Cloridrato De Sertralina

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Informações do Cloridrato De Sertralina

Descrição

O medicamento deste princípio ativo é antidepressivo. O uso de comprimidos.

Indicação

- Antidepressivo
- Desordem obsessivo-compulsiva.
- Síndrome do pânico.

Contra-indicação

- Hipersensibilidade à sertralina.
- Gravidez e lactação.
- Não ingerir bebida álccolica.
- Em pacientes com crises convulsivas, constipação,disfunção hepática, disfunção erétil, história de mania ou perda de peso. Este fármaco pode agravar estes sintomas.
- Em mulheres, este medicamento pode estimular a secreção de prolactina estimulando a secreção de leite.

Tipo de receita

C1 Branca 2 vias

Posologia

Crianças e adolescentes
Desordem obsessivo-compulsiva:
Entre 6 e 13 anos – 25mg em única dose, é necessário intervalo de, no mínimo, 1 semana.
Entre 13 e 17 anos: 50mg diariamente e é necessário intervalo de, no mínimo, 1 semana.

Adultos
Depressão e desordem obsessivo-compulsiva: 50mg em única dose. Os intervalos devem ser feitos por semanas, e após certo tempo, passa a ser semanal.

Síndrome do pânico: 25mg e após 1 semana 50mg diariamente.

Idosos
Depressão, desordem obsessivo-compulsiva e síndrome do pânico: 25mg. A dose deve ser ajustada de acordo com a resposta do paciente.

Reações

Disfunção sexual, náusea, boca seca, má digestão, sonolência, tontura, suores, diarreia e insônia.

Riscos

Diminuição da função dos rins e do fígado, problemas neurológicos, convulsão.

Interação medicamentosa

- pimozida: foi demonstrado aumento dos níveis de pimozida em um estudo de uma dose única de pimozida (2 mg) co-administrada com sertralina. Estes aumentos nos níveis de pimozida não foram associados a qualquer alteração no eletrocardiograma. Uma vez que o mecanismo dessa interação ainda não é conhecido e devido ao índice terapêutico estreito da pimozida, a administração concomitante destes fármacos é contra-indicada.

- depressores do SNC e álcool: a co-administração com 200 mg diários de sertralina não potencializa os efeitos do álcool, carbamazepina, haloperidol ou fenitoína nas atividades psicomotoras e cognitivas em indivíduos sadios. Entretanto, o uso concomitante de Zoloft® (cloridrato de sertralina) e álcool não é recomendado.

- lítio: em estudos placebo-controlados realizados em voluntários sadios, a co- administração de sertralina e lítio não alterou significativamente a farmacocinética do lítio; porém, em relação ao placebo, resultou em um aumento no tremor, indicando uma possível interação farmacodinâmica. Os pacientes que estiverem sob tratamento concomitantemente com sertralina e outros medicamentos, como o lítio, que podem atuar por mecanismos serotoninérgicos, devem ser adequadamente monitorados.

- fenitoína: em um estudo placebo-controlado com voluntários sadios, a administração crônica de sertralina 200 mg/dia não produz inibição clinicamente importante do metabolismo da fenitoína. Entretanto, após o início do tratamento com sertralina, é recomendado que as concentrações plasmáticas de fenitoína sejam monitoradas e sua dose seja ajustada adequadamente. Além disso, a co-administração com fenitoína pode causar redução nos níveis plasmáticos de sertralina.

- sumatriptana: no período pós-comercialização, foram relatados raros casos de pacientes apresentando fraqueza, hiper-reflexia, incoordenação motora, confusão, ansiedade e agitação, após o tratamento com sertralina e sumatriptana. Se o tratamento concomitante com sertralina e sumatriptana for clinicamente justificado, recomenda-se que os pacientes sejam acompanhados adequadamente (vide “Advertências – Outros fármacos serotoninérgicos”).

- outros fármacos serotoninérgicos: vide “Advertências”.

- fármacos que se ligam às proteínas plasmáticas: uma vez que a sertralina liga-se às proteínas plasmáticas, o potencial da mesma em interagir com outros fármacos que se ligam às proteínas plasmáticas deve ser levado em consideração. Entretanto, em 3 estudos formais de interação com diazepam, tolbutamida e varfarina respectivamente, a sertralina não apresentou efeitos significantes na ligação do substrato às proteínas (vide também os itens “varfarina” e “interações com outros fármacos”).

- varfarina: a co-administração de 200 mg diários de sertralina com varfarina resultou em um aumento pequeno, mas estatisticamente significante, no tempo de protrombina; a significância clínica deste fato é desconhecida. Sendo assim, o tempo de protrombina deve ser cuidadosamente monitorado quando a terapia com a sertralina for iniciada ou interrompida.

- interações com outros fármacos: estudos formais de interação medicamentosa foram realizados com sertralina. A co-administração de 200 mg diários de sertralina com diazepam ou tolbutamida resultou em pequenas alterações estatisticamente significantes em alguns parâmetros farmacocinéticos. A co-administração com a cimetidina causou um decréscimo significativo no clearance da sertralina. O significado clínico destas alterações é desconhecido. A sertralina não apresentou qualquer efeito sobre a capacidade bloqueadora beta-adrenérgica do atenolol. Nenhuma interação foi observada na administração de 200 mg diários de sertralina com glibenclamida ou digoxina.

- terapia eletroconvulsiva (TEC): não existem estudos clínicos estabelecendo os riscos ou benefícios do uso combinado de TEC e sertralina.

- fármacos metabolizados pelo citocromo P450 (CYP) 2D6: há uma variabilidade entre os antidepressivos no que se refere ao grau de inibição da atividade da isoenzima CYP 2D6. A significância clínica desse achado depende do grau de inibição e da indicação terapêutica do fármaco que será co-administrado. Os substratos da isoenzima CYP 2D6 que apresentam uma indicação terapêutica restrita incluem os antidepressivos tricíclicos e antiarrítmicos da classe 1C, tais como a propafenona e a flecainida. Em estudos formais de interação, a administração crônica de 50 mg diários de sertralina demonstrou uma elevação mínima (23%-37%, em média) nos níveis plasmáticos de steady state de desipramina (um marcador da atividade da isoenzima CYP 2D6).

- fármacos metabolizados por outras enzimas do CYP (CYP 3A3/4, CYP 2C9, CYP 2C19, CYP 1A2):
CYP 3A3/4: estudos de interação in vivo demonstraram que a administração crônica de 200 mg diários de sertralina não inibe a 6-beta-hidroxilação do cortisol endógeno mediada pelo CYP 3A3/4 nem o metabolismo da carbamazepina ou da terfenadina. Além disso, a administração crônica de sertralina 50 mg diariamente, não inibe o metabolismo do alprazolam, que é mediado pelo CYP 3A3/4. Os dados sugerem que a sertralina não seja um inibidor clinicamente relevante do CYP 3A3/4.
CYP 2C9: a aparente ausência de efeitos clinicamente significantes da administração crônica de 200 mg diários de sertralina nas concentrações plasmáticas de tolbutamida, fenitoína e varfarina, sugere que a sertralina não seja um inibidor clinicamente relevante do CYP 2C9 (vide os itens “interações com outros fármacos”, “fenitoína” e “varfarina”).
CYP 2C19: a aparente ausência de efeitos clinicamente significantes da administração crônica de 200 mg diários de sertralina nas concentrações plasmáticas de diazepam, sugere que a sertralina não é um inibidor clinicamente relevante do CYP 2C19 (vide o item “interações com outros fármacos”).
CYP 1A2: estudos in vitro indicam que a sertralina apresenta pouco ou nenhum potencial de inibir o CYP 1A2.

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- O medicamento não deve ser associado a pimozida.
- As concentrações de varfarina, tolbutamida, antidepressivo tricíclico e digitoxina são maiores.
- O risco de arritmias cardíacas são maiores com astemizol e terfenadina.
- Reações adversas graves e até fatais podem acontecer com IMAO.
- As reações adversas podem ser maiores com serotoninérgico.

Cuidados/orientações

- Gestantes e lactantes devem consultar o médico antes de utilizar o medicamento.
- Não ingerir bebidas alcoólicas.
- Pacientes que tenham tendência suicida devem ser supervisionados.
- Em alguns casos a retirada do produto deve ser gradual.
- Tarefas que exigem atenção devem ser evitadas.

Ações da substância

O princípio ativo cloridrato de sertralina e age sobre o neurotransmissor serotonina. A serotonina é uma substância encontrada no cérebro. A falta desta substância no cérebro pode causar depressão, transtorno obsessivo compulsivo, transtorno do pânico, transtorno do estresse pós-traumático, fobia social e síndrome da tensão pré-menstrual e/ou transtorno disfórico pré-menstrual.

Ajuda a corrigir o desequilíbrio químico da serotonina no cérebro e a aliviar os sintomas dos transtornos mencionados acima.

Começa a agir dentro de 7 dias. O tempo necessário para se observar a melhora clínica proporcionada pode variar e depende das características do paciente e do transtorno mental em tratamento. Por exemplo, os pacientes com sintomas de depressão apresentaram melhoras a partir de 1 semana após iniciarem o tratamento com e os pacientes com sintomas de ansiedade a partir de 2 a 6 semanas.

Doenças relacionadas

depressão

síndrome do pânico

transtorno obsessivo compulsivo

Especialidades médicas

Neurologia

Psiquiatria

Nomes comerciais

Zoloft

CDB (Denominação Comum Brasileira)

07963