Allestra 20

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Bula

- É indicado como método contraceptivo para prevenção da gravidez.

Uso Oral

Adultos

- Tomar 1 cápsula por dia, sempre no mesmo horário por 21 dias.

- É contra-indicado em pacientes com história prévia ou atual de processos tromboembólicos arterial ou venoso.
- Distúrbios crônicos ou agudos da função hepática.
- Distúrbios do metabolismo lipídico. Anemia falciforme. Diabetes severa com alterações vasculares.
- Sangramento genital anormal de causa desconhecida.
- Gravidez diagnosticada ou suspeita.
- Hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula.
- É contra-indicado em pacientes com história prévia ou atual de processos tromboembólicos arterial ou venoso.
- Distúrbios crônicos ou agudos da função hepática.
- Distúrbios do metabolismo lipídico. Anemia falciforme. Diabetes severa com alterações vasculares.
- Sangramento genital anormal de causa desconhecida.
- Gravidez diagnosticada ou suspeita.
- Hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula.

Náuseas, vômitos, diarreia, inchaço, cólicas.

Eventos tromboembólicos (formação e eliminação de coágulos nos vasos sanguíneos) e trombóticos (obstrução) arteriais e venosos, incluindo infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral (“derrame”), ataque isquêmico transitório (sintomas do derrame, porém com regressão em 24horas), trombose venosa (obstrução de uma veia) e embolia pulmonar (eliminação de coágulos dos vasos sanguíneos para os pulmões); Câncer de colo de útero; câncer de mama; tumores hepáticos (do fígado) benignos (p. ex., hiperplasia nodular focal, adenoma hepático).

- O uso de contraceptivos orais combinados deve ser feito com acompanhamento médico.
- Algumas pacientes usando pílula anticoncepcional apresentaram aumento dos níveis sanguíneos de glicose (açúcar no sangue) e aumento das taxas de colesterol no sangue. Por isso, mulheres que já tenham diabetes ou intolerância à glicose (aumento do açúcar no sangue), assim como aumento de colesterol devem ter acompanhamento médico durante o uso do anticoncepcional.
- Uma pequena parcela das mulheres usando anticoncepcional pode apresentar aumento do nível de triglicerídeos no sangue, de forma persistente, o que pode levar à pancreatite (inflamação do pâncreas) e outras complicações.
- Pode haver necessidade de descontinuação (interrupção) do uso de contraceptivos orais combinados na presença de disfunção hepática (do fígado) aguda ou crônica até que a função hepática volte ao normal. Os hormônios esteroidais podem ser pouco metabolizados em pacientes com comprometimento da função hepática.
- Algumas mulheres podem não menstruar durante o intervalo sem comprimidos. Se houve falha no uso da pílula anticoncepcional ou se a mulher não menstruar por dois ciclos seguidos, deve interromper o uso do anticoncepcional até que a possibilidade de gravidez seja excluída.
- Pode ocorrer sangramento de escape (perda de pequena quantidade de sangue) em mulheres em tratamento com pílula anticoncepcional, principalmente nos primeiros três meses de uso. Se esse tipo de sangramento persistir ou recorrer, o médico deve ser informado.
- Mulheres utilizando contraceptivos orais combinados com história de depressão devem ter observação médica rigorosa e o medicamento deve ser suspenso se a depressão reaparecer em grau severo. As pacientes que ficarem significantemente deprimidas durante o tratamento com anticoncepcional devem interromper o uso do medicamento e utilizar outro método anticoncepcional, até que o médico determine se o sintoma está relacionado ao medicamento.
- A terapia com contraceptivos orais combinados pode reduzir os níveis séricos de folato. Essa redução pode ter importância clínica se a paciente engravidar logo após a interrupção do uso de contraceptivos orais combinados.
- Os contraceptivos orais combinados devem ser prescritos com cuidado em pacientes com condições que possam ser agravadas pela retenção de fluidos.
- Este produto não protege contra infecção por HIV (AIDS) ou outras doenças sexualmente transmissíveis.

séricas (ver Orientação em caso de vômitos e/ ou diarreia e INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS) Adoless_AR040614_Bula Paciente Gravidez Se ocorrer gravidez durante o tratamento com contraceptivo oral combinado, as próximas administrações devem ser interrompidas Não há evidências conclusivas de que o estrogênio e o progestogênio contidos no contraceptivo oral combinado prejudicarão o desenvolvimento do bebê se houver concepção acidental

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS Alguns medicamentos podem reduzir a eficácia dos contraceptivos orais quando tomados ao mesmo tempo Interações entre etinilestradiol (um dos hormônios presentes no Adoless ® ) e outras substâncias podem diminuir ou aumentar as concentrações séricas (no sangue) de etinilestradiol Concentrações séricas mais baixas de etinilestradiol podem causar maior incidência de sangramento de escape e irregularidades menstruais e, possivelmente, podem reduzir a eficácia do contraceptivo oral combinado Durante o uso concomitante de produtos com etinilestradiol e substâncias que podem diminuir as concentrações séricas de etinilestradiol, recomenda-se que um método anticoncepcional não-hormonal (como preservativos e espermicida) seja utilizado além da ingestão regular de Adoless ® No caso de uso prolongado dessas substâncias, os contraceptivos orais combinados não devem ser considerados os contraceptivos primários (principal) Após a descontinuação das substâncias que podem diminuir as concentrações séricas de etinilestradiol, recomenda-se o uso de um método anticoncepcional não-hormonal por, no mínimo, 7 dias A seguir, alguns exemplos das substâncias que podem diminuir as concentrações séricas de etinilestradiol: substâncias que alteram as enzimas hepáticas, como rifampicina (medicamento usado para tratamento de tuberculose), rifabutina, barbitúricos (medicamentos utilizados em anestesias), fenilbutazona, fenitoína (antiepiléptico), dexametasona, griseofulvina (medicamento antifúngico, para tratamento de micoses), topiramato (antiepiléptico), alguns inibidores de protease, modafinil; Hypericum perforatum, também conhecido como erva de São João, e ritonavir (possivelmente por alteração das enzimas hepáticas); alguns antibióticos, por exemplo, ampicilina, outras penicilinas e tetraciclinas A seguir, alguns exemplos de substâncias que podem aumentar as concentrações séricas de etinilestradiol: atorvastatina (medicamento para o colesterol); ácido ascórbico (vitamina C) e o paracetamol (acetaminofeno); indinavir (medicamento para pacientes HIV+), fluconazol (antifúngico) e troleandomicina (antibiótico) A troleandomicina pode aumentar o risco de colestase intra-hepática (parada ou dificuldade da eliminação da bile) durante a administração concomitante com contraceptivos orais combinados O etinilestradiol pode interferir no metabolismo de outras drogas podendo aumentar as concentrações plasmáticas e teciduais (p ex , ciclosporina, teofilina, corticosteroides) ou diminuir (p ex , lamotrigina) Adoless_AR040614_Bula Paciente Em pacientes tratados com a flunarizina (medicamento para vertigem), relatou-se que o uso de contraceptivos orais aumenta o risco de galactorréia (surgimento de leite nas mamas fora do período de amamentação) As bulas dos medicamentos concomitantes devem ser consultadas para identificar possíveis interações Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico Pode ser perigoso para a sua saúde

Informações Profissionais

  • FABRICANTE

    Aché

  • TIPO DO MEDICAMENTO

    Similar

  • NECESSITA DE RECEITA

    Sim, Branca Comum

  • PRINCÍPIO ATIVO

    etinilestradiol + gestodeno

  • CATEGORIAS DO MEDICAMENTO

    Anticoncepcional

  • CLASSE TERAPÊUTICA

    Anticoncepcional

  • ESPECIALIDADES

    Ginecologia

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