (STPM) e Transtorno Disfórico Pré-Menstrual (TDPM):
O tratamento deve ser iniciado com uma dose de 50 mg/dia e pode ser adotado o tratamento contínuo (durante todo o ciclo menstrual) ou apenas durante a fase lútea do ciclo (corpo amarelo do ovário), de acordo com a orientação médica.

Ajuste de dose

Depressão, TOC, Transtorno do Pânico, Transtorno do Estresse Pós-Traumático e Fobia Social:
Pacientes que não respondem à dose de 50 mg, a mesma pode ser aumentada, a critério do médico. As mudanças nas doses devem ser realizadas com um intervalo mínimo de 1 semana, até a dose máxima recomendada de sertralina de 200 mg/dia. As doses não podem ser alteradas mais que 1 vez por semana devido à meia-vida de eliminação da sertralina de 24 horas.

Os efeitos terapêuticos podem começar dentro de 7 dias. Mas no caso de TOC, períodos maiores geralmente são necessários.

Síndrome da Tensão Pré-Menstrual (STPM) e Transtorno Disfórico Pré-Menstrual (TDPM):
Dose de 50 mg/dia. Se não for observado resultado satisfatório com essa dose, a mesma pode ser aumentada (aumentos de 50 mg a cada ciclo menstrual), até um máximo de 150 mg/dia quando usado diariamente durante todo o ciclo menstrual, ou até um máximo de 100 mg/dia quando usado somente durante a fase lútea do ciclo, a critério do médico. Se a dose utilizada durante a fase lútea for de 100 mg/dia, as doses equivalentes a 50 mg/dia devem ser utilizadas por 3 dias, no início do tratamento de cada fase lútea do ciclo.

Manutenção:
A dose de Zoloft deve ser mantida com a menor dose eficaz durante a terapia de manutenção prolongada e ajustada mais tarde dependendo da resposta terapêutica, de acordo com a avaliação médica.

Uso em Crianças

Tratamento do TOC
Há registros da segurança e a eficácia do uso da sertralina em crianças (com idades variando entre 6 e 17 anos) apenas para o tratamento do TOC. O uso de sertralina em crianças entre 13 e 17 anos deve começar com 50 mg/dia. O tratamento de crianças entre 6 e 12 anos deve começar com 25 mg/dia e aumentar para 50 mg/dia após uma semana. Se não houver resposta clínica, a dose pode ser subseqüentemente aumentada em incrementos de 50 mg/dia, até 200 mg/dia, se necessário. Em estudos clínicos, pacientes entre 6 e 17 anos com depressão ou TOC apresentaram perfil farmacocinético semelhante ao de um adulto. Entretanto, deve-se considerar o menor peso de uma criança, quando comparado ao de um adulto, ao aumentar a dose de 50 mg.

Ajuste de Dose em Crianças e Adolescentes
As mudanças de dosagem não devem ocorrer em intervalos menores que uma semana.

Uso em Idosos
Pacientes idosos podem usar a mesma dosagem indicada para pacientes mais jovens. O padrão e ocorrências de reações desagradáveis nos idosos foram parecidos com os observados em pacientes mais jovens.

Uso na Insuficiência Hepática
Pacientes com doença hepática devem usar Zoloft com cuidado. Pacientes com insuficiência hepática podem tomar uma dose menor ou menos freqüente (vide “Advertências”).

Uso na Insuficiência Renal
Instruções no Esquecimento da Dose
Se você esquecer de tomar Zoloft no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas.

As doses de Zoloft não precisam ser ajustadas com base no grau de insuficiência renal.

Instruções no Esquecimento da Dose
Se você esquecer de tomar Zoloft no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas.

O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento.

SIGA A ORIENTAÇÃO DE SEU MÉDICO, RESPEITANDO SEMPRE OS HORÁRIOS, AS DOSES E A DURAÇÃO DO TRATAMENTO.
NÃO INTERROMPA O TRATAMENTO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO.
NÃO USE O MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. ANTES DE USAR, OBSERVE O ASPECTO DO MEDICAMENTO.
ESTE MEDICAMENTO NÃO PODE SER MASTIGADO.

Zoloft (cloridrato de sertralina) não deve ser usado por pacientes que já apresentaram hipersensibilidade à sertralina ou a outros componentes da fórmula.

Zoloft não deve ser usado por pacientes que estiverem usando medicamentos inibidores da monoaminoxidase (IMAO), usados para tratar depressão, entre outras condições, ou que estiver usando pimozida.

O princípio ativo cloridrato de sertralina e age sobre o neurotransmissor serotonina. A serotonina é uma substância encontrada no cérebro. A falta desta substância no cérebro pode causar depressão, transtorno obsessivo compulsivo, transtorno do pânico, transtorno do estresse pós-traumático, fobia social e síndrome da tensão pré-menstrual e/ou transtorno disfórico pré-menstrual.

Ajuda a corrigir o desequilíbrio químico da serotonina no cérebro e a aliviar os sintomas dos transtornos mencionados acima.

Começa a agir dentro de 7 dias. O tempo necessário para se observar a melhora clínica proporcionada pode variar e depende das características do paciente e do transtorno mental em tratamento. Por exemplo, os pacientes com sintomas de depressão apresentaram melhoras a partir de 1 semana após iniciarem o tratamento com e os pacientes com sintomas de ansiedade a partir de 2 a 6 semanas.

Uso na insuficiência hepática: se você tem algum problema no fígado, seu médico deve ser avisado. Dependendo do problema , seu médico pode reduzir a dose ou a freqüência do uso de Zoloft.

Uso na insuficiência renal: se você tem algum problema renal, deve avisar ao seu médico. Dependendo do problema, as doses de Zoloft não precisam ser ajustadas.

Uso em crianças: há registros da segurança e a eficácia do uso da sertralina em pacientes pediátricos (com idades variando entre 6 e 17 anos) apenas para o tratamento do TOC.

Uso durante a gravidez e a amamentação: este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Se você estiver em idade fértil, deve usar métodos adequados de contracepção para não engravidar durante o tratamento com Zoloft. Você não deve usar Zoloft durante a amamentação sem orientação médica. Você deve avisar ao seu médico ou cirurgião-dentista se estiver amamentando ou vai iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.

Efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas: como qualquer medicamento psicotrópico, Zoloft pode interferir nas habilidades mentais ou físicas necessárias para a realização de tarefas arriscadas como dirigir ou operar máquinas.

Durante o tratamento, você não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

As reações adversas mais comuns observadas com o uso de Zoloft (cloridrato de sertralina) são׃ boca seca, aumento do suor (sudorese), tontura, tremor, diarréias, fezes amolecidas, digestão difícil (dispepsia), náusea, anorexia (falta de apetite), insônia, sonolência e disfunção sexual (principalmente atraso na ejaculação).

Outras reações que foram relatadas por pacientes tratados com Zoloft incluem:

Distúrbios no sangue e sistema linfático: leucopenia (redução do número de leucócitos) e trombocitopenia (diminuição das plaquetas).
Distúrbios cardíacos: palpitações e taquicardia (aumento da freqüência cardíaca). Distúrbios no labirinto e ouvidos: tinido (zumbido no ouvido).

Distúrbios endócrinos: hiperprolactinemia (alta concentração de prolactina no sangue), hipotireoidismo (diminuição da produção do hormônio da tiróide), síndrome da secreção inapropriada de hormônio antidiurético (ADH).

Distúrbios nos olhos: midríase (dilatação das pupilas) e visão anormal.

Distúrbios gastrintestinais: dor abdominal, constipação (intestino preso), pancreatite
(inflamação no pâncreas) e vômito.

Distúrbios gerais: astenia (fraqueza), dor no peito, edema periférico (inchaço nas extremidades do corpo), fadiga (cansaço), febre e mal-estar.

Distúrbios hepatobiliares: eventos hepáticos graves (incluindo hepatite – inflamação do fígado, icterícia – coloração amarelada da pele e mucosas, e disfunção hepática) e elevações assintomáticas das transaminases hepáticas (elevação dos níveis das enzimas do fígado como TGO e TGP).

Distúrbios do sistema imune: reação alérgica, alergia, reação anafilactóide (reação alérgica grave).

Exames: resultados clínicos laboratoriais anormais, função plaquetária alterada, aumento do colesterol do sangue, diminuição do peso e aumento do peso.

Distúrbios do metabolismo e nutrição: aumento do apetite e hiponatremia (diminuição dos níveis de sódio no sangue).

Distúrbios músculo-esquelético e do tecido conjuntivo: artralgia (dor nas articulações) e cãibras.

Distúrbios no sistema nervoso: coma, convulsões, dor de cabeça, hipoestesia (diminuição da sensibilidade), enxaqueca, distúrbios motores (incluindo sintomas extra piramidais, tais como, hipercinesia - atividade muscular excessiva, hipertonia - tensão muscular, ranger de dentes e distúrbios da marcha), contrações musculares involuntárias, parestesia (alteração da sensibilidade como, por exemplo, formigamento) e síncope (desmaio). Também foram relatados sinais e sintomas associados à síndrome de serotonina: em alguns casos associados ao uso concomitante de fármacos serotoninérgicos, incluindo agitação, confusão, diaforese (aumento da transpiração), diarréia, febre, hipertensão (pressão alta), rigidez e taquicardia.

Distúrbios psiquiátricos: reações agressivas, agitação, ansiedade, sintomas de depressão, euforia, alucinações, diminuição da libido feminina e masculina, paroníria (perturbação do sono), psicose (distúrbio mental).

Distúrbios renais e urinários: enurese, incontinência urinária e retenção urinária.

Distúrbios do sistema reprodutivo e mamas: galactorréia (secreção de leite), ginecomastia (aumento das mamas no homem), irregularidades menstruais e priapismo (ereção persistente e dolorosa do pênis).

Distúrbios torácicos, mediastinais e respiratórios: broncospasmo (contração dos brônquios e bronquíolos) e bocejo.

Distúrbios na pele e tecidos subcutâneos: alopecia (perda de cabelo), angioedema (inchaço de origem vascular), edema facial (inchaço da face), edema periorbital (inchaço ao redor dos olhos), reação na pele devido à sensibilidade à luz, prurido (coceira), púrpura (extravasamento do sangue para fora dos capilares da pele ou das mucosas formando manchas na pele), rash (incluindo casos raros e graves de distúrbios esfoliativos da pele, por exemplo, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica) e urticária.

Distúrbios vasculares: sangramento anormal (tais como epistaxe - sangramento das fossas nasais, sangramento gástrico e hematúria - sangue na urina), rubor (vermelhidão), hipertensão (pressão alta).

Outros: foram relatados alguns sintomas após parar o tratamento com Zoloft, que incluem agitação, ansiedade, tontura, dor de cabeça, náusea e parestesia (alteração da sensibilidade como, por exemplo, formigamento).

Diminuição da função dos rins e do fígado, problemas neurológicos, convulsão.

Em caso de superdose, procure um médico imediatamente. Qualquer superdose deve ser tratada rigorosamente. Os sintomas de superdose incluem: sonolência, distúrbios gastrintestinais como náusea e vômito, taquicardia (aumento da freqüência cardíaca), tremor, agitação e tontura. Coma pode ocorrer, mas é raro. Mortes devido à superdose de sertralina foram relatadas principalmente em associação a outros medicamentos e/ou álcool.
Não existem antídotos específicos e a indução de vômito não é recomendada.

Síndrome Serotoninérgica (SS) ou Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM): o potencial para desenvolver síndromes que ameaçam a vida, como a síndrome serotoninérgica (SS) ou a síndrome neuroléptica maligna (SNM) foi relacionada a Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina (ISRS), incluindo o tratamento com sertralina. O risco de SS ou SNM com ISRS é aumentado com o uso concomitante de fármacos serotoninérgicos (incluindo triptanos), fármacos que diminuem o metabolismo da serotonina (incluindo Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO), antipsicóticos e outros antagonistas de dopamina.
Os sintomas da SS incluem mudanças no status mental (por ex.: agitação, alucinações, coma), instabilidade autonômica (por ex.: taquicardia, pressão sanguinea instável, hipertermia), alterações neuromusculares (por ex.: hiperreflexia, incoordenação) e/ou sintomas gastrointestinais (por ex.: náuseas, vômitos, diarréia). Alguns sintomas de SS, incluindo hipertermia, rigidez muscular, instabilidade autonômica com possível flutuação rápida dos sinais vitais, e mudanças no status mental assemelham-se a sintomas da SNM. Os pacientes devem ser monitorados para o surgimento de sinais e sintomas de SS ou SNM.
Inibidores da monoaminoxidase (IMAO): Zoloft não deve ser usado com medicamentos IMAO. Há casos de reações graves, algumas fatais, em pacientes que estavam usando sertralina com um IMAO (selegilina, moclobemida, linezolida, etc.).
Zoloft não deve ser usado com um IMAO. Portanto, o tratamento com Zoloft só deve começar no mínimo 14 dias após a descontinuação do tratamento com IMAO. Da mesma maneira, o tratamento com o IMAO deve ser iniciado no mínimo 14 dias após a descontinuação do tratamento com Zoloft. Informe seu médico se você faz uso de um medicamento IMAO.

Outros medicamentos com ação semelhante ao Zoloft: o uso de Zoloft junto com outros medicamentos que aumentam os efeitos do neurotransmissor serotonina, como triptofana, fenfluramina, erva de São João ou outros medicamentos que atuam como a serotonina (agonistas) deve ser evitado. Informe seu médico se você faz uso de algum desses medicamentos.

Substituição de outros antidepressivos por Zoloft: se você está tomando um outro antidepressivo, não deve substituí-lo por Zoloft sem uma avaliação médica. Tenha cuidado ao fazer essa mudança. Não há registros da duração do período entre a parada do antidepressivo e o início do tratamento com Zoloft.

Ativação de mania⁄ hipomania: você deve ficar atento, pois apesar de não ser comum, a sertralina, como outros antidepressivos, pode ativar um estado de mania⁄ hipomania (estado de excitação excessiva que se segue, muitas vezes, a um período de depressão). Informe seu médico caso isso ocorra.

Convulsões: se você ou sua família possuem história de convulsão, ou se você tem epilepsia, não deve usar Zoloft. Se durante o tratamento com Zoloft você desenvolver convulsão, deve parar de usá-lo e informar seu médico.

Suicídio: enquanto você estiver usando Zoloft, seu médico supervisionará seu tratamento principalmente no período inicial, já que tentativa de suicídio pode ocorrer por estar associada à depressão.

Sangramento anormal/ Hemorragia: houve relatos de sangramento cutâneo anormal tais como equimose (manchas roxas no corpo) e púpura (pequenos sangramentos em forma de pontos) com inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS). Recomenda-se cautela aos pacientes em tratamento com ISRS, principalmente se usarem outras medicações que afetem a função das plaquetas – células sanguíneas que atuam na coagulação- (ex. antipsicóticos atípicos e fenotiazinas, antidepressivos tricíclicos, aspirina e antiinflamatórios não-esteróides (AINEs)) ou tiverem histórico de distúrbios de sangramento.

Hiponatremia: hiponatremia (redução da quantidade de sódio no sangue) pode ocorrer como resultado do tratamento com ISRSs ou IRNSs incluindo o Zoloft. Em muitos casos, hiponatremia parece ser o resultado de uma síndrome da secreção hormonal antidiurética inadequada (SSHAI). Pacientes que além do uso dos ISRSs ou IRNs apresentarem as características a seguir tem maior risco de desenvolver o problema: idosos, usuários de diuréticos ou com história de doenças que gerem perda de volume sanguíneo (por exemplo, risco de desidratação). Em casos em que a hiponatremia cursar com sintomas deve ser considerada a possibilidade de descontinuar o tratamento.Informe seu médico se você apresenta sinais e sintomas de hiponatremia como dor de cabeça, dificuldade de concentração, perda de memória, confusão, fraqueza e instabilidade (tonturas) que pode levar a quedas. Sinais e sintomas associados com casos mais graves e/ou agudos incluem alucinações, desmaios, tontura, coma, parada respiratória e morte.

Se você estiver em tratamento de transtorno obsessivo compulsivo, transtorno do pânico, transtorno do estresse pós-traumático ou fobia social, deve tomar os mesmos cuidados observados durante o tratamento da depressão.

- pimozida: foi demonstrado aumento dos níveis de pimozida em um estudo de uma dose única de pimozida (2 mg) co-administrada com sertralina. Estes aumentos nos níveis de pimozida não foram associados a qualquer alteração no eletrocardiograma. Uma vez que o mecanismo dessa interação ainda não é conhecido e devido ao índice terapêutico estreito da pimozida, a administração concomitante destes fármacos é contra-indicada.

- depressores do SNC e álcool: a co-administração com 200 mg diários de sertralina não potencializa os efeitos do álcool, carbamazepina, haloperidol ou fenitoína nas atividades psicomotoras e cognitivas em indivíduos sadios. Entretanto, o uso concomitante de Zoloft® (cloridrato de sertralina) e álcool não é recomendado.

- lítio: em estudos placebo-controlados realizados em voluntários sadios, a co- administração de sertralina e lítio não alterou significativamente a farmacocinética do lítio; porém, em relação ao placebo, resultou em um aumento no tremor, indicando uma possível interação farmacodinâmica. Os pacientes que estiverem sob tratamento concomitantemente com sertralina e outros medicamentos, como o lítio, que podem atuar por mecanismos serotoninérgicos, devem ser adequadamente monitorados.

- fenitoína: em um estudo placebo-controlado com voluntários sadios, a administração crônica de sertralina 200 mg/dia não produz inibição clinicamente importante do metabolismo da fenitoína. Entretanto, após o início do tratamento com sertralina, é recomendado que as concentrações plasmáticas de fenitoína sejam monitoradas e sua dose seja ajustada adequadamente. Além disso, a co-administração com fenitoína pode causar redução nos níveis plasmáticos de sertralina.

- sumatriptana: no período pós-comercialização, foram relatados raros casos de pacientes apresentando fraqueza, hiper-reflexia, incoordenação motora, confusão, ansiedade e agitação, após o tratamento com sertralina e sumatriptana. Se o tratamento concomitante com sertralina e sumatriptana for clinicamente justificado, recomenda-se que os pacientes sejam acompanhados adequadamente (vide “Advertências – Outros fármacos serotoninérgicos”).

- outros fármacos serotoninérgicos: vide “Advertências”.

- fármacos que se ligam às proteínas plasmáticas: uma vez que a sertralina liga-se às proteínas plasmáticas, o potencial da mesma em interagir com outros fármacos que se ligam às proteínas plasmáticas deve ser levado em consideração. Entretanto, em 3 estudos formais de interação com diazepam, tolbutamida e varfarina respectivamente, a sertralina não apresentou efeitos significantes na ligação do substrato às proteínas (vide também os itens “varfarina” e “interações com outros fármacos”).

- varfarina: a co-administração de 200 mg diários de sertralina com varfarina resultou em um aumento pequeno, mas estatisticamente significante, no tempo de protrombina; a significância clínica deste fato é desconhecida. Sendo assim, o tempo de protrombina deve ser cuidadosamente monitorado quando a terapia com a sertralina for iniciada ou interrompida.

- interações com outros fármacos: estudos formais de interação medicamentosa foram realizados com sertralina. A co-administração de 200 mg diários de sertralina com diazepam ou tolbutamida resultou em pequenas alterações estatisticamente significantes em alguns parâmetros farmacocinéticos. A co-administração com a cimetidina causou um decréscimo significativo no clearance da sertralina. O significado clínico destas alterações é desconhecido. A sertralina não apresentou qualquer efeito sobre a capacidade bloqueadora beta-adrenérgica do atenolol. Nenhuma interação foi observada na administração de 200 mg diários de sertralina com glibenclamida ou digoxina.

- terapia eletroconvulsiva (TEC): não existem estudos clínicos estabelecendo os riscos ou benefícios do uso combinado de TEC e sertralina.

- fármacos metabolizados pelo citocromo P450 (CYP) 2D6: há uma variabilidade entre os antidepressivos no que se refere ao grau de inibição da atividade da isoenzima CYP 2D6. A significância clínica desse achado depende do grau de inibição e da indicação terapêutica do fármaco que será co-administrado. Os substratos da isoenzima CYP 2D6 que apresentam uma indicação terapêutica restrita incluem os antidepressivos tricíclicos e antiarrítmicos da classe 1C, tais como a propafenona e a flecainida. Em estudos formais de interação, a administração crônica de 50 mg diários de sertralina demonstrou uma elevação mínima (23%-37%, em média) nos níveis plasmáticos de steady state de desipramina (um marcador da atividade da isoenzima CYP 2D6).

- fármacos metabolizados por outras enzimas do CYP (CYP 3A3/4, CYP 2C9, CYP 2C19, CYP 1A2):
CYP 3A3/4: estudos de interação in vivo demonstraram que a administração crônica de 200 mg diários de sertralina não inibe a 6-beta-hidroxilação do cortisol endógeno mediada pelo CYP 3A3/4 nem o metabolismo da carbamazepina ou da terfenadina. Além disso, a administração crônica de sertralina 50 mg diariamente, não inibe o metabolismo do alprazolam, que é mediado pelo CYP 3A3/4. Os dados sugerem que a sertralina não seja um inibidor clinicamente relevante do CYP 3A3/4.
CYP 2C9: a aparente ausência de efeitos clinicamente significantes da administração crônica de 200 mg diários de sertralina nas concentrações plasmáticas de tolbutamida, fenitoína e varfarina, sugere que a sertralina não seja um inibidor clinicamente relevante do CYP 2C9 (vide os itens “interações com outros fármacos”, “fenitoína” e “varfarina”).
CYP 2C19: a aparente ausência de efeitos clinicamente significantes da administração crônica de 200 mg diários de sertralina nas concentrações plasmáticas de diazepam, sugere que a sertralina não é um inibidor clinicamente relevante do CYP 2C19 (vide o item “interações com outros fármacos”).
CYP 1A2: estudos in vitro indicam que a sertralina apresenta pouco ou nenhum potencial de inibir o CYP 1A2.

+++

- O medicamento não deve ser associado a pimozida.
- As concentrações de varfarina, tolbutamida, antidepressivo tricíclico e digitoxina são maiores.
- O risco de arritmias cardíacas são maiores com astemizol e terfenadina.
- Reações adversas graves e até fatais podem acontecer com IMAO.
- As reações adversas podem ser maiores com serotoninérgico.

Raquel Oppermann - CRF-SP no 36144

Zoloft deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz e umidade Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Características do produto: Zoloft 50 mg: comprimido branco, revestido, em formato de cápsula, de um lado gravado “Pfizer” e do outro lado sulcado e gravado ”ZLT” e “50” Zoloft 100 mg: comprimido branco, revestido, em formato de cápsula, de um lado gravado “Pfizer” e do outro lado sulcado e gravado ”ZLT” e “100” 6

Cada comprimido revestido de Zoloft 50 mg ou 100 mg contém cloridrato de sertralina equivalente a 50 mg ou 100 mg de sertralina base, respectivamente.
Excipientes: fosfato de cálcio dibásico diidratado, hiprolose, estearato de magnésio, celulose microcristalina, amidoglicolato de sódio, Opadry branco (hipromelose, macrogol, dióxido de titânio e polissorbato 80) e Opadry transparente (hipromelose, macrogol).

Informações Profissionais

  • FABRICANTE

    Pfizer do Brasil

  • TIPO DO MEDICAMENTO

    Referência

  • NECESSITA DE RECEITA

    Sim, C1 Branca 2 vias

  • PRINCÍPIO ATIVO

    cloridrato de sertralina

  • CATEGORIAS DO MEDICAMENTO

    Depressão

  • CLASSE TERAPÊUTICA

    Anti-Depressivos Ssri

  • ESPECIALIDADES

    Neurologia, Psiquiatria

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