Avastin

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Bula

- É indicado para tratamento de primeira-linha de pacientes com carcinoma metastático do cólon ou do reto.

Uso Injetável

- Aplicar 5 mg/kg de peso administrada uma vez a cada 14 dias em infusão intravenosa.

- É contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida a qualquer componente do produto.
- Em pacientes com metástases do Sistema Nervoso Central não tratadas.
- Durante gravidez e amamentação.

O perfil de segurança foi conduzido em pacientes com vários tipos de câncer tratados com Avastin, predominantemente em combinação com quimioterapia. O perfil de segurança da população clínica de, aproximadamente, 5 200 pacientes é apresentado neste item.
Os eventos adversos mais graves foram:
 perfurações gastrintestinais;
 hemorragia, incluindo hemorragia pulmonar / hemoptise, que é mais comum em pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células;
 tromboembolismo arterial As análises dos dados de segurança clínica sugerem que a ocorrência de hipertensão e proteinúria durante o tratamento com Avastin são provavelmente dose dependente.
Os eventos adversos mais frequentemente observados em todos os estudos clínicos de pacientes que receberam Avastin foram hipertensão, fadiga (cansaço) ou astenia (fraqueza), diarreia e dor abdominal.

A seguir, apresentamos listagem das reações adversas associadas ao uso de Avastin, em combinação com diferentes regimes de quimioterapia em múltiplas indicações, que ocorreram com pelo menos 2% ou 10% de diferença quando comparadas ao grupo de controle. Algumas reações adversas são reações comumente observadas com quimioterapia, no entanto, Avastin pode exacerbar essas reações, quando combinado com agentes quimioterápicos. Exemplos incluem a síndrome de eritrodisestesia palmoplantar, uma reação de pele em que surgem pápulas, descamação e edema, geralmente na palma das mãos e planta dos pés, com doxorrubicina lipossomal peguilada ou capecitabina, a neuropatia sensorial periférica, um acometimento dos nervos periféricos que geralmente pode causar alterações de sensibilidade, com paclitaxel ou oxaliplatina, e desordens na unha ou queda de cabelo com paclitaxel.

Reações adversas que ocorreram com diferença ≥ 2%, quando comparadas ao grupo de controle em, pelo menos, um estudo clínico.
Reação muito comum:
Distúrbios do sangue e do sistema linfático: neutropenia febril, leucopenia (diminuição na contagem de leucócitos no sangue), neutropenia e trombocitopenia (diminuição de plaquetas no sangue, o que pode se refletir na coagulação).
Distúrbios do sistema nervoso: neuropatia sensorial periférica.
Distúrbios vasculares: hipertensão.
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: dispneia (dificuldade em respirar), epistaxe (hemorragia nasal) e rinite (inflamação da mucosa nasal).
Distúrbios gastrintestinais: diarreia, náusea (enjoo), vômito e dor abdominal.
Distúrbios gerais e condições do local de administração: astenia e fadiga.
Reação comum:
Infecções: sepse (comprometimento do corpo como um todo pela presença de infecção não controlada), abscesso (acúmulo localizado de pus), celulite (inflamação dos tecidos abaixo da pele) e infecção.
Distúrbios do sangue e sistema linfático: anemia (diminuição dos glóbulos vermelhos no sangue) e linfopenia (diminuição do número de linfócitos).
Distúrbios do metabolismo e de nutrição: desidratação.
Distúrbios do sistema nervoso: acidente cerebrovascular (derrame cerebral), síncope (desmaio), sonolência e cefaleia (dor de cabeça).
Distúrbios cardíacos: insuficiência cardíaca congestiva e taquicardia supraventricular (tipo de arritmia cardíaca que pode causar palpitação, queda na pressão e perda de consciência).
Distúrbios vasculares: tromboembolismo (arterial), trombose venosa profunda (obstrução de veia profunda por coágulo de sangue) e hemorragia.
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: embolia pulmonar, dispneia, hipóxia (falta de oxigênio) e epistaxe Distúrbios gastrintestinais: perfuração intestinal, obstrução do íleo (parte do intestino delgado), fístula reto-vaginal (comunicação anormal entre o reto e a vagina), distúrbios gastrintestinais, estomatite (inflamação da mucosa da boca) e proctalgia (dor retal) Distúrbios da pele e tecido subcutâneo: síndrome de eritrodisestesia palmoplantar.
Distúrbios do osso, do tecido conectivo e musculoesqueléticos: fraqueza muscular, mialgia (dor muscular), artralgia (dor nas articulações) e lombalgia (dor nas costas).
Distúrbios urinários e renais: proteinúria e infecção do trato urinário.
Distúrbios gerais e condições do local de administração: dor, letargia (sonolência) e inflamação mucosa.
Distúrbios do sistema reprodutivo e mama: dor pélvica (dor na região da pelve)

Reações adversas que ocorreram com diferença ≥ 10%, quando comparadas ao grupo de controle em, pelo menos, um estudo clínico.
Reação muito comum:
Distúrbios do metabolismo e nutrição: anorexia (falta de apetite).
Distúrbios do sistema nervoso: disgeusia (alteração do paladar), cefaleia e disartria (dificuldade na articulação de palavras) Distúrbios oculares: distúrbios oculares e lacrimejamento (produção de lágrimas) aumentado.
Distúrbios vasculares: hipertensão.
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: dispneia, epistaxe e rinite.
Distúrbios gastrintestinais: obstipação (prisão de ventre), estomatite, hemorragia retal e diarreia.
Distúrbios endócrinos: insuficiência ovariana.
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo: dermatite esfoliativa (descamação da pele), pele seca e manchas da pele.
Distúrbios do osso, do tecido conectivo e musculoesqueléticos: artralgia (dor nas articulações).
Distúrbios urinários e renais: proteinúria.
Distúrbios gerais e condições do local de administração: febre, astenia, dor e inflamação do revestimento interno dos sistemas digestório, respiratório e geniturinário.
Exames complementares de diagnóstico: perda de peso Perfuração gastrintestinal e fístula Avastin vem sendo associado a casos graves de perfuração gastrintestinal.
Perfurações gastrintestinais têm sido relatadas em estudos clínicos com uma incidência de menos de 1% em pacientes com câncer metastático de mama ou de pulmão de não pequenas células não escamoso e de até 2% em pacientes com câncer metastático de células renais ou câncer de ovário tratadas na primeira linha e até 2,7% (incluindo fístula gastrintestinal e abscesso) em pacientes com câncer colorretal metastático. Evolução fatal foi relatada em, aproximadamente, um terço dos casos graves de perfuração gastrintestinal, que representa entre 0,2% e 1% de todos os pacientes tratados com Avastin. A partir de um estudo clínico com pacientes com câncer de colo do útero persistente, recorrente ou metastático, perfurações gastrintestinais (todos os graus) foram reportadas em 3,2% dos pacientes tratados com Avastin, sendo que todos tiveram histórico de radiação pélvica prévia. A ocorrência desses eventos variou em tipo e gravidade, desde a presença de ar livre observada em radiografia simples de abdome, que se resolveu sem tratamento, até perfuração intestinal com abscesso abdominal e evolução fatal. Em alguns casos, estava presente uma inflamação intra- abdominal de base, tanto por doença ulcerosa gástrica como por necrose do tumor, diverticulite (divertículos inflamados) ou colite (inflamação do intestino grosso) associadas à quimioterapia. A associação causal entre processo inflamatório intra-abdominal, perfuração gastrintestinal e Avastin não foi estabelecida. Em um estudo com pacientes com câncer de colo de útero persistente, recorrente ou metastático, a incidência de fístula gastrintestinal-vaginal foi 8,3% em pacientes tratados com Avastin e 0,9% em pacientes no braço controle, sendo que todos tiveram histórico de radiação pélvica prévia.
Pacientes que desenvolveram fístula gastrintestinal-vaginal também podem ter obstruções intestinais e necessitar de intervenção cirúrgica, bem como ostomias (comunicação confeccionada através de um procedimento cirúrgico entre um órgão oco, por exemplo intestino e bexiga, e a superfície externa).

Fístulas não gastrintestinal Avastin foi associado a casos graves de fístula, incluindo eventos que resultaram em óbito. Em estudos clínicos com Avastin, fístulas gastrintestinais foram relatadas com incidência de até 2% em pacientes com câncer colorretal metastático e câncer de ovário, mas também foram relatadas menos comumente em pacientes com outros tipos de câncer.

A partir de um estudo clínico com pacientes com câncer de colo do útero persistente, recorrente ou metastático, 1,8% dos pacientes tratados com Avastin e 1,4% dos pacientes no braço controle apresentaram fístula vaginal não gastrintestinal, vesical ou do trato genital feminino.

Relatos incomuns de outros tipos de fístula que envolvem áreas do corpo que não o trato gastrintestinal (nos pulmões e nos canais biliares) foram observados em várias indicações. Fístulas também foram observadas na experiência pós-comercialização. Os eventos foram observados em diferentes períodos durante o tratamento, variando desde uma semana até mais de um ano após o início do tratamento com Avastin, a maioria ocorrendo dentro dos primeiros seis meses de terapia.

Hemorragia: Em estudos clínicos realizados em todas as indicações, a incidência total de eventos hemorrágicos variou de 0,4% a 6,9% em pacientes tratados com Avastin , em comparação com 0 a 4,5% dos pacientes no grupo de controle da quimioterapia.
Os eventos hemorrágicos observados nos estudos clínicos com Avastin foram, predominantemente, hemorragia associada ao tumor e hemorragia de mucosas e pele mínima, como epistaxe.
Hemorragia associada ao tumor.
Casos de hemorragia pulmonar / hemoptise grave ou maciça foram observados, principalmente, em estudos realizados em pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células. Os possíveis fatores de risco incluem histologia escamosa, tratamento com medicamentos antirreumáticos / anti- inflamatórios, tratamento com anticoagulantes, radioterapia prévia, terapêutica com Avastin, antecedentes de aterosclerose (endurecimento das artérias), localização central do tumor e cavitação (formação de cavidades) do tumor antes ou durante a terapia. As únicas variáveis que mostraram estar correlacionadas de uma forma estatisticamente significativa com hemorragia foram a terapia com Avastin e a histologia escamosa.

Pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células com histologia escamosa ou mista com predominância de histologia escamosa foram excluídos dos estudos subsequentes, embora os pacientes com histologia do tumor desconhecida tenham sido incluídos.

Hemorragia pulmonar / hemoptise maior ou maciça pode ocorrer repentinamente e em até dois terços dos casos de hemorragias pulmonares graves resultou em evento fatal.
Hemorragias gastrintestinais, incluindo hemorragia retal e melena (fezes com sangue digerido, com aspecto de borra de café), foram observadas em pacientes com câncer colorretal e foram avaliadas como hemorragias associadas ao tumor.
A incidência de sangramento de sistema nervoso central em pacientes com metástases de SNC não tratadas que receberam bevacizumabe não foi prospectivamente avaliada em estudos clínicos.
Em análise exploratória retrospectiva, a partir de dados de 13 estudos randomizados concluídos em pacientes com tumores de vários tipos, três pacientes [de um total de 91 (3,3%) com metástases cerebrais] apresentaram sangramento de SNC, quando tratados com bevacizumabe, em comparação com um caso entre os 96 pacientes (1%) que não foram expostos a bevacizumabe. Em dois estudos subsequentes em pacientes com metástases cerebrais tratadas (que incluíram cerca de 800 pacientes), foi relatado um caso de sangramento de SNC.
Em todos os estudos clínicos de Avastin, foi observada hemorragia mucocutânea em até 50% dos pacientes tratados com Avastin. Foi relatada, mais comumente, epistaxe, com duração menor que cinco minutos e resolvida sem intervenção clínica, não necessitando de nenhuma alteração no esquema de tratamento com Avastin. Dados de segurança clínica sugerem que a incidência de pequenas hemorragias mucocutâneas (por exemplo, epistaxe) possa ser dose dependente. Também houve eventos menos comuns de hemorragia mucocutânea mínima em outros locais, como sangramento gengival ou hemorragia vaginal.

Dificuldade para respirar, escarro com sangue, trombose intra-abdominal, pressão alta, infecção do trato respiratório superior, diminuição do potássio no sangue, hemorragia ou hemoptise, angina, infarto cerebral, infarto do miocárdio, ataque isquêmico transitório, síndrome nefrótica, hipertensão grave, danos renais, crises hipertensivas.

Gerais: A substituição de Avastin por qualquer outro medicamento biológico exige o consentimento do médico prescritor. Perfurações gastrintestinais e fístula: Pacientes podem estar sob risco aumentado para desenvolvimento de perfuração gastrintestinal e da vesícula biliar, quando tratados com Avastin.
Os pacientes podem ter risco aumentado para o desenvolvimento de fístula (comunicação anormal entre duas regiões do corpo) entre a vagina e qualquer parte do trato gastrintestinal, quando tratados com Avastin.

Radiação prévia é um fator de risco para perfuração gastrintestinal e para fístula gastrintestinal- vaginal nos pacientes tratados com Avastin para câncer de colo do útero persistente, recorrente ou metastático e todos os pacientes com perfuração gastrintestinal e fístula gastrintestinal-vaginal apresentaram histórico de radiação prévia Fístula não gastrintestinal.
Os pacientes podem ter risco aumentado para o desenvolvimento de fístula, quando tratados com Avastin
Hemorragia Pacientes tratados com Avastin apresentam risco aumentado de hemorragia, especialmente hemorragias associadas ao tumor Avastin deve ser suspenso em pacientes que apresentarem sangramento durante o tratamento com Avastin, e, de acordo com o critério médico será definida sua reintrodução.

Hemorragia grave ou fatal, incluindo hemoptise (tosse com sangue), sangramento gastrointestinal, hemorragia do sistema nervoso central, epistaxe (sangramento nasal) e sangramento vaginal ocorrem até 5 vezes mais frequentemente em pacientes recebendo Avastin, em comparação à pacientes recebendo apenas quimioterapia Baseando-se em diagnósticos por imagens, sinais ou sintomas, pacientes com metástases no sistema nervoso central (SNC) não tratadas foram rotineiramente excluídos dos estudos clínicos com Avastin. Portanto, o risco de hemorragia no SNC em tais pacientes não foi avaliado durante o tratamento em estudos clínicos em que os pacientes foram selecionados aleatoriamente Os pacientes devem ser monitorados em relação aos sinais e sintomas de sangramento no SNC, e o tratamento com Avastin deve ser interrompido em caso de sangramento intracraniano. Não existe nenhuma informação sobre o perfil de segurança de Avastin em pacientes com tendência congênita a hemorragias, alteração adquirida da coagulação ou recebendo dose plena de anticoagulantes para tratamento de tromboembolismo (formação de coágulo dentro de vaso sanguíneo, que pode migrar para outras regiões do corpo) antes do início do tratamento com Avastin, porque pacientes com essas condições foram excluídos dos estudos clínicos.

Portanto, recomenda-se cautela antes de iniciar o tratamento com Avastin nesses pacientes. No entanto, pacientes que desenvolveram trombose venosa enquanto tratados com Avastin não pareceram apresentar incidência aumentada de sangramento, quando tratados com dose plena de varfarina e Avastin concomitantemente Infecções oculares graves após uso intravítreo (intraocular) não aprovado. Casos individuais e agrupamentos de eventos adversos oculares graves foram relatados após uso intravítreo não aprovado de Avastin, incluindo endoftalmite infecciosa e outras condições inflamatórias oculares, algumas levando à cegueira. Hemorragia pulmonar / hemoptise (expectoração com sangue) Pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células tratados com Avastin podem ter risco de apresentar hemorragia pulmonar / hemoptise grave e, em alguns casos, fatal Hipertensão (pressão alta). Hipertensão preexistente deve ser adequadamente controlada antes de iniciar o tratamento com Avastin. Não existem informações sobre o efeito de Avastin em pacientes com hipertensão não controlada no início do tratamento com Avastin. O monitoramento da pressão arterial é recomendável durante o tratamento com Avastin.

Na maioria dos casos, a hipertensão foi adequadamente controlada com terapia anti-hipertensiva padrão para a situação individual do paciente afetado Avastin deve ser permanentemente interrompido, se a hipertensão não puder ser adequadamente controlada com medicamentos anti- hipertensivos ou se o paciente desenvolver crise hipertensiva ou encefalopatia hipertensiva (alterações neurológicas por causa de pressão alta) Síndrome da Encefalopatia Posterior Reversível (SEPR). Houve raros relatos de pacientes tratados com Avastin que desenvolveram sinais e sintomas compatíveis com os da Síndrome da Encefalopatia Posterior Reversível (SEPR), um raro distúrbio neurológico que pode apresentar, dentre outros, os seguintes sinais e sintomas: convulsões, dor de 4 cabeça, alteração do nível de consciência, distúrbio visual ou cegueira por alteração do cérebro, com ou sem hipertensão associada Tromboembolismo arterial (formação de coágulo dentro de artéria, que pode migrar para outras regiões do corpo).

Pacientes que recebem Avastin mais quimioterapia com histórico de tromboembolismo arterial, diabetes ou idade acima de 65 anos apresentam risco aumentado de desenvolvimento de tromboembolismo arterial durante o tratamento com Avastin. Tromboembolismo venoso (formação de coágulo dentro de veia, que pode migrar para outras regiões do corpo) Pacientes sob tratamento com Avastin podem estar sob risco de desenvolver tromboembolismo venoso, incluindo embolia pulmonar (obstrução de vasos sanguíneos do pulmão por coágulos de sangue) Insuficiência cardíaca congestiva (quando o coração não consegue bombear sangue suficiente para as necessidades do organismo).

Deve-se ter cautela ao tratar, com Avastin, pacientes com doença cardiovascular clinicamente significativa, tais como aqueles que apresentam obstrução ou outras alterações de artérias do coração ou insuficiência cardíaca congestiva (ICC) preexistente. A maioria dos pacientes que desenvolveu ICC sofria de câncer de mama metastático e tinha recebido tratamento prévio com antraciclinas, além de radioterapia prévia na parede do hemitórax esquerdo ou outros fatores de risco, como doenças preexistentes do coração ou terapia concomitante cardiotóxica Neutropenia.
Foram observados mais casos de neutropenia (redução do número de neutrófilos, que são glóbulos brancos e responsáveis principalmente pela defesa do organismo contra as bactérias), com ou sem febre, e casos de infecção associados à redução de neutrófilos (incluindo alguns óbitos) em pacientes tratados com alguns regimes de quimioterapia mielotóxicos (tóxicos para a medula óssea) associados a Avastin que entre os tratados com quimioterapia sem adição de Avastin.

Cicatrização Avastin pode alterar o processo de cicatrização Foram relatadas graves complicações na cicatrização com consequências fatais Você não deve iniciar o tratamento com Avastin, caso tenha se submetido, nos últimos 28 dias, à cirurgia de grande porte ou se apresenta ferida cirúrgica que não esteja completamente cicatrizada. Raramente pode ocorrer fasciite necrosante (infecção rara nas camadas profundas da pele) em pacientes tratados com Avastin.
Ela é geralmente secundária a complicações no processo de cicatrização, perfuração gastrintestinal ou formação de fístula Proteinúria (proteínas na urina) Em estudos clínicos, surgiram mais casos de proteinúria em pacientes que receberam Avastin em combinação com quimioterapia que nos que receberam apenas quimioterapia.
Em caso de síndrome nefrótica, o tratamento com Avastin deve ser permanentemente descontinuado Reações de hipersensibilidade (reação intensa e inadequada do sistema imunológico) e à infusão Os pacientes podem ter risco de desenvolver reações à infusão e de hipersensibilidade Por isso, o paciente precisa ser observado cuidadosamente durante e após a administração de bevacizumabe Caso alguma reação ocorra, a infusão deve ser interrompida, e medidas clínicas apropriadas devem ser aplicadas Insuficiência ovariana / fertilidade.

Avastin pode prejudicar a fertilidade feminina Dessa forma, antes de iniciar o tratamento com Avastin, estratégias de preservação da fertilidade devem ser discutidas com seu médico se você tiver potencial de engravidar Idosos. A idade acima de 65 anos está associada a risco aumentado de problemas vasculares arteriais, incluindo derrame cerebral e infarto, durante o tratamento com Avastin.
Crianças: A eficácia e a segurança de Avastin em pacientes pediátricos não foram estabelecidas Avastin não é aprovado para uso em pacientes abaixo de 18 anos Em relatórios publicados, foram observados casos de osteonecrose (destruição de tecido ósseo) em outros locais além da mandíbula, em pacientes abaixo de 18 anos expostos à Avastin.
Pacientes com funcionamento inadequado do fígado ou dos rins A eficácia e a segurança de Avastin em pacientes com funcionamento inadequado do fígado ou rins não foram estudadas
Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas Não foram realizados estudos sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas. No entanto, não existe nenhuma evidência de que o tratamento com Avastin resulte em aumento dos eventos adversos que possam prejudicar a capacidade mental ou levar ao comprometimento da capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas.

Crianças e adolescentes: vide item “O que devo saber antes de usar este medicamento ” Insuficiência renal ou hepática: vide item “O que devo saber antes de usar este medicamento ” Idosos: não há recomendações especiais de doses para idosos Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico 7 O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO Seu médico saberá quando deverá ser aplicada a próxima dose de Avastin ® Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião- dentista 8

- Aumentam o risco de insuficiência cardíaca congestiva: Antraciclina (daunorrubicina, doxorrubicina, idarrubicina).
- Os efeitos adversos (exemplo: anemia hemolítica) podem ser aumentados com sunitiniba.
- Podem acontecer casos de perfuração gastrintestinal com erlotiniba.

09/05/2014 DIZERES LEGAIS VP/VPS Caixa com 1 frasco-ampola de dose única 2 Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 de 100 mg (4 mL) ou 400 mg (16 mL) 25/06/2014 0501888/14-9 10456 – PRODUTO BIOLÓGICO – Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 30/04/2014 0338668/14-6 Alteração de Texto de Bula 28/05/2014 Não aplicável VPS Caixa com 1 frasco-ampola de dose única de 100 mg (4 mL) ou 400 mg (16 mL) 17/10/2014 0937069/14-2 10456 – PRODUTO BIOLÓGICO
Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 17/10/2014 0518240/14-9 0819781/12-4 0937069/14-2 Inclusão de local de fabricação do produto a granel Inclusão de local de fabricação do produto em sua embalagem primária Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 22/09/2014 22/09/2014 17/10/2014 Bula Profissional: - Características Farmacológicas

- Dizeres Legais Bula Paciente: - Quando não devo usar este medicamento - Quais os males que este medicamento pode me causar

- Dizeres Legais VP/VPS Caixa com 1 frasco-ampola de dose única de 100 mg (4 mL) ou 400 mg (16 mL) 16/12/2014 1127892/14-7 10456 – PRODUTO BIOLÓGICO – Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 19/10/2011 909873/11-9 Inclusão de Nova

Antes de aberto, Avastin deve ser mantido em refrigerador, em temperaturas de 2 a 8 ºC, protegido da luz até o momento da utilização.
O profissional da saúde saberá como armazenar o medicamento depois de aberto Não congelar e não agitar.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
Guarde-o em sua embalagem original Avastin em seu frasco-ampola original é um líquido estéril incolor ou de coloração levemente castanho-clara. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Descarte de medicamentos não utilizados e/ ou com data de validade vencida. O descarte de medicamentos no meio ambiente deve ser minimizado. Os medicamentos não devem ser descartados no esgoto, e o descarte em lixo doméstico deve ser evitado. Utilize o sistema de coleta local estabelecido, se disponível. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Avastin injetável 100 mg.
Princípio ativo: bevacizumabe (anticorpo monoclonal anti-VEGF humanizado) 100 mg (25 mg/mL). Excipientes: trealose di-hidratada, fosfato de sódio monobásico monoidratado, fosfato de sódio dibásico, polissorbato 20 e água para injetáveis.

Avastin injetável 400 mg.
Princípio ativo: bevacizumabe (anticorpo monoclonal anti-VEGF humanizado) 400 mg (25 mg/mL) Excipientes: trealose di-hidratada, fosfato de sódio monobásico monoidratado, fosfato de sódio dibásico), polissorbato 20 e água para injetáveis.

Informações Profissionais

  • FABRICANTE

    Roche

  • TIPO DO MEDICAMENTO

    Referência

  • NECESSITA DE RECEITA

    Sim, Branca Comum

  • PRINCÍPIO ATIVO

    Bevacizumabe

  • CATEGORIAS DO MEDICAMENTO

    Hormônios e Enzimas

  • CLASSE TERAPÊUTICA

    Anticorpos Monoclonais Antineoplásicos

  • ESPECIALIDADES

    Oncologia

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