Cloridrato De Ranitidina

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Informações do Cloridrato De Ranitidina

Descrição

Este cloridrato é indicado para acelerar cicatrização gástrica, ulceração péptica, além de alívio da dor.
Disponível em comprimido e solução injetável.

Indicação

Esofagite, doença ulcerosa péptica de várias etiologias e outras condições de hipersecreção gástrica, profilaxia e tratamento da dispepsia funcional.

Contra-indicação

Hipersensibilidade ao cloridrato.

Tipo de receita

Branca Comum

Posologia

Adultos
Úlcera péptica gástrica e duodenal ativa
- Oral (por 4 a 8 semanas): 300 mg. Manutenção: 150 mg. Doses tomadas antes de dormir.

Condições hipersecretórias gastrintestinais
- Oral (2 vezes ao dia): 150 mg, até 6 g/dia.
- Intravenosa ou intramuscular: A cada 6 a 8 horas, 50 mg ou começar com velocidade 1 mg/kg/hora (infusão contínua) e aumentar em incrementos de 0,5 mg/kg/hora, a cada 4 horas. Dose máxima: 2,5 mg/kg/hora.

Esofagite erosiva
- Oral (4 vezes ao dia, até 12 semanas): 150 mg. Manutenção: 150 mg (2 vezes ao dia).

Dispepsia funcional
- Oral (1 ou 2 vezes ao dia): 150 mg. Dose máxima de 300 mg/dia.
- Profilaxia (30 a 60 minutos antes de comer ou beber): 150 mg. Dose máxima: 300 mg/dia. Não deve ser utilizado por mais de duas semanas.

Crianças
Úlcera péptica gástrica
- Via oral (2 vezes ao dia): 2 a 4 mg/kg. Dose máxima de 300mg/dia.

Administração
- Injeção intravenosa direta: Deve ser diluído 50 mg em 20 ml de solução compatível (glicose 5%, cloreto de sódio 0,9% ou Ringer lactato). 2,5 mg/ml deve ser a concentração máxima. A velocidade de 4 ml/minuto não deve ser ultrapassada e a administração realizada por, pelo menos, 5 minutos.
- Infusão intravenosa contínua: Deve ser diluído 150 mg em 250 ml solução compatível. A velocidade de administração deve ser 6,25 mg/hora. Em caso de uso em pacientes com síndrome de Zollinger-Ellison ou outras condições hipersecretórias, a diluição deve ser feita com concentração até 2,5 mg/ml.

Reações

Vertigem, alucinações, sonolência, dor de cabeça, confusão mental, eritema multiforme.

Riscos

Anemia, pancreatite, bradiarritmia, trombocitopenia, vasculite, enterocolite necrosante em recém-nascido ou feto.

Interação medicamentosa

- Pode haver potencialização dos efeitos de: Triazolam, sulfoniluréias, ciclosporina, gentamicina, fenitoína, varfarina, midazolam, metoprolol, pentoxifilina, quinidina.
- A ranitidina pode minimizar os efeitos destes quando em ação com procainamida, tolazolina, atazanavir, cetoconazol, itraconazol, sulfato ferroso, enoxacino, gefitinibe.
- A toxicidade de atropina é diminuída com ranitidina.

Cuidados/orientações

- Atenção a composição de outros medicamentos, pois pode conter fenilalanina.
- O intervalo de uma a duas horas entre o uso do antiácido e o da ranitidina deve ser respeitado.
- Pode ocorrer deficiência de vitamina B12 em terapia de longa duração.
- Alimentos podem ser ingeridos normalmente, pois não prejudicam a absorção do medicamento.
- Quando há terapia intravenosa prolongada, há o aumento de transaminases hepáticas.
- Devem ter cautela: Pacientes com histórico de porfiria aguda, insuficiência hepática ou renal, crianças, lactantes, gestantes.
- Pode haver demora para o alívio da dor ulcerosa.
- Bebidas alcoólicas não devem ser ingeridas durante o tratamento.
- Tabaco deve ser evitado, principalmente depois da última dose do dia.

Doenças relacionadas

Esofagite

dispepsia funcional

doenças ulcerosas

Especialidades médicas

Gastroenterologia

Nomes comerciais

Label.

CDB (Denominação Comum Brasileira)

07639.